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Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do RJ. |
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05.06.2009 Atitudes
estranhas ante a auto-hemoterapia A
auto-hemoterapia é praticada há mais de um século – desde o século XIX,
tendo sido muito utilizada durante a Segunda Guerra Mundial e menos aplicada
depois da descoberta da penicilina. Segundo o seu maior divulgador, Dr. Luiz
Moura, “Auto-hemoterapia é uma técnica simples, em que, mediante a retirada
de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos
do organismo, que eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas -
eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado - e resulta num estímulo
imunológico poderosíssimo”. Nos
últimos anos vimos tratando desse assunto e comentando sobre reações de
autoridades sanitárias e entidades profissionais da área de saúde que vão de
encontro aos interesses da população e confrontam com uma realidade inegável
de efeitos benéficos à saúde proporcionado por esta técnica. Mas neste
momento desejo fazer referências a atitudes de pessoas que resistem ao uso da
auto-hemoterapia de forma inexplicável, tendo em vista um fato ocorrido nas últimas
24 horas. Uma
amiga que participa de uma lista de discussões sobre dependência química
acompanhou a sua irmã acometida de um câncer para o qual os médicos passaram
há cerca de três meses a afirmar que nada mais poderiam fazer. Foi sugerido o
uso da auto-hemoterapia, mas a enferma não concordou, tendo em vista que seu médico
disse que não adiantaria. Pois bem: não usou a auto-hemoterapia, nada mais foi
feito de eficaz para combater a doença e, ontem ela faleceu. Agora a sua irmã
conta a história do seu sofrimento e temos diante de nós mais um caso em que
deixaram de dar oportunidade a uma pessoa de pelo menos tentar mais um recurso
de que dispunha. Há
um ano e meio a mulher de um amigo morreu de câncer. Foi definhando em meio aos
cuidados paliativos e não concordou em usar a auto-hemoterapia porque o médico
não aprovava, apesar de desconhece-la. Seu marido chegou a propor, assistiu ao
video do Dr. Luiz Moura e esperava que ela usasse a técnica. Mais uma vez
assistimos a morte chegar lentamente e o médico preferir ver a sua cliente
morrer a permitir uma tentativa a mais de enfrentamento do problema. Coincidentemente
hoje tivemos contato com uma amiga que tem outra amiga com câncer de mama. Tão
logo soube do diagnóstico, nossa amiga ofertou-a com um DVD da entrevista do
Dr. Luiz Moura. Um médico amigo disse lá de outro estado que não receitava
mas sabia de clientes seus que fazem uso e se dão bem; por isto não
desaconselhava. Mesmo assim a mulher resiste e, pior, procura isolar-se até
daquela amiga, não pela auto-hemoterapia, mas por causa da doença, que
historicamente pode realmente provocar essas reações. Em meio a tudo isto, o
mais lamentável. Ela não pôde fazer uma sessão de quimioterapia esta semana,
porque está com as defesas baixas. DEFESAS Estes comentários não surgem do nada, como podem querer dizer algum daqueles que criticam a auto-hemoterapia sem conhecê-la. Já na entrevista do seu DVD, Dr. Luiz Moura é indagado a respeito: “Como a AH pode ajudar um paciente com câncer?” e responde que “funcionaria, primeiro, se esse paciente normalmente estará sobre um tratamento quimioterápico ou radioterápico, num caso ou no outro, como ainda não se descobriu uma quimioterapia especifica para célula cancerosa, ela atua também sobre as células normais e baixando com isso o nível imunológico e fazendo com que o paciente se tornem vulnerável a outro tipo de câncer ou a repetição daquele câncer ou em outro órgão, em outro lugar.” Dr. Moura explica que “Mantendo esse sistema imunológico ativado a quimioterapia vai ter o seu lado positivo de destruir a célula cancerosa, e vai ter minimizado o lado negativo destruindo as células boas que protegem contra a repetição desse câncer, que seria metástase, quando seria o mesmo câncer em outro órgão, ou um novo câncer em outro órgão, até de tipo diferente, e aí seria a AH muito útil, seria no caso do câncer”. Esclarece ainda o médico: “Isso no caso dos pacientes sob quimioterapia. No caso da radioterapia, também a radioterapia prejudica muito o sistema imunológico e a AHT iria resgatar esse prejuízo, reativando o sistema imunológico, evitando um outro câncer”. Assegura o Dr. Luiz Moura que o uso da auto-hemoterapia “Então é valido nos dois casos, agora não dizer que vai curar o câncer: ela vai ajudar os meios que curam o câncer - radioterapia ou quimioterapia ou no caso mesmo de uma cirurgia, mas que células estavam fora daquele local retirado e que pudessem ir através dos linfáticos atingir outros órgãos, ele pode evitar que outras células progridam, matando-as nos nascedouros, evitando a multiplicação delas, então, vale à pena também. Ele responde ainda a outra pergunta: “Há tipos de câncer incompatíveis com a AH?”, garantindo que não há “Nenhum. Em todos pode ser usado, em qualquer caso, não há nenhum caso em que não seja útil; pode não ser suficiente, a ação da AHT não resolver o caso, mas de qualquer maneira, pelo menos vai evitar que ele se tornar mais invasivo, mais rapidamente invasivo, vai ser uma ajuda”. EXPERIÊNCIAS Além das explicações do Dr. Moura, encontramos no site Orientações Médicas (http://www.orientacoesmedicas.com.br/pesquisa_virtual_sobre_auto-hemoterapia.htm ) relatos de pessoas que tiveram bons resultados usando auto-hemoterapia em casos de câncer. Aquele site realiza uma pesquisa virtual na qual 517 pessoas já responderam relatando suas experiências bem sucedidas no uso da auto-hemoterapia para mais de 100 tipos de enfermidades. Especificamente sobre câncer, podemos encontrar, entre outros, relatos como o de Cyro Leão, que diz: “Consegui manter meu corpo sem infeções oportunistas durante o período de 8 sessões de quimioterapia após uma lobectomia do Pulmão esquerdo, em função de um adenocarcinoma”. Vale lembrar o caso do Sr. Célio Capistrano, que contou em entrevista na Radio 98 FM de Natal sobre um Câncer que teve no intestino. Fez cirurgia, dois tumores e treze prólipos e ficou em recuperação uma base de uns cinqüenta, sessenta dias, nos quais diminuiu trinta quilos do seu peso. Célio historiou que primeiro começou a fazer a rádio e a quimioterapia, que o debilitou muito mais ainda. “Deve ter feito bem também. Claro, não tô aqui condenando, mas tem efeito colateral.” – relata, acrescentando que recebeu de presente de um amigo e ex-sócio um DVD do Doutor Luiz Moura, assistiu e viu que era uma coisa séria, que tinha fundamento e como não podia mais no momento fazer mais nem a quimio nem a radio, porque estava com as defesas muito baixas, passou a fazer a auto-hemoterapia, com que se recuperou quase que de pronto. Aumentou as defesas e não foi mais preciso retornar a tomar nem a radio nem a quimio. Ele se considera curado, porque está vivendo sua vida praticamente como era antes da operação. Recuperou até os trinta quilos que havia perdido. CRISE A propósito, o jornal Diário de Pernambuco publica matéria com o título “Difícil acesso a remédio” na qual afirma: “Saúde - Estados falham na compra de drogas que podem impedir a volta do câncer de mama” e relata que “Um terço das brasileiras com idade entre 50 e 69 anos, exatamente a parcela mais vulnerável ao câncer de mama, está em desvantagem na luta contra a doença por não fazer mamografias com frequência, segundo pesquisa do Ministério da Saúde divulgada na última semana. Problema tão grave quanto a falta de exames, entretanto, é a ausência na rede pública de medicamentos que podem evitar o ressurgimento da doença e prolongar a vida das pacientes.” “Uma das drogas, o trastuzumabe, é recomendada para cerca de 30% das mulheres com diagnóstico de câncer de mama. Mas o tratamento com o remédio custa, em média, R$ 200 mil. Sem acesso à droga, que pode ser a única chance de salvação, pacientes têm procurado cada vez mais a Justiça. Já houve decisões favoráveis às mulheres em pelo menos cinco unidades da federação: Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal.” – afirma o jornal. O texto da jornalista Renata Mariz mostra também que “Pesquisas demonstraram um aumento de 18% na sobrevida livre da doença em pacientes tratadas com o remédio. Em outras palavras, a grande vantagem da substância é reduzir as chances do reaparecimento do câncer. Para a telefonista Wagnéia Barros de Almeida, 31, essa esperança tem ficado menor a cada dia. Depois de fazer mastectomia total na mama direita, recebeu a indicação médica para tomar trastuzumabe. Há mais de um ano, tenta na Justiça obter a droga. Nesse tempo, a doença retornou, agora no fígado. "Minhas chances diminuíram porque o problema voltou", lamenta. Diante de todo esse quadro, a população enfrenta ainda outro problema, que é a proibição mal explicada pela ANVISA, Conselho Federal de Medicina – CFM e Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia – SBHH do uso da auto-hemoterapia no Brasil. A liberação da AHT poderia estar beneficiando milhões de pessoas e gerando economia para o SUS pois, conforme vimos, aquele remédio caríssimo tem a finalidade de “aumentar a sobrevida dos pacientes”. Se há dúvidas sobre os resultados da auto-hemoterapia, caberia àqueles órgãos e entidades estimular e patrocinar pesquisas capazes de esclarece-las. *
Jornalista
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DESTAQUES DO DIA Anvisa proíbe SUS de usar técnica que aumenta a imunidade em 4 vezes Ida Zaslavski defende uso da auto-hemoterapia no SUS EDITORIAL:
O DIA DA
AUTO-HEMOTERAPIA DEPUTADOS DE PERNAMBUCO VÃO DEBATER AUTO-HEMOTERAPIA
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É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo. Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias. A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias. Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.
