Espaço dedicado à divulgação da técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos.


INFORMAÇÕES SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA, A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE


 

AUTO-HEMOTERAPIA NA 98 FM (REPÓRTER 98 – 12.02.2009)

Felinto Rodrigues – Meu amigo, minha amiga ouvinte do Repórter 98, hoje excepcionalmente nós não vamos divulgar as Notícias do Dia nem vamos ler o Pensamento do Dia nem o Editorial. Nós vamos direto ao assunto, que reputo de extremo interesse sobretudo popular. Trata-se de uma técnica – eu não tenho muita desenvoltura com a Medicina, de forma que eu devo me expressar à minha maneira, prá me fazer entender. Mas trata-se de uma providência no sentido de fortalecer as imunidades do corpo das pessoas. Chama-se auto-hemoterapia e algumas pessoas já haviam me tratado do assunto, eu conheço gente que adotou a auto-hemoterapia e se deu bem; nós temos ele aqui na nossa frente e vai falar daqui a pouco, mas sobretudo me deparei com uma pessoa que conhece profundamente, estudou e graças a um artigo que eu li, dele, ele e eu chegamos a um entendimento e eu o convidei para nos dar uma entrevista aqui hoje, para que ele possa transmitir prá você, meu amigo, prá você, minha amiga, você que eventualmente possa ter uma carência de fazer essa aplicação ou tenha uma pessoa da família carente, o meu entrevistado de hoje é o jornalista Walter Medeiros. Boa noite, Walter, prazer em recebe-lo no Repórter 98.

Walter Medeiros – Boa noite Felinto, boa noite Robson, boa noite a todos, boa noite aos ouvintes da 98 e das emissoras de Canguaretama, João Câmara e Currais Novos, a satisfação é nossa, nós estamos à disposição.

Felinto Rodrigues – Walter, eu tive o cuidado, a prudência de dizer no início logo do programa, que os meus conhecimentos acerca do assunto são bastante superficiais. Entretanto, aprendi muito com você nessa meia hora que você passou no meu gabinete, porque ao contrário de mim você é profundo conhecedor, profundo conhecedor do assunto. Walter, por que e como você se interessou pela auto-hemoterapia?

Walter Medeiros – Eu quero esclarecer que esse profundo conhecimento que você fala aí, eu talvez até tenha, mas como jornalista.

Felinto Rodrigues – Certo.

Walter Medeiros – Conhecedor como curioso.

Felinto Rodrigues – Você pesquisou, não foi?

Walter Medeiros – É, porque a coisa me chamou atenção, eu estava na minha casa e chegou um cunhado meu, há coisa de uns três anos, quatro anos, com o DVD do Doutor Luiz Moura, que um amigo dele tinha enviado prá ele analisar, que ele tinha uma doença que os médicos consideram da família do Lupus, e ele tava muito preocupado, cheio de problemas e a gente assistiu o DVD. Ele passou a fazer uso e se deu bem. Se deu bem, constataram melhoras, etc. E em função disso eu passei a me interessar pelo assunto.

Felinto Rodrigues – Sei.

Walter Medeiros – Minha mulher, Graça, ela tinha uma enxaqueca histórica, daquelas que chegou a tomar todos os remédios que você imaginar. Inclusive um, que eu tava comentando com você, era um remédio que eram dois comprimidos prá tomar de uma vez e tinha que ter um repouso absoluto, certo? Se tornasse, podia ficar bom. Não é? Então ela tomou até esse remédio e depois da auto-hemoterapia ela nunca mais teve enxaqueca. Mas o ponto inicial mesmo desse processo agora foi uma matéria do Fantástico sobre auto-hemoterapia. Me chamou atenção, porque eles chamaram a auto-hemoterapia de fraude. E no momento, na época, eu escrevi um artigo chamando “Fraude forjada”, porque eu não considerei que era fraude, ao contrário, foi uma coisa meio que maquinada prá criticar a auto-hemoterapia. O próprio presidente do Conselho Federal de Medicina agiu de uma forma muito vulgar, chamando o Doutor Moura de picareta, não é? Ele foi anti-ético naquela hora.

Felinto Rodrigues – É bom explicar que é Doutor Moura.

Walter Medeiros – Doutor Luiz Moura é o autor de um DVD sobre auto-hemoterapia, ele utiliza auto-hemoterapia desde 1940. Ele trabalhava com o pai dele, desde o tempo em que era estudante de medicina. Desde 1940. em 1940 foi feita uma pesquisa importante, por um médico chamado Jessé Teixeira. É o marco, no Brasil, prá auto-hemoterapia. Em 1976, outro médico, chamado Ricardo Veronesi fez outra pesquisa, com outro objeto e chegou às mesmas conclusões. Então, essas duas pesquisas são consideradas marcos na área da auto-hemoterapia. Nos anos 80 o Doutor Moura passou a utilizar a auto-hemoterapia prá muitas outras situações com a clientela dele e obteve resultados surpreendentes, que são narrados no DVD.

Robson Carvalho - Agora, deixe eu lhe fazer uma pergunta preliminar. Para quem não sabe, o que é a auto-hemoterapia?

Felinto Rodrigues – Era isso que eu ia pedir a ele.

Walter Medeiros – Auto-hemoterapia – como eu disse você, todo mundo vai ter condições de ter acesso na internet, porque tá disponibilizado o próprio DVD e o próprio texto. Mas auto-hemoterapia basicamente significa retirar uma quantidade de sangue da veia e aplicar no músculo.

Felinto Rodrigues – O seu próprio sangue.

Walter Medeiros – É, o próprio sangue é aplicado no músculo.

Felinto Rodrigues – Reaplica no músculo.

Walter Medeiros – Reaplica no músculo. Que varia de 5 ml a 20 ml e aí divididos: cinco ml em cada braço e nas nádegas. Em cada nádega. No máximo 20 ml. O fato é que a auto-hemoterapia, essa aplicação multiplica pelo menos por quatro o número de macrófagos, o que significa multiplicar as defesas do organismo. Durante cinco dias, plenamente. A partir daí passa a decair, até o sétimo dia, quando volta ao normal. Por isso é que muita gente aplica de cinco em cinco dias e outros aplicam de sete em sete dias, que seria o mais normal. Então, o básico é isso: aumenta as defesas do organismo e por isso o indivíduo consegue enfrentar muitas enfermidades.

