AUTO-HEMOTERAPIA julho de 2011

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do RJ.


AUTO-HEMOTERAPIA - INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE

1. DVD DR. LUIZ MOURA

2. MÉDICOS   3. PESQUISA   4. BIBLIOTECA   5. LINKS  

6. HISTÓRICO  


10.07.2011

Conselho Federal de Farmácia mostra desinformação sobre auto-hemoterapia

A auto-hemoterapia - uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo, é alvo de mais uma abordagem completamente tendenciosa e falaciosa. Foi postado esta semana no YouTube um vídeo do programa “Conexão Saúde Brasil”, com apoio do Conselho Federal de Farmácia - CFF e G-Farma, no qual o farmacêutico Osnei Okomoto dá uma demonstração de desinformação e parcialidade ao tratar do assunto, desconsiderando tudo que já foi feito através dessa terapia, que vem salvando vidas há mais de cem anos.

Em meio a inúmeras afirmações para as quais não apresenta qualquer comprovação, o entrevistado faz uma acusação completamente contraditória: diz que a auto-hemoterapia seria um objeto para ganharem dinheiro enganando as pessoas. Esquece que o que ocorre é exatamente o contrário, pois a auto-hemoterapia pode evitar despesas com medicamentos, desde que a saúde passe a ser tratada com mais profissionalismo e se garanta a realização de pesquisas para comprovar oficialmente a sua eficácia, pois na prática já se sabe que é eficaz.

O representante do CFF ignora que a auto-hemoterapia sempre foi utilizada por médicos e que muito já foi feito para explicar a sua eficácia, e atribui o seu uso às dificuldades de conseguir tratamento via sistema público de saúde, como se auto-hemoterapia tivesse surgido do nada. Demonstrando uma imaginação fértil, o Sr. Osnei Okomoto afirma que os locais onde é feita a auto-hemoterapia seriam locais insalubres, o que é uma verdadeira agressão aos brasileiros que fazem auto-hemoterapia em suas residências ou outros locais que não têm essa característica do imaginário do entrevistado. Além do mais, a auto-hemoterapia só é feita fora das unidades de saúde por causa da proibição ilegal, injusta e desumana feita pela Anvisa.

Outra afirmação completamente fora de foco do representante do Conselho Federal de Farmácia – CFF refere-se à suposta suspensão de tratamentos convencionais por parte dos usuários da auto-hemoterapia. Isto não é verdade. O próprio Doutor Luiz Moura, defensor da técnica, que gravou um DVD explicando a sua aplicação, recomenda que as pessoas cumpram os tratamentos receitados pelos seus médicos e façam a auto-hemoterapia para aumentar a imunidade e ajudar na cura.

O vídeo aqui referido pode ser acessado no link http://www.youtube.com/watch?v=8cP8XzWZqzc . Todas as afirmações do entrevistado podem ser rebatidas com informações que vimos trazendo à tona neste site desde que começaram as repercussões sobre o assunto, há cerca de quatro anos.

 

ANTECEDENTE

Revista Pharmacia Brasileira também entrevistou representante do CFF

 

O mesmo farmacêutico representante do CFF falou sobre auto-hemoterapia em entrevista na revista Pharmacia Brasileira, edição de setembro/outubro de 2007, ocasião em que já mostrava que tomava partido cegamente contra a técnica. A matéria até que começava caracterizando a auto-hemoterapia como “prática simples, barata e ágil” e adiantava que não tinha como negar o crescimento da prática.

De forma tendenciosa, a matéria afirmava que não existiria nenhuma pesquisa sobre a auto-hemoterapia, o que é facilimamente desmentível. Embora tente tratar cientificamente do assunto, a reportagem mostra como o tema é tratado por ele no campo das suposições, pois diz textualmente que a lista de doenças tratadas pela terapia “pode fazer supor que ela esteja se transformando numa panacéia e indo parar nas mãos de leigos aproveitadores”. Somente esta frase apeadas bastaria para mostrar que o trabalho da revista pode até moderno graficamente, mas no conteúdo perde credibilidade.

A reportagem informa em seguida que “O Conselho Federal de Farmácia (CFF) não a reconhece e, por conseguinte, a proíbe e pune os farmacêuticos que a praticarem. Mais uma frase precipitada, pois o fato de não reconhecer não deveria levar necessariamente “por conseguinte” a proibir os farmacêuticos de utilizarem, muito menos punir a prática. Deixaram  de observar algo elementar: nenhuma lei proíbe o uso da auto-hemoterapia.

