Poemas de CORDEL

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Poemas de Cordel de autoria de Walter Medeiros - Natal - Rio Grande do Norte

 

20. George Bush e a maior mentira da história 

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Meu leitor, eu vou falar,

Sobre coisa muito triste,

Algo que no mundo existe,

E temos de lamentar;

Falo sobre essa guerra,

Que abalou toda a terra,

E destruiu Bagdá.

 

O mundo já entendeu,

Qual foi a finalidade,

E sabe que na verdade,

Tudo que aconteceu;

Foi pra tomar a riqueza,

Que a própria natureza,

Um dia ao Iraque deu.

 

Diziam que havia armas,

De grande destruição,

Foi uma grande invenção,

E a humanidade pasma,

Viu a ilegalidade,

Carregada de maldade,

Criar um mundo de carma.

 

Com a maior arrogância,

As tropas americanas,

Em atitudes tiranas,

Fizeram suas andanças;

Mataram muito inocente,

Que encontraram pela frente,

Seguindo sua ganância.  

  

 

1. A mulher que dançava até com um doido batendo na lata

2. Versos sofridos para um açude triste 

3. A despedida de Teodorico, o filho mais velho de Zaqueu

4. O tremelique do cabra que buliu com uma moça

5. Rimas para palavras e palavrões  

6. Para os encantados de Hiroshima, pela paz  

7. A violência pegou Tadeu além da imaginação  

8. Pombal - O Marquês que mandava e desmandava

9. A peleja do Cordel da Feira com a Internet 

10. Embolada no mundo de Shakespeare

11. Pequeno folheto para o Sertão da minha infância

12. O Canto da Aurora através dos tempos dos deuses e dos homens 

13. Noite de raposas e manhã de carcarás 

14. A história do espelho que mostrava as pessoas nuas

15. Memórias de um recruta do II / 7º RO 105mm

16. Noite de raposas e manhã de carcarás 

17. O cordel do alcoólatra que decidiu se tratar

18. A história do Hospital que resolveu fazer Humanização

19. A surpresa da escada do amor

20. A luta do povo brasileiro pela Assembléia Constituinte

21. George W. Bush e a maior mentira da história

22. Rixa de Bush com Saddan pode levar à 3ª Guerra 

23. A impressionante história do Marquês de Clement, em Paris

24. Verso do Governo Lula e os seus treze males

 

Todo hora o mundo via,

Muitas bombas assassinas,

Arrasando as esquinas,

Matando aonde caíam;

Em busca de um ditador,

Tanto inocente matou,

Tanta noite, tanto dia.

 

Ninguém ia imaginar,

Que nos dias atuais,

Agredissem tanto à paz,

Correndo para matar;

E na total violência,

Foi maior a insolência,

O museu bombardear.

 

Mancharam a humanidade,

Violentaram a história,

Em atitudes inglórias,

Irresponsabilidade;

Um mal irrecuperável,

Nessa guerra miserável,

Cheia de barbaridade.

 

 

O Iraque invadiu,

Provocando tanto mal,

Numa agressão brutal,

De uma forma tão vil.

Mataram a soberania,

Praticando a tirania,

O mundo todo assistiu.

 

Enfim, nada encontraram,

Era mesmo uma mentira,

Para alimentar a ira,

Daqueles que se arvoraram;

Sangue na ponta do sabre,

A porta o tanque abre,

E quantos ali mataram.

 

Senhor Bush, e agora?

Mataram os inocentes,

Que acharam pela frente,

E nem querem ir embora;

Quantos mais irão matar,

Na sede de atacar,

Tanto dentro como fora?

 

Agora os americanos,

Mostram a garra violenta,

Ninguém mais no mundo agüenta,

Até nômades e ciganos,

Estão desassossegados,

Temem ser bombardeados,

Por aquela fogo insano.

 

Querem achar outro alvo,

Síria, Irã ou Coréia,

Numa doentia idéia,

Ninguém estará a salvo,

Pois querem se expandir,

Destroem até o porvir,

Querendo fazer escravos.

 

O mundo todo reclama,

Uma ordem de verdade,

Para a humanidade,

Cessar esse triste drama;

Pois a imoral lei das bombas,

Deve dar lugar às pombas,

Sem tão ardilosas tramas.

 

É preciso ouvir o mundo,

Idosos, jovens, crianças,

Que têm a esperança,

Num sentimento profundo,

De ver um mundo de paz,

Pois ninguém agüenta mais,

Ver o povo moribundo.

   

(18.04.2003)

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