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A Rádio Campeche – Comunitária, de Florianópolis, fez
uma rica abordagem sobre o uso da auto-hemoterapia, no Programa Ecologia
Humana levado ao ar e reproduzido pela internet no último domingo, 04 de
julho de 2010, das 11 das 12 horas. O programa tratou do tema Estímulo
Imunológico, mostrando como o uso do sangue aplicado no músculo depois
de retirado da veia estimula as defesas do organismo. A Enfermeira
catarinense Ida Zaslavsky, usuária, defensora e estudiosa do assunto,
estava no estúdio e respondeu a muitas perguntas, tirando dúvidas dos
ouvintes.
O programa mostrou que a forma de cura que está sendo
divulgada pelo Dr. Luiz Moura é “uma técnica simples, em que, mediante a
retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um
aumento dos macrófagos, elementos que fazem a limpeza de tudo, eliminam
as bactérias, os vírus, as células cancerosas - que se chamam
neoplásicas.” Com a auto-hemoterapia a taxa normal de macrófagos, que é
de 5% no sangue, é elevada para 22% durante 5 dias”. Do 5º ao 7º dia
começa a declinar, elevando-se novamente com a repetição do
procedimento.
VITALIDADE
Um dos ouvintes perguntou onde entra a
auto-hemoterapia como estímulo imunológico, ao que Ida Zaslavsky
respondeu que se trata de uma técnica que faz o sangue aplicado
funcionar como elemento estranho, mantendo o sistema de defesas ativo,
combativo e vigilante. “O organismo passa a ter força e vitalidade para
enfrentar os problemas”, informou, ressaltando que “com o uso da
auto-hemoterapia não se interrompe nenhum tratamento; o sangue fortalece
o sistema imunológico para enfrentar as doenças.
A apresentadora afirmou que se trata de um método de
custo baixíssimo, pois basta uma seringa, e pode ser feito em qualquer
lugar, simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é
aplicado no paciente, precisando apenas de uma pessoa que saiba pegar
uma veia e dar uma injeção no músculo. Dr. Moura assegura que “resulta
num estímulo imunológico poderosíssimo” e opina que “é uma coisa que
poderia ser divulgada e usada em todas as camadas da população sem
nenhum problema”, o que descreve como “a grande vantagem” proporcionada
pela técnica.
IMUNIDADE
Indagada sobre quem pode fazer e quem não pode fazer
auto-hemoterapia, a enfermeira começou citando as pessoas que desejam
prevenir doenças, elevando sua imunidade e disse que entre aquelas que
desejam prevenção inclui sua própria mãe, a qual diz que se sente como
uma adolescente, saudável. Citou em seguida quem vai se submeter a
cirurgia, para ter o estado imunológico aumentado, prevenir problemas e
ajudar na cicatrização. Referiu-se também pessoas que desejam usar a
técnica como auxiliar no combate a efeitos das doenças degenerativas,
exemplificando com uma cliente com herpes acompanhada por ela, que
diminuiu bastante a debilidade.
Os ouvintes quiseram saber também sobre o uso da
auto-hemoterapia por gestantes, ao que Ida opinou: “do nascimento à
finalização pode ser indicada a auto-hemoterapia”, defendendo que “as
grávidas podem fazer, pois serve para elas e o feto já recebe na
placenta; e depois o recém-nascido já recebe estímulos no leite da mãe,
proporcionando o prolongamento do ciclo vital”. Resumiu que a
auto-hemoterapia ajuda na instalação de imunidade mais ativa na grávida,
lembrando que “gravidez não é doença; ao contrário, é a vitalidade
plena”.
BENEFÍCIOS
A enfermeira Ida Zaslavsky conta com uma trajetória
profissional na qual considera a auto-hemoterapia um assunto muito
importante. Na área de saúde ela sempre trabalhou em postos, emergências
e UTIs, e nesse atendimento desenvolveu habilidade com aplicação e
interessando-se pelo estudo científico do estímulo imunológico. Relata
que em 1994 estudava bioenergética, quando teve acesso a um vídeo do Dr.
Luiz Moura que citava a técnica. Começou experiência bem sucedida com
jovens que apresentavam acne intensa, com infecção. Apresentou à mãe,
que tinha obstrução circulatória grave e constatou benefícios. Dali
passou a estudar o tema e a oferecer a outros. Faz 17 anos que ela se
dedica ao uso da auto-hemoterapia.
Outra indagação referia-se à função do sistema
imunológico. A enfermeira catarinense explicou tratar-se do sistema de
defesa do corpo, da imunidade, o qual reconhece o que é próprio e o que
agride o organismo. Acrescentou que ele tem uma espécie de memória,
desempenhando diversas funções na defesa do organismo e dando uma
identidade funcional. Sobre as funções do Sistema Retículo Endotelial,
mostrou que faz a limpeza de partículas estranhas: vírus, bactérias,
células cancerosas e outras substâncias, que remove e previne doenças e
riscos. Entre essas doenças ou anormalidades, citou infarto, entupimento
das coronárias, trombose, reações alérgicas, colesterol, metabolismo que
remove proteínas anormais, ressaltando que articula a imunidade natural
equilibrando as funções vitais. Segundo Ida, “Inúmeros processos
doentios podem ser evitados, abrandados ou curados com a
auto-hemoterapia”.
MACRÓFAGOS
Uma ouvinte de nome Cássia ponderou se os macrófagos
não iriam combater somente o trauma que estava sendo produzido no local
da aplicação do sangue. A especialista informou que com a aplicação
acontece a multiplicação dos macrófagos e que o aumento na sua produção
se dá no organismo como um todo. O local vai funcionar como rejeição e
consequentemente ocorre o aumento dos macrófagos; mas o aumento é
generalizado e é suficiente para combater desequilíbrio e agressão em
qualquer parte do organismo, não só no músculo utilizado para a injeção.
Mais um ouvinte participou indagando o que acontece
quando baixa o equilíbrio, ao que foi respondido: “nosso corpo, a
natureza dele faz com que ele se defenda. Se a agressão é demais, as
defesas normais não são suficientes. Se estiverem baixas as defesas, não
terá com que reagir. Daí a necessidade de elevá-las. Mostrou ainda que
pode ser função do Sistema Imunológico prevenir processos infecciosos,
alergias e doenças auto-imunes, reequilibrando o organismo, fazendo com
que abrande as conseqüências ou sair de situações doentias.
HOMENAGEM
Em termos gerais, Ida Zaslavsky observou que “A
felicidade, a alegria, a tranqüilidade aumentam a nossa imunidade, pois
somos um ser integral. A imunidade estando ativa, estamos vigilantes a
estados infecciosos, doentios, que desgastam a gente”. Para tanto,
sentenciou que “A saúde está dentro de nós – física, mental e
espiritualmente”.
Ao se despedir dos ouvintes Rádio
Campeche – Comunitária, de Florianópolis, a Enfermeira Ida Zaslavsky
prestou uma Homenagem e agradecimento ao Dr. Luiz Moura, a quem
denominou “Doutor da Vitalidade Humana”. Para ela, a experiência do
médico carioca plantou uma semente comunitária que está brotando em
benefício de toda a população.
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