Robson Carvalho – Quero só motivar aos nossos ouvintes, você pode mandar uma mensagem de texto com a sua opinião, se tiver opinião contrária, para que a gente estabeleça aqui os dois lados da moeda, não é? Pode mandar uma mensagem de texto no 9982-7916, pode também ligar para o 4009-9898 ou mandar um e-mail, você que tá ouvindo pela internet, mandar um e-mail para o locutor@radio98.fm.br. Motivar também a outra participação e a interação aqui com os amigos convidados.

Felinto Rodrigues – Claro. Nossos ouvintes. Olhe, além da narrativa de Walter a respeito do cunhado dele, eu convidei um amigo de muitos anos, velho amigo, que enfrentou um problema muito sério de saúde e ele vai, naturalmente sintetizando um pouco, ele vai narrar como ele ficou, em que estado ele ficou e como, a partir da primeira aplicação, ele reagiu. Eu me refiro a Célio Capistrano, que está aqui conosco, boa noite Célio Capistrano, prazer em recebe-lo no Repórter 98.

Célio Capistrano – Boa noite Felinto, boa noite senhores ouvintes. Bom, Felinto, você pode fazer as perguntas, que eu vou mais ou menos.

Felinto Rodrigues – Célio, você teve um CA, num foi?

Célio Capistrano – Foi. Um câncer.

Felinto Rodrigues – Você, configurou-se que você teve um CA, você

Robson Carvalho – Onde foi o câncer?

Célio Capistrano – Foi no intestino.

Felinto Rodrigues – No intestino, muito bem. Você foi a cirurgia? Fez cirurgia?

Célio Capistrano – Fiz cirurgia: dois tumores e treze prólipos. Fui operado e fiquei em recuperação uma base de uns cinqüenta, sessenta dias,

Felinto Rodrigues – Fragilizado?

Célio Capistrano – Fragilizado,     

Felinto Rodrigues – Perdeu quantos quilos?

Célio Capistrano – Uma base duns trinta quilos.

Felinto Rodrigues – E você fez a aplicação.

Célio Capistrano –Fiz.

Felinto Rodrigues – Como? Como você teve acesso ao assunto?

Célio Capistrano – Primeiro eu comecei a fazer a rádio e a quimioterapia.

Felinto Rodrigues – Sim

Célio Capistrano – Que me debilitou muito mais ainda.

Felinto Rodrigues –Sei.

Célio Capistrano – Deve ter feito bem também. Claro, não to aqui condenando.

Felinto Rodrigues – Mas tem efeito colateral.

Célio Capistrano – Colateral. E recebi de presente de um amigo meu e ex-sócio um DVD do Doutor Luiz Moura, a quem o Walter acabou de se referir. E assisti e vi que era uma coisa séria, que tinha fundamento e como eu não podia mais no momento fazer mais nem a quimio nem a radio, porque eu estava com as minhas defesas muito baixas, então eu passei a fazer a auto-hemoterapia, com que me recuperei quase que de pronto. No caso do aumento das defesas, não é? Subiram, porque é quase que imediato, é multiplicado por cinco vezes, passei a me alimentar melhor e cheguei a tomar quinze aplicações. De oito em oito dias, sete em sete dias, havia uma variação de um dia, dois, que não vai mudar e não foi mais preciso, não retornei mais a tomar nem a radio nem a quimio e me considero curado, porque estou vivendo minha vida praticamente como era antes da operação.

Felinto Rodrigues – E você recuperou peso também?  

Célio Capistrano – É, já estou com uma faixa dos setenta, setenta e dois quilos. E ganhei uns trinta quilos, meus trinta quilos que eu havia perdido,

Felinto Rodrigues – Resgatou.

Célio Capistrano – Resgatei.

Felinto Rodrigues – Bom, os nossos ouvintes estão percebendo que nós trouxemos aqui o assunto no intuito de informar a opinião pública. Porque imagine, você que me escuta, você que tem limitações econômicas, não pode comprar remédio e de repente ou você próprio ou um familiar seu adoece e você fica numa situação dramática, porque não tem condições de assistir. Claro que essa autoaplicação não é tão abrangente, eu suponho, que resolva tudo; mas o fato de você saber quer retirando da sua própria veia dez ou quinze ml e reaplicando em duas partes do corpo, ou nas nádegas ou no músculo, sim!

Célio Capistrano – Eu tomava na faixa de oito, sete e meio, oito ml, porque é de cinco a vinte, dependendo da gravidade.

Felinto Rodrigues – Sei.

Célio Capistrano – Eu nem tomava cinco nem tomava vinte: tomava somente o que a seringa dava prá ter somente uma picada, vamos dizer.

Felinto Rodrigues – Você não fazia duas aplicações não.

Célio Capistrano – Não.

Felinto Rodrigues –Só uma, direto.

Célio Capistrano – Só uma direto.

Robson Carvalho – Você mesmo fazia isso.

Célio Capistrano – Não.

Felinto Rodrigues – Uma enfermeira. Uma enfermeira.

Célio Capistrano – Mas existem pessoas que fazem em si próprias.

Felinto Rodrigues – É. Como o assunto ele é polêmico, como o assunto tem uma rejeição dos médicos, total e absoluta, porque a rejeição é total. Eu tenho ligações com médicos, eu tenho uma filha que é médica. E ela se preocupou muito, o jantar de ontem o tema foi esse assunto foi esse, foi a entrevista de hoje, mas eu não tenho o direito de aquilo que eu acredito ou aquilo que me pareça positivo – eu não sou médico, é, não tenho conhecimentos médicos, mas os exemplos, o de Célio Capistrano  é um exemplo vivo que está aqui na nossa frente. O Walter, o jornalista Walter, que estudou, Walter é um phd no assunto, porque tem publicações, aprofundou-se muito, eu fiz questão de trazer prá você, você que nos recebe na sua casa em Natal ou no interior, trazer prá você esse assunto, que de repente pode ser a solução da cura de, repito, sua ou de uma pessoa muito próxima a você.

Locutora – E eu tenho uma pergunta pro Célio: há quanto tempo, Célio, você passou por esse tratamento? E se teve alguma reação.

Célio Capistrano – O tempo, da minha operação, um ano e seis meses, sete meses. E que eu me submeti a esse tratamento, um ano e quatro meses mais ou menos. Tomei quinze aplicações.

Robson Carvalho – Durante quantos dias?

Felinto Rodrigues – Ele disse.

Célio Capistrano – De oito em oito dias. De oito em oito dias você toma uma aplicação. Se multiplicar, um mês quatro semanas, não é? Eu sei que eu tomei quinze; quinze aplicações. Não, nenhuma reação.

Felinto Rodrigues – Você não sentiu.