 

INTRIGANTE

Passam então a entrevistar o farmacêutico-bioquímico Osnei Okumoto, Conselheiro Federal de Farmácia pelo Mato Grosso do Sul. Pergunta: “O que é auto-hemoterapia? Qual o princípio do tratamento?” Resposta de Osnei Okumoto: “A autohemoterapia (AH) é um recurso terapêutico que consiste na retirada de sangue do antebraço e imediata aplicação no músculo. O sangue, em contato com o músculo, provoca uma reação de rejeição do mesmo, estimulando o sistema retículo-endotelial. Os monócitos produzidos na medula óssea deslocam-se para os tecidos, onde são denominados macrófagos, os quais protegem os tecidos, mantendo-os livres de corpos estranhos”.

Uma grande curiosidade ocorre depois dessa resposta do farmacêutico: como ele sabe tudo isso de auto-hemoterapia, se diz que não existem pesquisas a respeito?

 

ESTRANHO

Vem outra pergunta: “O senhor pode falar sobre a técnica utilizada na auto hemoterapia: quantidade de sangue coletado e aplicado, freqüência do tratamento etc.?” Resposta: “Retirase de 05 a 20 ml de sangue do melhor acesso venoso na região antecubital do braço (dobra do cotovelo) e aplica-se no músculo do braço ou da nádega, sem nada ser acrescentado ao sangue. Usualmente, quando o volume é grande (por exemplo, 20 ml), divide-se essa quantidade com a aplicação nos músculos citados. As aplicações são realizadas, de sete em sete dias, para manter a taxa de macrófagos em torno de 22%, quatro vezes mais que numa condição normal.”

Novamente ficamos curiosos: de onde veio a conclusão dele de que a taxa de macrófagos atinge 22%?

 

SOLUÇÃO

A revista pergunta em seguida “Por que a auto-hemoterapia está no centro de tanta polêmica?” Resposta do representante do CFF: “Sabe-se que na história da Hemoterapia, o fascínio do povo pelo sangue nos trouxe a todas as técnicas empregadas, hoje, no tratamento de pacientes com doenças hematológicas ou não, assim como no manejo de pacientes traumatizados, grandes queimados e no preparo cirúrgico. Assim, muito se acredita que a sua utilização poderá trazer respostas para doenças que não tiveram a cura descoberta. A polêmica, neste caso, foi gerada pela proibição da prática, devido à falta de comprovação científica do procedimento, num momento em que as pessoas buscavam uma solução para seus males, de forma simples e barata.”

Aqui ele mostra que muitas funções do sangue foram comprovadas através do tempo e que existe a idéia de que o sangue pode resolver doenças que ainda não tiveram a cura descoberta. E fala sobre a comprovação científica do procedimento, porém esquece que em mais de 100 anos de auto-hemoterapia nunca foi contestada cientificamente a sua eficácia. Ao contrário, milhares de casos estão somando-se a cada dia à lista de soluções conseguidas através da auto-hemoterapia.

 

CONVENÊNCIAS

Continuando, a revista indaga: “As pessoas que recorrem a essa terapia o fazem, principalmente, para tratar infecções da pele, como acne, eczemas, dermatites de contato etc. Mas há uma lista de 41 doenças em cujo tratamento foi utilizada a auto-hemoterapia. A lista vai do alcoolismo à úlcera do estômago, passando pela Diabetes melitus, epilepsia, esclerose múltipla, hipertensão, pneumonia e outras as mais variadas. A auto-hemoterapia está virando uma panacéia?” Ao que o Sr. Okumoto responde: “Sim, os boatos transmitidos por pessoas que aderiram à auto-hemoterapia expandiram a lista de doenças contra as quais a prática é indicada. Bastou uma pequena melhora do paciente que já vinha sendo tratado com medicamentos, e o mérito foi dado à auto-hemoterapia”.

O entrevistado aborda o assunto de acordo com as conveniências da sua entidade, pois confunde informação com boato, já que o que existem são fatos concretos comprovados, ao mesmo tempo em que ignora a existência de inúmeros depoimentos de pessoas que passaram a fazer auto-hemoterapia depois que todos os medicamentos indicados e receitados foram utilizados sem sucesso.

 

EVIDÊNCIAS

A revista segue perguntando: “Os macrófagos naturalmente desencadeiam uma poderosa ação contra vírus, bactérias e até células cancerígenas. Os macrófagos são a principal arma da auto-hemoterapia. Essa técnica está sendo utilizada, também, no combate ao câncer? Há eficiência nesse tratamento?” e ele responde: “Relata-se que os macrófagos têm importante papel no combate às células cancerígenas. No entanto, não evidenciamos eficiência ou eficácia em pacientes com esse tipo tratamento, exclusivamente, uma vez que temos pacientes em vários estágios de desenvolvimento

da doença”.