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CLIQUE AQUI OU NA FOTO PARA ACESSAR O ABAIXO-ASSINADO
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• Esta pesquisa é destinada somente para pessoas que fazem ou já fizeram aplicações de Auto-hemoterapia durante um período mínimo de um mês.
Resultado da primeira pesquisa virtual de
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FANTÁSTICO, CONSELHOS E USUÁRIOS |
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. "FRAUDE" FORJADA (AUTO-HEMOTERAPIA NO FANTÁSTICO) |
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. O MÉDICO BAIXOU O NÍVEL (PRESIDENTE DO CFM DETRATA COLEGA) |
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. PARECER DO CREMERJ É CHEIO DE FALHAS (PARECER NÃO TEM ARGUMENTOS CONTRA AUTO-HEMOTERAPIA) |
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. AUTO-HEMOTERAPIA, UMA QUESTÃO DE PESQUISA (PARECER DO CFM É CHEIO DE DÚVIDAS) |
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. PESQUISA E ABAIXO-ASSINADO SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA (SITES UTILIZAM ESTES MEIOS PARA CONSTATAÇÕES E DEFESA DA AUTO-HEMOTERAPIA) |
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. AUTO-HEMOTERAPIA: PROIBIÇÃO PODE SER PENA DE MORTE PARA MUITOS (ARTIGO MOSTRA CONSEQUÊNCIAS DA PROIBIÇÃO) |
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. CASSAÇÃO DE REGISTRO DO DR. LUIZ MOURA VIOLA DIREITOS HUMANOS |
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. DR. ALEX BOTSARIS QUER EQUILÍBRIO NA AVALIAÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA |
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. Médico diz que prescrever auto-hemoterapia é ato de humanidade |
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. Médico mineiro diz que auto-hemoterapia seria redenção da saúde pública |
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Auto-Hemoterapia Contribuição para a Saúde Conversa com Dr. Luiz Moura ___________________________
Transcrito do vídeo-depoimento realizado por Ana Martinez e Luiz Fernando Sarmento LEIA A TRANSCRIÇÃO DO DVD DO DR. LUIZ MOURA
. PARTICIPE DO FORUM SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA: http://inforum.insite.com.br/66763/ . ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA COMPLEMENTAR INFECÇÃO E SABEDORIA DOS MÉDICOS ANTIGOS . ASOCIACION MEXICANA PARA EL DIAGNOSTICO Y TRATAMIENTO DE ENFERMEDADES AUTOINMUNES . AUTOHEMOTRANSFUSÃO COMO PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES PULMONARES PÓS-OPERATÓRIAS Artigo publicado no "The American Journal of Surgery" (May, 1936 - pág.321), intitulado "Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications" e assinado por Michael W. Mettenletter (cirurgião do Pós-Graduate Hospital, de Nova York). Texto em inglês; arquivo pdf. 1. ARTIGO DO DR. LUIZ MOURA - AUTO-HEMOTERAPIA 2. ARTIGO DO DR. JESSÉ TEIXEIRA - COMPLICAÇÕES PULMONARES PÓS-OPERATÓRIAS 3. ARTIGO DO DR. RICARDO VERONESE- IMUNOTERAPIA: O IMPACTO MÉDICO DO SÉCULO 5. TRANSCRIÇÃO DO DVD COM ENTREVISTA DO DR. LUIZ MOURA
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