Célio Capistrano – Senti a reação espetacular,

Felinto Rodrigues – Positiva. Conte aquele fato. Você estava debilitado.

Célio Capistrano – Não podia nem caminhar.

Felinto Rodrigues – Nem caminhar. Tremia quando se levantava, não é isso?

Célio Capistrano – Tomei à noitinha e no dia seguinte pela manhã eu tava mexendo na minha caduquice, que é nos meus pés de pimenta no quintal.

Felinto Rodrigues – No quintal.

Célio Capistrano – Aí ahei que isso não pode ser, eu tomei ontem, é milagre! Mas parece que era mesmo milagre, que eu me dei muito bem, passei a melhorar, caminhar melhor, me alimentar melhor, e acho que tô salvo.

Felinto Rodrigues – Walter, qual é o seu comentário a respeito dessa colocação de Célio?

Walter Medeiros  - Olhe, como Célio existem milhares e milhares de pessoas com esse resultado pelo Brasil afora. Isso é o que a gente vê diariamente: nos fóruns que tratam de auto-hemoterapia, no site, num site chamado Orientações Médicas, que tem uma pesquisa pública e virtual sobre o assunto, já respondida por 444 pessoas, que se trataram com auto-hemoterapia e obtiveram bons resultados e fazem o relato lá.

Felinto Rodrigues – Sei.

Walter Medeiros – Então, esse é um caso que se enquadra nessa listagem muito grande e nesse ponto nós estamos vendo diariamente esses exemplos. Então, eu tinha comentado com você que o ano passado o Brasil e o mundo todo tomaram conhecimento de um fato que foi um caso que foi estudado e foi dado como a descoberta de uma cura para um tipo de câncer, porque foi estudado um caso. Na auto-hemoterapia você tem milhares de casos comprovadamente com resultado e as autoridades da área de saúde questionam. Eu acho que é, o mais grave disso tudo é que nós estamos vivendo um momento onde existe uma proibição meio mal explicada. Essa proibição, ela precisa ser revista, pela ANVISA, pelo Conselho Federal de Medicina e pela Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, precisa ser vista pelas autoridades de saúde porque a população está sofrendo com isso. A população precisa fazer auto-hemoterapia, não faz, o que é que acontece? Vou lhe dar um exemplo: no ano passado um Tribunal Superior autorizou um portador de hepatite c fazer um tratamento alternativo que o Hemocentro de Belém não permitia, recusava, porque como entidade médica não era permitido fazer esse tratamento alternativo. Ele precisou ir prá justiça e o Hemocentro inda recorreu; recorreu prá pessoa não fazer o tratamento com sangue. E o Tribunal Superior autorizou, dizendo que a pessoa, ele diz o seguinte: “sempre que houver risco

Robson Carvalho- Qual foi o Tribunal?  

Walter Medeiros – É sexta turma do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, no Distrito Federal. “Sempre que houver risco iminente de morte o paciente poderá se socorrer de terapêutica alternativa”. É o entendimento da sexta turma do Tribunal Regional Federal da Primeira Região.

Felinto Rodrigues – É, porque existe realmente um tabu muito forte. Eu não conversei com nenhum médico, aliás, um, que eu não posso declinar o nome porque os médicos são perseguidos. Doutor Luiz Moura teve o registro cassado, não é? Então, depois que eu estou tratando desse assunto só conheci um médico que apóia, apóia o tratamento e deu várias explicações a pessoas que eu conheço.

Robson Carvalho – É daqui?

Felinto Rodrigues – É daqui de Natal. Um só. 

Walter Medeiros – Pois eu lhe declino outros.

Felinto Rodrigues – Você tem outros daqui?

Walter Medeiros – Tenho, tenho. Dr. Francisco das Chagas Rodrigues, foi diretor do Hospital João Machado. Ele deu uma declaração no nosso site dizendo que a proibição da auto-hemoterapia é uma agressão à arte de curar.

Felinto Rodrigues – Uma agressão à arte de curar.

Walter Medeiros – É, ele deu essa declaração, está lá. Dr. Alex Botsaris, que é autor de um livro chamado “Sem anestesia”, que é um livro muito conhecido no Brasil inteiro na área de humanização hospitalar, como acompanhante do filho passou uma época num hospital e escreveu esse livro. Dr. Alex Botsaris escreveu um artigo num site, no artigo ele dizia que “não é verdade que não exista comprovação científica da auto-hemoterapia”. Ele diz textualmente isso. Dr. Eliel de Souza, da Liga Contra o Câncer no Rio Grande do Norte, deu uma declaração dizendo que também devia ser pesquisada a auto-hemoterapia. Porque pelo que foi criado, pelo clima que foi criado, a impressão que se tem é de que está proibido fazer qualquer coisa na área de auto-hemoterapia. E tem uma relação de outros médicos.

Robson Carvalho – Eu tenho o pensamento seguinte: na hora que surge uma situação, seja um tratamento alternativo ou qualquer situação polêmica, em qualquer área, seja da saúde ou outra, não é? Mas se há questionamentos, se há dúvidas, antes de se opor que se estude a situação, não é? Então eu acho que os conselhos deveriam, talvez fosse importante se debruçar sobre o assunto. Monta-se um grupo de estudo, de pesquisa e a paretir daí você pode ter uma opinião mais embasada para condenar ou para motivar que isso seja feito, não é? E aí você falou agora que já existem situações comprovadas. Você citaria algum tipo de estudos, de trabalhos científicos ou mesmo de algum tipo de comprovação?

Walter Medeiros – Olhe, o Conselho Federal de Medicina emitiu um parecer em dezembro de 2007 – parecer número 12, dizendo que a auto-hemoterapia não era comprovada cientificamente e que não devia ser aplicada pelos médicos. O que é que significa isso? Um parecer, onde está lá, textualmente, que foram estudados 91 trabalhos científicos – os abstrats, ou seja, os trabalhos não foram lidos pela pessoa que fez o parecer. Ele leu só o resumo. E em cima desses 91 trabalhos disse que não era comprovado cientificamente. Dr. Alex Botsaris diz no artigo dele que existem mais cento e tantos artigos, o que já totaliza duzentos e tantos artigos sobre auto-hemoterapia. Artigos indexados nas bibliotecas do mundo inteiro como trabalhos científicos na área de auto-hemoterapia. Se existem todos esses trabalhos, qual é o comportamento do Conselho Federal de Medicina e das autoridades médicas? Eles dizem que a auto-hemoterapia não é comprovada cientificamente e que pode provocar males. Só que se não é comprovado cientificamente, quais são os males? Precisava pelo menos estudar prá dizer se faz mal ou não. Se é bom ou ruim.