Estranha resposta, pois se ele alega que não existiriam pesquisa para comprovar a eficácia, como alega a falta de evidências, se não pesquisou?

 

 

“O que o senhor tem a dizer sobre o tratamento à base da auto-hemoterapia de doenças originárias de desordens hereditárias, como a Coréia ((Doença de Huntington)?”, perguntou a revista, e o entrevistado respondeu: “A Coréia está na lista das doenças que já foram tratadas com essa terapia. Não acredito que uma doença degenerativa, oriunda de uma desordem hereditária, possa ser curada com esse procedimento terapêutico.”

Como vemos, nesse caso ele nem trata da pesquisa, diz logo o que ele pessoalmente não acredita e, como os defensores da auto-hemoterapia não foram ouvidos, isto passa a ser apresentado como a verdade para os farmacêuticos leitores da PHARMACIA BRASILEIRA.

 

INVERSÃO

Segue outra pergunta: “A técnica não está regulamentada pela Anvisa, nem pelo Conselho Federal de Medicina. Também, não é reconhecida, nem aceita, nos meios científicos nacionais representados pela SBHH (Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia) e CBH (Colégio Brasileiro de Hematologia). Mas o senhor tem informações de que o Conselho Regional de Enfermagem (Coren) do Distrito Federal publicou um parecer favorável à auto-hemoterapia, inclusive autorizando estudantes da graduação a utilizarem o procedimento, a título de estágio, desde que sob a supervisão de um enfermeiro e com a autorização do órgão. Por outro lado – e o senhor também possui informações sobre isso -, postos médicos do Município de Sete Lagoas (MG) aderiram ao tratamento com auto-hemoterapia. O senhor também informa que o próprio Secretário de Saúde de Olinda (PE) prescreve como médico a auto-hemoterapia, em posto médico. O que está acontecendo é uma contradição? Ou é a auto-hemoterapia que avança, a despeito de seu não-reconhecimento?”

Osnei Okumoto responde: “O que acontece é um desrespeito às normas dos Conselhos de classe e da sociedade de especialistas na área. Contudo, não podemos deixar de admitir que a autohemoterapia está mesmo se expandindo pela ação de oportunistas, a maior parte deles de leigos, que buscam, com essa prática, a lucratividade em cima do desespero de pessoas incautas lutando pela cura.

Aqui o Sr. Okumoto inverte as coisas, falando em lucratividade de uma técnica que em como único custo uma seringa, um chumaço de algodão, um pouco de álcool e uma pessoa que saiba realizar o procedimento. Ele fala em desrespeito a normas, mas não existe, na verdade, norma legal nenhuma proibindo o uso da técnica; esta é que é a verdade.

A pergunta, por sua vez, mostra que toma partido, ao dizer que a AHT não seria aceita nos meios científicos nacionais. Os meios científicos não têm que aceitar nada; têm de pesquisar e comprovar o que é eficaz ou rejeitar o que não for. Mas mostra que se o Conselho de Enfermagem do DF tratou a técnica de forma mais aberta, o que ocorreu também em outros órgãos de Minas Gerais, Pernambuco e outros, a auto-hemoterapia não seria assim algo que simplesmente se nega. Ao contrário, não se nega e ela parece um fantasma para setores que podem deixar de lucrar com a doença dos cidadãos. Além do mais, não é verdade que inexista aceitação nos conselhos, pois o CFM voltou atrás e permite a auto-hemoterapia através do Tampão Sanguíneo Peridural – TSP, o Plasma Rico em Plaquetas e certamente breve terá de permitir todas as outras formas que forem sendo comprovadas.

 

MUDANÇA

Mais uma pergunta veio em seguida: “Diante da não-aceitação e proibição, pacientes estão buscando farmácias, drogarias e até estabelecimentos e profissionais leigos, para se submeterem ao tratamento. Esses estabelecimentos estão cometendo infrações ética e sanitária? A que penalidades estão sujeitos?” Resposta: “Como diz a RDC 153/2004, ‘as extrações de sangue com fins terapêuticos só podem ser realizados, quando o médico do paciente solicitar, por escrito, o procedimento, e quando um médico hemoterapêuta do serviço aceitar a responsabilidade pelo ato...’ (B.7.12). Assim, a prática da auto-hemoterapia por não médicos enquadra-se como exercício ilegal da Medicina cuja pena é de detenção (seis meses a dois anos) e multa (se houver lucro).”

