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Meu leitor, eu vou
falar,
Sobre coisa muito
triste,
Algo que no mundo
existe,
E temos de lamentar;
Falo sobre essa
guerra,
Que abalou toda a
terra,
E destruiu Bagdá.
O mundo já entendeu,
Qual foi a finalidade,
E sabe que na verdade,
Tudo que aconteceu;
Foi pra tomar a
riqueza,
Que a própria
natureza,
Um dia ao Iraque deu.
Diziam que havia
armas,
De grande destruição,
Foi uma grande invenção,
E a humanidade pasma,
Viu a ilegalidade,
Carregada de maldade,
Criar um mundo de
carma.
Com a maior arrogância,
As tropas americanas,
Em atitudes tiranas,
Fizeram suas andanças;
Mataram muito
inocente,
Que encontraram pela
frente,
Seguindo sua ganância.
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Todo hora o mundo
via,
Muitas bombas
assassinas,
Arrasando as
esquinas,
Matando aonde caíam;
Em busca de um
ditador,
Tanto inocente
matou,
Tanta noite, tanto
dia.
Ninguém ia
imaginar,
Que nos dias atuais,
Agredissem tanto à
paz,
Correndo para matar;
E na total violência,
Foi maior a insolência,
O museu bombardear.
Mancharam a
humanidade,
Violentaram a história,
Em atitudes inglórias,
Irresponsabilidade;
Um mal irrecuperável,
Nessa guerra miserável,
Cheia de
barbaridade.
O Iraque invadiu,
Provocando tanto
mal,
Numa agressão
brutal,
De uma forma tão
vil.
Mataram a soberania,
Praticando a
tirania,
O mundo todo
assistiu.
Enfim, nada
encontraram,
Era mesmo uma
mentira,
Para alimentar a
ira,
Daqueles que se
arvoraram;
Sangue na ponta do
sabre,
A porta o tanque
abre,
E quantos ali
mataram.
Senhor Bush, e
agora?
Mataram os
inocentes,
Que acharam pela
frente,
E nem querem ir
embora;
Quantos mais irão
matar,
Na sede de atacar,
Tanto dentro como
fora?
Agora os americanos,
Mostram a garra
violenta,
Ninguém mais no
mundo agüenta,
Até nômades e
ciganos,
Estão
desassossegados,
Temem ser
bombardeados,
Por aquela fogo
insano.
Querem achar outro
alvo,
Síria, Irã ou Coréia,
Numa doentia idéia,
Ninguém estará a
salvo,
Pois querem se
expandir,
Destroem até o
porvir,
Querendo fazer
escravos.
O mundo todo
reclama,
Uma ordem de
verdade,
Para a humanidade,
Cessar esse triste
drama;
Pois a imoral lei
das bombas,
Deve dar lugar às
pombas,
Sem tão ardilosas
tramas.
É preciso ouvir o
mundo,
Idosos, jovens,
crianças,
Que têm a esperança,
Num sentimento
profundo,
De ver um mundo de
paz,
Pois ninguém agüenta
mais,
Ver o povo
moribundo.
(18.04.2003)
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