Felinto Rodrigues – O porque da proibição, né? Explicar o porque da proibição.

Robson Carvalho – Existe algum caso onde a pessoa teve uma situação, ficou numa situação difícil porque fez a auto-hemoterapia? Antes da sua resposta, só motivar os nossos ouvintes, né? Os médicos ou outros ouvintes que queiram dar alguma opinião positiva ou negativa sobre o tema, mensagem de texto para 9982-7916, a mensagem de texto ou pode telefonar prá 4009-9898 e também e-mail para locutor@radio98.fm.br.

Walter Medeiros – Uma coisa interessante: nesses relatos do site de Orientações Médicas e dum forum sobre auto-hemoterapia não se encontrou nenhum relato de reação adversa ou de problema que a pessoa teve porque usou a auto-hemoterapia. É desconhecido.

Robson Carvalho – Tem aqui uma ouvinte, Vilma Couto, que quer saber se um paciente que esteja se submetendo a tratamento de quimioterapia também pode, concomitantemente, se submeter à auto-hemoterapia.

Felinto Rodrigues – Você é um caso, né (referindo-se a Célio Capistrano)

Walter Medeiros – O doutor Luiz Moura, no DVD, que está transcrito também  ele diz que é possível e que pode e que não tem o menor problema.

Felinto Rodrigues – Não há incompatibilidade nenhuma.

Walter Medeiros – O que ele diz que é incompatível, ele considera incompatível por desnecessidade, é na radioterapia. Na radioterapia ele diz que é desnecessário.

Felinto Rodrigues – Agora, Walter, eu assiti o DVD dele, ele disse que faz o tratamento, sem necessidade, mas para criar, aumentar a resistência, a imunidade, manter.

Walter Medeiros – As defesas.

Felinto Rodrigues – As defesas. Não é verdade?

Walter Medeiros – Exatamente, prá manter as defesas do organismo.

Célio Capistrano – Essa aplicação, além de curar, ele previne muita coisa.

Felinto Rodrigues – Previne. Agora, Walter, do ponto de vista objetivo, como é que a gente podia aqui sugerir às pessoas de baixo poder aquisitivo, que têm necessidades financeiras ostensivas, estão desempregados, enfim, esse quadro que é vivido na periferia de Natal e na periferia de todas as cidades do Brasil. Qual é a sugestão que você dá para que essa pessoa possa se coordenar com alguém, com alguma instituição, porque nem todo mundo tem internet. Nem todo mundo pode abordar o assunto pela internet. Qual seria a maneira mais prática de ter acesso ao tratamento? Qual é a sua sugestão?

Walter Medeiros – Bom, a sugestão, no caso de querer usar a auto-hemoterapia é assistir ao DVD do Dr Luiz Moura.

Felinto Rodrigues – Certo, agora, como você sabe, ter acesso ao DVD também é problemático, porque tem gente poraí que nunca viu um DVD, porque não tem um aparelho em casa, não tem na casa do vizinho, tem, existiria alguém em Natal que pudesse procurar, que pudesse procurar para receber uma orientação, prá conversar sobre o assunto?

Robson Carvalho – Acrescentando, a Vilma Couto pede para repetir o site onde se encontram essas Orientações Médicas. Tem aqui o www.campanha-auto-hemoterapia.blogspot.,com . Ou mesmo se você pudesse dar, porque está tão longo aqui, você poderia dar o e-mail para que as pessoas passasem um e-mail, se fosse o caso, e seria mais fácil de memorizar, de anotar, de decorar e você passar as informações.

Walter Medeiros – O site é orientacoesmédicas.com.br, o dessa pesquisa e o nosso e-mail pode ser waltermedeiros@supercabo.com.br  .

Felinto Rodrigues – Repetir lentamente as duas coisas.

Walter Medeiros –waltermedeiros@supercabo.com.br e www.orientacoesmédicas.com.br , sem acento e sem cedilha.

Felinto Rodrigues – Qual é a sua sugestão?

Walter Medeiros – Bom Felinto, no momento o que eu posso fazer nesse nível prá atender a essa sua questão, é fornecer o meu telefone.

Felinto Rodrigues – Você não faz questão?

Walter Medeiros – Não, meu telefone, não tem problema: 3642-1166. Agora quando a pessoa tem uma situação dessa, que precisa fazer uso, hoje você tá vendo que existe uma carga de proibição muito grande, que precisa ser modificada essa visão que as autoridades de saúde têm, inclusive porque o Presidente do Conselho Nacional de Saúde, que é inclusive do Rio Grande do Norte, Franciso Júnior, já fez uma declaração nas revistas médicas do Brasil inteiro, dizendo que o Conselho vai discutir essa questão da auto-hemoterapia e recomendou que todos os Conselhos Regionais discutissem também.

Felinto Rodrigues – Começa a prosperar.

Robson Carvalho – Eu tenho aqui mais uma pergunta: por que os médicos não aceitam? Qual o mal que eles acham que pode fazer à saúde?

Walter Medeiros – Bom, é, em parte a gente tem que entender que eles não aceitam porque ainda não conhecem propriamente a técnica.

Felinto Rodrigues – O desconhecimento da técnica.

Walter Medeiros – O desconhecimento da técnica. Segundo, porque o próprio conselho (Federal de Medicina) tá colocando que não tem comprovação, etc, tem uma séria de coisas; agora, eu também coloquei prá Felinto o seguinte: existe, existiu a seguinte situação, e isso aí foi um momento muito sério. O Conselho Federal de Medicina, através de um parecer, disse que não era permitido aos médicos fazer auto-hemoterapia. A Sociedade Brasileira de Anestesistas – eu chamo anestesistas no popular, ela reclamou; disse que aquela medida tava cerceando o trabalho dos anestesistas.

Felinto Rodrigues – Por quê?

Walter Medeiros – Porque existe um procedimento chamado Tampão Sanguíneo Peridural, que os anestesistas aplicam nos pacientes depois de uma cirurgia, quando eles reclamam de certo tipo de dor. Então o Conselho Federal de Medicina teve de voltar atrás e reconhecer que este procedimento tem sua eficácia comprovada cientificamente e autorizou a sua realização. Ou seja, o próprio CFM autoriza a auto-hemoterapia nesses casos. Mas na auto-hemoterapia geral, o normal é que as pessoas fazem a aplicação e com cinco dias, se for uma necessidade de manter o nível mais elevado, com cinco dias repete. O outro método é aplicar num dia e aplicar com sete dias, porque pela colocação do Doutor Moura, nos cinco dias o nível das defesas se mantém no mais elevado – em 22; a partir do quinto é que começa a decair e no sétimo dia volta ao normal.