Responsabilidade pelo ato torna-se difícil hoje, com a proibição autoritária e injusta do uso da técnica, mas exercício ilegal da medicina é outra coisa, não essa citação do RDC 153/2004 da Anvisa, que, aliás, poderia aproveitar esse momento para fazer uma revisão e incluir a auto-hemoterapia como procedimento.

 

ABSURDO

Nova pergunta: “A proibição pode incentivar a atuação de pessoas desqualificadas? Há perigo nisso?” Resposta: Qualquer tipo de atividade simples e que traz lucro fácil é passível de ser explorado por pessoas desqualificadas, ainda mais quando essa atividade é proibida. O que expõe as pessoas ao risco é realização da auto-hemoterapia em locais sem condições sanitárias como residências e prédios do comércio em geral.”

Nota-se a vontade de denegrir a imagem dos adeptos da auto-hemoterapia, quando fala o absurdo de que seria um tipo de atividade que traz lucro fácil. Já mostramos de que lado está o lucro fácil. O entrevistado mostra também grande desrespeito com os cidadãos brasileiros, ao afirmar que suas residências e pontos comerciais não teriam condições sanitárias. Tanto tem que a auto-hemoterapia vem sendo utilizada e nunca foi constatado nenhum problema decorrente da sua aplicação. Entretanto, tudo isto só ocorre por causa da decisão absurda da Anvisa de proibir a sua utilização, sem nenhum parecer confiável que recomendasse tal providência.

 

RECONHECIMENTO

Prosseguindo, indaga: “Como o Conselho Federal de Farmácia se manifesta sobre a realização da auto-hemoterapia por farmacêuticos?” E o entrevistado Responde: “Por se tratar de atividade não reconhecida pelo CFF, há infração ao art. 11, inciso VIII da Resolução número 461, cuja penalidade é de multa ou suspensão de até três meses do exercício profissional”.

Indagamos também: com base em que o CFF não reconhece a auto-hemoterapia?

 

ANIMAIS

Sem citar nenhuma origem para a “atribuição”, a revista pergunta: “Há quem atribua ao procedimento um efeito placebo. O senhor concorda com esse pensamento?” E a resposta, novamente, não traz quaquer base ou comprovação: “Sim, a esperança de uma cura milagrosa leva pessoas a se submeterem, muitas vezes, a métodos não convencionais de tratamento e, neste caso, a prática da AH pode levar o paciente a acreditar no efeito terapêutico do procedimento, obtendo algum resultado em determinadas doenças. Temos que lembrar, também, dos benefícios da crença, o que chamamos de auto-sugestão.”

Aqui ele teria de apresentar estudos mais avançados, explicando inclusive o efeito placebo em cães, cavalos, bois, porcos e outros animais. De que forma eles são iludidos ou auto-sugestionados.

 

PROCEDIMENTOS

A longa entrevista segue: “A auto-hemoterapia oferece algum risco ao paciente? Ela apresenta contra-indicações?” Resposta: ”A aplicação por pessoas despreparadas e em locais sem condições sanitárias pode ocasionar hematomas, abscessos e infecções generalizadas. Não conhecemos contraindicações, pois não há pesquisas sobre as doenças divulgadas.”

Precisamos lembrar que hematomas, abscessos e infecções generalizadas são encontrados diariamente nos ambientes que o entrevistado considera em condições; não se trata, portanto, de risco da auto-hemoterapia, mas de qualquer procedimento.

 

EQUÍVOCO

“A técnica de retirar sangue do antebraço e aplicar no músculo começou a ser utilizada, em 1911. Há quase um século que ela é empregada e está em processo de expansão, no Brasil. Não há, portanto, como desconhecer esse tratamento. Contudo, não existe, na literatura médica, tanto nacional, quanto internacional, qualquer estudo com evidências científicas sobre a auto-hemoterapia. O que é mais inteligente: proibi-la, ou pesquisá-la?”. Diante dessa pergunta, o farmacêutico disse que “As competências são diferentes. Os órgãos sanitários têm a obrigação de proteger a população frente a um iminente risco à saúde dos usuários do tratamento. E as universidades e centros de pesquisa, por sua vez, podem – devem - estudá-la, relatando os resultados dos seus estudos.

Mais uma pergunta sem resposta: de que riscos os órgãos sanitários estariam protegendo a população. Ele conheceria e apresentaria algum caso que justificasse esse risco. Registre-se também que não é verdade o que está incluído na pergunta, de que não haja estudos com evidência científica. Existem, sim. Mais de 200. Muitos deles deixaram de ser considerados pelo CFM porque, pasmem! “Encontram-se escritos em outros idiomas”.