Felinto Rodrigues – Daí a necessidade de não ultrapassar o sétimo dia.

Walter Medeiros - Exato.

Robson Carvalho – Tem mais uma pergunta aqui, do Marcos Pessoa, da Cidade da Esperança. Ele pergunta: Walter, esse tratamento é só para quem tem enxaqueca?

Walter Medeiros – Não. Doutor Moura faz uma lista de várias enfermidades que ele tratou, inclusive enfermidades seríssimas, até esclerodermia, coisa que apareceu um caso incrível e ele tratou e deu certo; o site Orientações Médicas já lista duzentas enfermidades.

Felinto Rodrigues – Duzentas enfermidades?

Walter Medeiros – Duzentas enfermidades foram relatadas.

Robson Carvalho – Você pode citar, digamos, umas três ou quatro enfermidades mais conhecidas, mais comuns, na formulação que pode se submeter a esse tratamento de auto-hemoterapia?

Walter Medeiros – Olhe, acne seria o mais popular, porque consta que na própria Segunda Guerra já era utilizado pelos exércitos do mundo inteiro, a auto-hemoterapia prá isso, não é? Acne, a própria enxaqueca, não é? Próprias situações de câncer são relatadas, não é? Tem muitas.

Robson Carvalho – Tem aqui mais uma pergunta, de Jenilson, lá de Jurumenha. Ele gostaria de saber se este tipo de tratamento é feito sem orientação médica e se tem alguma contra-indicação.

Walter Medeiros – Doutor Luiz Moura recomenda que a pessoa siga a orientação do seu médico, não é? Ele recomenda que siga a orientação do seu médico. Agora, no caso de ele achar que precisa utilizar auto-hemoterapia e há discordância, ele pode decidir por ele.

Felinto Rodrigues – A decisão é dele, não é?

Walter Medeiros – É, a decisão é dele.

Robson Carvalho – E como o caso que você falou da pessoa que tentou na justiça conseguir essa autorização.

Felinto Rodrigues – Obteve através da Justiça. Ô Walter, aquele índice que você me mostrou, percentual que você me mostrou, de participação, nos estados, num foi?

Walter Medeiros – É, a pesquisa de Orientações Médicas, ela teve respostas de vários lugares do mundo: Estados Unidos, Itália, Portugal, Suíça, Áustria, Bélgica, Japão, Reino Unido, mas nós temos conhecimento de que a auto-hemoterapia é aplicada no México, na Argentina, na Alemanha, inclusive nos consultórios tem a tabelinha lá, que é cobrado pela aplicação.

Robson Carvalho – Walter, tem mais uma pergunta aqui, sobre anemia. Anemia também pode se utilizar?

Walter Medeiros – É listado como tendo sido, é relatado como caso onde teve sucesso com o uso da auto-hemoterapia. Alergias, que são coisas seríssimas.

Célio Capistrano – Alergia, chega a curar com uma aplicação.

Felinto Rodrigues – Alergia, chega a curar com uma aplicação?

Robson Carvalho – Sinusite? Betise tá perguntando aqui.

Walter Medeiros – Tem. Tá na lista.

Robson Carvalho – Está consultando aqui a lista.

Felinto Rodrigues - Gastrite. Sim, gastrite eu vi.

Célio Capistrano – Como diz o Doutor Moura, diz o seguinte: o antibiótico, o antiinflamatório não cura: paralisa a proliferação das bactérias. Quem cura são suas defesas. Se você tá com suas defesas multiplicadas por cinco, lógico que tudo fica mais fácil.

Felinto Rodrigues – Inclusive eu soube – meu professor de Ioga me disse que alguns atletas fazem uso e é considerado dopping. Porque o atleta passa a ter mais vigor. Fica mais ágil, mais esperto. Mais qualificado.

Célio Capistrano – Eu quase virava atleta com a primeira.

Felinto Rodrigues – Tem mais alguma pergunta, Robson?

Robson Carvalho – Tá chegando aqui, peraí.

Felinto Rodrigues – Enquanto ele recebe a pergunta, Walter, o que é que você poderia nos acrescentar acerca do assunto além do que você já disse? Você se mostrou uma pessoa... você pesquisou muito, num foi, Walter?

Walter Medeiros – Eu acompanhei. Não é nem questão de somente pesquisar. O fato é que existe já muita coisa na área de auto-hemoterapia, que precisava ser levada em consideração. Por exemplo: os enfermeiros do Brasil, num congresso realizado ano passado, eles apreciaram dez trabalhos científicos na área da auto-hemoterapia, com resultados positivos. Dez trabalhos. E agora, recentemente, o Conselho Federal de Enfermagem, numa reunião realizada em novembro em São Paulo, aliás, em Brasília, resolveu fazer uma comissão prá estudar a auto-hemoterapia. E brevemente, oportunamente, esse resultado será apresentado para o Brasil. Então, veja bem: o Conselho Federal de Enfermagem, o Conselho Nacional de Saúde, outras entidades tipo o Sindicato dos Trabalhadores de Saúde de Minas Gerais, que já declararam que apoiam a auto-hemoterapia, todas essas pessoas físicas ou jurídicas se manifestando a favor pelo menos do estudo científico do assunto, isso é preciso ser levado em consideração. E é aí onde a gente tem de levar em conta o seguinte: o Ministério Público, as autoridades, os políticos, essas pessoas precisam olhar para a auto-hemoterapia e ver que ela pode ser a solução para muitas situações.

Felinto Rodrigues – Pelo baixo custo.

Walter Medeiros – Exatamente.

Célio Capistrano – Sobretudo por isso.

Walter Medeiros  - E o estudo autorizado, o uso autorizado da auto-hemoterapia pode resolver milhões de problemas de saúde no Brasil.

Felinto Rodrigues – E você coloca uma coisa com muita objetividade, a meu ver, quando você diz que não há lei proibindo.

Walter Medeiros – Exatamente. A nota da ANVISA sobre isso, ela cita várias situações onde nenhuma se sustenta. Porque! Porque se vocês observarem é uma nota completamente distorcida, ela cita artigos que não têm nada a ver com assuntos que ela tá abordando, ou seja, como eu lhe disse, não existe nenhuma lei proibindo o uso da auto-hemoterapia, mas a nota diz que quem usar vai ser enquadrado no artigo 2 da lei tal da vigilância sanitária, como crime, sem haver proibição legal. Não existe essa proibição, não se enquadra.

Robson Carvalho – Tem uma participação de um ouvinte nosso, Marques, lá de Capim Macio. Ele colocou dois pontos. Ele disse primeiro: que país é esse, que a gente tem que entrar na justiça para poder se tratar e decidir sobre a sua própria saúde? E a outra colocação dele foi a seguinte. Ele disse que na verdade deve-se fazer dez aplicações e descansar-se de fato durante trinta dias.

Walter Medeiros – É, o Doutor Moura trata dessa questão. Como vocês viram, eu prefiro não tratar da parte médica, né? Do tratamento ou da terapia em si. Mas existe isso: no DVD Doutor Moura, em algumas situações, ele recomenda que suspenda e descanse durante um certo tempo as veias e os músculos.

Felinto Rodrigues – Aproveito até prá agradecer a Walter, Walter me deu o DVD do Doutor Luiz Moura, como me deu também um livro de sua autoria, “Técnicas de Atendimento – Onde está o atendimento?”, de Walter Medeiros. Muito obrigado pelos dois presentes, que são significativos prá mim. Muito obrigado, Walter.

Robson Carvalho – Motivar mais uma fez pelo 9982-7916. Mande mensagem de texto que a gente faz a sua pergunta aqui ao vivo ou mesmo pode ligar, nesse caso para o 4009-9898.

Walter Medeiros – Felinto, Robson, Célio, existem certas situações interessantes nesse processo todo. Por exemplo: em 2006 o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro autorizou numa reunião, através de uma resolução, autorizou o Doutor Luiz Moura a fazer auto-hemoterapia no seu consultório. Disse que o procedimento era todo correto. Fizeram uma vistoria e autorizaram completamente. Não tinha nada de errado e tá lá documentado. De repente, um ano depois, o próprio conselho se reúne prá cassar o registro de Doutor Moura. É muito estranho, não é?

Felinto Rodrigues – Realmente é.

Walter Medeiros – Porque era o momento da repercussão daquela notícias do Fantástico, era o momento da nota da ANVISA, era um momento onde estavam acontecendo algumas coisas nesse âmbito, não é? Mas, naquele momento, inclusive, foi muito abafada a decisão. Deram um jeito de tentar fazer com que o Brasil não tomasse conhecimento de que havia alguma coisa sendo feita, de uma forma muito arbitrária, autoritária e até cruel, contra o Doutor Luiz Moura.

Felinto Rodrigues – Ô Walter, meu raciocínio me conduz à seguinte equação: quem tem interesse, é contrário, tem interesse que a auto-hemoterapia, quem é que se prejudica, quem deixa de ganhar dinheiro com isso? Os laboratórios.

Walter Medeiros – É, essa análise é feita por muitos médicos, muitas pessoas qualificadas já colocam isso. E tem aí umas coincidências interessantes. A auto-hemoterapia, ela tem mais de cem anos que passou a ser utilizada, ela teve vários momentos, como eu coloquei prá você, mas teve um momento, que foi os anos quarenta, com a descoberta da penicilina. Descoberta a penicilina, a auto-hemoterapia passou a ser menos usada ou quase não foi usada, não é? Só que Doutor Moura conta certos momentos, inclusive ele conta um episódio de 1976, quando um amigo dele chamado Garófalo tava com um problema seríssimo e tinha um tratamento que queriam fazer com ele, ele não aceitou, porque conhecia como era o procedimento, e chamou o Doutor Luiz Moura prá tratar de auto-hemoterapia. Quando Doutor Luiz Moura explicou e mostrou a ele os artigos de Jessé e de Veronese, ele disse: é por aqui que eu vou me tratar. E se tratou e se deu bem. Deu certo prá ele. E esse é um caso célebre.

Felinto Rodrigues – Ô Walter, você tem cópia desses dois artigos, por acaso, você tem?

Walter Medeiros – Temos, sim, podemos fornecer.

Felinto Rodrigues – Eu gostaria, Walter, após o programa eu gostaria de ter esses dois artigos. Porque seguramente nós vamos ser procurados, vão telefonar, aí eu preciso suprir a minha ignorância, que é quase que completa sobre o assunto. Diga, Robson?

Robson Carvalho – Tem mais um pedido de uma ouvinte nossa aqui, se teria algum telefone, alguma forma de manter contato com o Doutor Luis Moura e também de como adquirir o DVD.

Walter Medeiros – Eu não tenho o telefone do Doutor Moura aqui, eu lamento, mas a gente pode fornecer o telefone do consultório dele.

Felinto Rodrigues – Eu tenho. Agora quero dizer à ouvinte, quero dizer o seguinte: Doutor Moura, ele é muito procurado no Rio. Prá você ter uma idéia – o nome da ouvinte, deu o nome, não?

Robson Carvalho – Salete de Rochet.

Felinto Rodrigues – Salete de Rochet, eu pessoalmente liguei para o consultório do Doutor Moura e ele só podia, só pode, vai poder me atender em abril. Porque ele está com o tempo, não tem vaga até o final de abril. Porque eu pretendo até ir ao Rio de Janeiro, não só prá isso, porque estaria falando de maneira inverídica - que iria ao Rio só prá isso - mas também por isso eu vou ao Rio, que eu quero conversar com ele e vou tentar, vou pedir a Betise para tentarmos fazer a entrevista com ele via telefone. Para esclarecimentos, ele responderia perguntas de ouvintes nossos. Acertaria uma data para ele nos dar a entrevista e pediríamos aos ouvintes que mandassem prá cá cartas, aí nós faríamos as perguntas.

Célio Capistrano – Além do mais ele é um homem de oitenta e poucos anos.

Walter Medeiros – Oitenta e cinco.

Robson Carvalho – Tem mais uma pergunta aqui, do Jair, do Tirol. Ele diz: pergunte ao entrevistado o que acontece quando o sangue sai da veia e entra pelo músculo, ou seja, por que aumenta as defesas do corpo.

Walter Medeiros – Doutor Moura explica que o organismo entende como um corpo estranho e vai reagir imediatamente. Então com essa reação é exatamente nesse momento que as defesas são multiplicadas. E durante esse período de cinco a sete dias é que é o tempo suficiente prá voltar ao normal. O próprio pequeno coágulo que pode ficar vai desaparecer, por conta disso.

Felinto Rodrigues – Ou Célio, você de nós todos aqui você tem experiência, você viveu, vivenciou. O que é que você sentiu com as aplicações que recebeu. Dói?