 

TRUCULÊNCIA

A revista perguntou ainda: “Por ser um tratamento simples, barato, ágil, o senhor acha que a auto-hemoterapia sofre pressões para não ser estudada e reconhecida?”, ao que disse: “Não acredito. Essa argumentação parte de pessoas defensoras da AH, que justificam a falta de pesquisas sobre o assunto como decorrente de pressões dos interesses financeiros”.

A verdade está aí nos atos da Anvisa e dos Conselhos, a partir da proibição truculenta inclusive da pesquisa que estava sendo realizada na Secretaria de Saúde de Olinda. Depois, a Anvisa alega que não teria objeções. Meio contraditório, sim.

 

DESCASO

Por fim, PHARMACIA BRASILEIRA perguntou: “E o senhor, acredita na autohemoterapia?”. A resposta foi: “Todas as vezes que me deparei com lançamento de medicamentos que servem para “todos os males”, percebi uma má intenção dos seus produtores e vendedores, pois havia o lucro fácil por trás do “fenômeno”. No caso da AH, pode até haver bons resultados, em algumas doenças, mas só acreditarei em sua eficácia, quando a prática estiver comprovada, cientificamente. Agora, só posso dizer que a prática está proibida e que devemos alertar as pessoas quanto ao risco da aplicação, como vem sendo feito clandestinamente por pessoas leigas que cobram pelo tratamento de sete em sete dias”.

Mais uma vez a resposta é uma prova do descaso dos Conselhos da área de saúde e da Anvisa / Ministério da Saúde, para com os anseios da população que deseja, sim, ver a auto-hemoterapia incluída como tratamento alternativo no Sistema Único de Saúde – SUS.

 


RELATOS

Na prática,

um bem

para a saúde


Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os Antibióticos...

Nosso site passa a publicar artigos do Dr. Jorge Martins Cardoso, médico sergipano que vem escrevendo sobre medicina, medicamentos e terapias na imprensa escrita e na internet. A contribuição do Dr. Cardoso para a luta em defesa de melhores dias para a saúde pública e da auto-hemoterapia tem um valor inestimável e com certeza vem ajudando a salvar muitas vidas.


“COMO SE FOSSE CRIME LUTAR PARA TER SAÚDE”

Sindicalista do Espírito Santo pede na Justiça direito de usar técnica



Razões para liberar o uso da Auto-hemoterapia no Brasil


14.04.2011

Professor diz que eficácia da AHT pode ser comprovada em quinze dias nos hemofílicos


18.04.2011

COREN-SP no âmbito autoritário


24.04.2011

O bem que a auto-hemoterapia trouxe


20.02.2007

Incríveis benefícios da Auto-hemoterapia 

DVD - O médico Luiz Moura explica como funciona a auto-hemotapia (assista ao video completo)


Protocolo de AHT

   DR. LUIZ MOURA

04.05.2011

Dia de luta pela auto-hemoterapia livre


CFM dá resposta vazia a Deputado




COMO FUNCIONA A AUTO-HEMOTERAPIA

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DESTAQUES 

MEU SANGUE ME CURA - DE A A Z

1. O que é auto-hemoterapia?

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

 

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

   

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

   

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

   


 

BREVE HISTÓRIA DA AUTO-HEMOTERAPIA

TESE DE DOUTORADO MOSTRA EFICÁCIA DA AUTO-HEMOTERAPIA JÁ EM 1924

 CFM E SBHH NÃO TÊM ARGUMENTOS CONTRA A AUTO-HEMOTARAPIA 

DOCUMENTÁRIO MOSTRA SITUAÇÃO ATUAL DA AHT NO BRASIL

NOTA TÉCNICA DA ANVISA SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA: UM FORTE ABUSO DE PODER

PESQUISA DO SITE ORIENTAÇÕES MÉDICAS

ARTIGO DO DR. LUIZ MOURA - AUTO-HEMOTERAPIA

TRANSCRIÇÃO DO DVD COM ENTREVISTA DO DR. LUIZ MOURA

LIVRETO COMPILADO POR OLIVARES ROCHA - TRANSFIRA PARA SEU COMPUTADOR 

CFM VOLTA ATRÁS PARA PERMITIR AUTO-HEMOTERAPIA COM TAMPÃO

PELO FIM DE UMA AGRESSÃO À ARTE DE CURAR 

HISTÓRICO - ARTIGO "'FRAUDE' FORJADA"

O MÉDICO BAIXOU O NÍVEL


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