Célio Capistrano – A picada dói um pouco.

Felinto Rodrigues – Só a picada da injeção; a entrada do sangue, não.

Célio Capistrano – Não. O único mal-estar que você sente é porque a injeção é coisa de segundos. Já a aplicação

Felinto Rodrigues – É lenta.

Célio Capistrano – É lenta e a quantidade é maior.

Felinto Rodrigues – Mas eu lhe pergunto, quando estão aplicando com essa lentidão dói?

Célio Capistrano – Não, não, não, a única dor é a picada da agulha.

Felinto Rodrigues – Isso aí é uma bobagem, isso aí é uma bobagem muito grande. Não há dor.

Célio Capistrano – Não há dor nenhuma.

Robson Carvalho - Você sentiu de alguma forma o sangue, como se fosse um medicamento, ele agindo, ele provocou algum efeito na hora em que foi aplicado?

Célio Capistrano – Não, na hora eu senti

Robson Carvalho – Você disse que sentiu-se bem melhor, mas eu digo você sentiu algum processo

Felinto Rodrigues – Imediatamente após?

Célio Capistrano – Não, não, não.

Felinto Rodrigues – Não?

Célio Capistrano – Imediatamente não.

Felinto Rodrigues – Não ficou tonto, e você tava fraco, você acabou de dizer. Você nos disse, a mim e a Walter, que ia se levantar e tremia, as pernas tremiam, certo?

Célio Capistrano – De imediato não senti nada. No dia seguinte

Felinto Rodrigues – Doze hora após

Célio Capistrano – É que eu senti uma melhora que eu achava que não era possível. Seria quase que um milagre e já era a atuação da aplicação, não é?

Felinto Rodrigues – Célio, como você – bom, faltam três minutos prá terminar o programa, infelizmente: Célio, como você é uma pessoa que aplicou, fez aplicação, você é um trunfo forte para a opinião pública. Porque Walter, com todos os conhecimentos que tem, a mulher dele tendo feito, Walter não tem um caso concreto e você é um caso concreto em que houve realmente a reversão do mal. Eu lhe vi,

Célio Capistrano – Eu acredito que sim, hoje eu me sinto muito bem, né? Não fiz outro tratamento a não ser esse.

Felinto Rodrigues – Célio, me diga uma coisa, finalzinho, se alguém tiver interesse de encontrar com você, você poderia se dispor a voltar aqui à rádio qualquer dia, prá conversar com as pessoas, prá explicar?

Célio Capistrano – É uma alegria e um prazer, divulgar e que as pessoas se curem. Eu tenho e já distribuí prá mais de cem DVDs. Onde eu sei que tem uma pessoa doente, um parente, um amigo, eu levo: assista, tire suas conclusões e faça

Felinto Rodrigues – E decida, né? Eu tiro por mim, porque você me trouxe, graças a Deus não tava precisando, nós somos amigos,

Célio Capistrano – Nós somos amigos, eu trouxe prá você

Felinto Rodrigues – Foi, exatamente. Foi aí que eu tomei conhecimento, porque eu não sabia de nada. Walter, eu, chegamos ao final, seguramente voltaremos a fazer outro programa, tenho certeza de que vamos voltar a fazer, eu agradeço muito a sua gentileza, os presentes que você me deu, a sua disponibilidade em vir prá cá, porque você foi muito solícito, eu quero agradecer e dar o microfone a você pras suas despedidas.

Walter Medeiros – Eu ressaltaria essa postura de Célio, que é uma postura que está sendo assumida por milhões de pessoas no Brasil inteiro, de reproduzir o DVD e dar gratuitamente, tentar ajudar ao vizinho, ao amigo, ao parente, não é? Este DVD já foi visto por mais de vinte milhões de pessoas. É considerado o vídeo mais visto no Brasil ano passado.

Robson Carvalho – Pode deixar uma cópia ali no Alecrim, que num instante a turma faz cópia

Walter Medeiros – E eu queria também fazer a seguinte observação. Por mais que Felinto tente insistir em dizer que é desconhecedor, ele já está com certeza com bons conhecimentos a respeito da auto-hemoterapia e com uma coisa mais forte do que isso, que é a disposição de ajudar as pessoas, a disposição de levar essa técnica prá ajudar a quem tá precisando e isso daí é mais importante do que muitos conhecimentos.

Felinto Rodrigues  - Obrigado, Walter. Célio Capistrano, o microfone para suas despedidas.

Robson Carvalho – Vilma, de Petrópolis, está parabenizando o programa também.

Felinto Rodrigues – Célio.

Célio Capistrano – Eu quero agradecer a oportunidade de tentar ajudar às pessoas e para que as pessoas pensem o seguinte: por que é que a auto-hemoterapia serve para a veterinária e não serve para o ser humano? Todos dois, nós não somos animais? Um racional e o outro irracional.

Felinto Rodrigues – Serve no irracional e não serve no racional.

Felinto Rodrigues – Fica a pergunta no ar.

Célio Capistrano – É uma tese.

Felinto Rodrigues – É. Boa noite Natal, boa noite Rio Grande do Norte e até amanhã, quando aqui estaremos apresentando mais uma edição do Repórter 98. Eu não estarei presente amanha, por um impedimento, porque Natal tem um tráfego de metrópole e onde eu vou estar amanhã ás 5 horas da tarde não vai me liberar prá chegar aqui a tempo. Mas o programa será comandado pela inteligência de Robson e eu não farei nenhuma falta, tenho certeza. Boa noite, até amanhã.

 

DESTAQUES DO DIA 

RÁDIO FAZ ENTREVISTAS SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA

AUTO-HEMOTERAPIA E BOM SENSO

AUTO-HEMOTERAPIA: NENHUMA LEI BRASILEIRA PROIBE

ARTIGO: A PRÁTICA DA AUTO-HEMOTERAPIA NO BRASIL

MENSAGEM AO CENTRO DE ESTUDOS DO GENOMA HUMANO

MÉDICA DO PIAUÍ PESQUISA AUTO-HEMOTERAPIA EM ANIMAIS

 

CRIADO NOVO GRUPO DE DISCUSSÃO SOBRE USO DA AUTO-HEMOTERAPIA

Um novo e importante espaço acaba de ser aberto para abordagem de assuntos relacionados com a auto-hemoterapia. Trata-se de mais um grupo de discussão criado no Google pelo internauta Karl Leite e que pode ser acessado no endereço http://groups.google.com.br/group/AHTpia?hl=pt-BR . Segundo a página de abertura do grupo, denominado de “Auto-hemoterapia”  naquela comunidade os participantes são livres para discutir os benefícios da técnica em todas as suas fases, além de registrar relatos sobre os resultados da sua pratica no organismo.

UMA PROIBIÇÃO ILEGAL

(QUEM PROIBIU A AUTO-HEMOTERAPIA?)

Enfermeiros querem realizar 
pesquisa sobre auto-hemoterapia
 

 

PESQUISA INDICA DOENÇAS CURADAS COM AUTO-HEMOTERAPIA

MÉDICO LEVANTA DÚVIDAS SOBRE PARECER DO CFM

AHT EM CONGRESSO MÉDICO COM PALESTRA E STAND

JORNALISTA CAPIXABA DENUNCIA ANVISA E CRM

CONSELHOS DE SAÚDE VÃO DISCUTIR AUTO-HEMOTERAPIA

A HORA DE SAIR DO EMPIRISMO

AUTO-HEMOTERAPIA: ESPERANÇA POLÊMICA

EVIDÊNCIAS DA AHT PRECISAM SER PESQUISADAS

AUTO-HEMOTERAPIA E LIBERDADE

SAÚDE SEM FOCO NA CBN

CFM VOLTA ATRÁS PARA PERMITIR AUTO-HEMOTERAPIA COM TAMPÃO

 
 

UM DETALHE INTRIGANTE

SOLUÇÃO PARA A SAÚDE EM TEMPOS CAÓTICOS

COMPROVANDO A EFICÁCIA DA AUTO-HEMOTERAPIA

"USO DA AUTO-HEMOTERAPIA ESTÁ CRESCENDO"

PESQUISADOR COMPARA AHT AOS ENXERTOS

ANVISA CONFUSA SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA

AUTO-HEMOTERAPIA NO SÉCULO DIÁRIO

 

ROTEIRO

1. O que é auto-hemoterapia?

2. Novidades

3. Abaixo-assinado

4. Pesquisa

5. Histórico

6. Médicos

7. DVD do Dr. Luiz Moura

8. Links

 

 

 

 

1. O que é auto-hemoterapia?

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.   

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.   

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.   

 

TRANSCRIÇÃO DO DVD COM ENTREVISTA DO DR. LUIZ MOURA

LIVRETO COMPILADO POR OLIVARES ROCHA - TRANSFIRA PARA SEU COMPUTADOR 

INÍCIO

 

2. Novidades

AUTO-HEMOTERAPIA ENFRENTA OBTÁCULOS

DVD do Dr. Luiz Moura tem transcrição na Internet

Estudante de medicina defende auto-hemoterapia

Declaração de Helsinque é ignorada no Brasil

Auto-hemoterapia tem apoio do SINDSAÚDE mineiro

Usuários da AHT abrem novo grupo de discussão

Cineasta diz que DVD Auto-hemoterapia tocou alma do povo

Proibição da pode causar mortes e precisa ser suspensa

Auto-hemoterapia no Jornal do Conselho de Medicina

Proibição da AHT é "equívoco", segundo enfermeiros

Elitismo da medicina retarda aprovação do uso da técnica

 

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3. Abaixo-assinado

CLIQUE AQUI OU NA FOTO PARA ACESSAR O ABAIXO-ASSINADO

 

ABAIXO-ASSINADO DEFENDE AUTO-HEMOTERAPIA

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4. Pesquisa

 

PESQUISA DO SITE ORIENTAÇÕES MÉDICAS

•  Esta pesquisa é destinada somente para pessoas que fazem ou já fizeram aplicações de Auto-hemoterapia durante um período mínimo de um mês. 

logo de Orientações Médicas

Resultado da primeira pesquisa virtual de
Orientações Médicas sobre Auto-hemoterapia

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5. Histórico

 

FANTÁSTICO, CONSELHOS E USUÁRIOS

. "FRAUDE" FORJADA (AUTO-HEMOTERAPIA NO FANTÁSTICO)

. O MÉDICO BAIXOU O NÍVEL (PRESIDENTE DO CFM DETRATA COLEGA)

. PARECER DO CREMERJ É CHEIO DE FALHAS (PARECER NÃO TEM ARGUMENTOS CONTRA AUTO-HEMOTERAPIA)

. AUTO-HEMOTERAPIA, UMA QUESTÃO DE PESQUISA (PARECER DO CFM É CHEIO DE DÚVIDAS)

. PESQUISA E ABAIXO-ASSINADO SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA (SITES UTILIZAM ESTES MEIOS PARA CONSTATAÇÕES E DEFESA DA AUTO-HEMOTERAPIA)

. AUTO-HEMOTERAPIA: PROIBIÇÃO PODE SER PENA DE MORTE PARA MUITOS (ARTIGO MOSTRA CONSEQUÊNCIAS DA PROIBIÇÃO)

. CASSAÇÃO DE REGISTRO DO DR. LUIZ MOURA VIOLA DIREITOS HUMANOS

. SUPERFICIALIDADE NO PARECER DO CFM

. CASSAÇÃO DO DR. LUIZ MOURA NO OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

. DR. ALEX BOTSARIS QUER EQUILÍBRIO NA AVALIAÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA

. CFM ADMITE TERAPIA SEM COMPROVAÇÃO

. PARECERES DO CFM CRIAM CONFUSÃO SOBRE CIÊNCIA

. MÉDICO DO HC-FMUSP DEFENDE ASSOCIAÇÃO

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6. Médicos

 

. Médico paulista também recomenda AHT

. Mastologista sugere estímulo à pesquisa

. Proibição à auto-hemoterapia é agressão à arte de curar

. Médico prevê sucesso da auto-hemorerapia

. Médico diz que prescrever auto-hemoterapia é ato de humanidade

. Médico mineiro diz que auto-hemoterapia seria redenção da saúde pública

. Paraibanos aprovam a auto-hemoterapia

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7. DVD do Dr. Luiz Moura

 

Auto-Hemoterapia 

Contribuição para a Saúde 

Conversa com Dr. Luiz Moura 

___________________________ 

 

Transcrito do vídeo-depoimento realizado por 

Ana Martinez e Luiz Fernando Sarmento 

_____________________________________________ 

LEIA A TRANSCRIÇÃO DO DVD DO DR. LUIZ MOURA

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8. Links

 

. PARTICIPE DO FORUM SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA: http://inforum.insite.com.br/66763/

. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA COMPLEMENTAR

INFECÇÃO E SABEDORIA DOS MÉDICOS ANTIGOS

. ASOCIACION MEXICANA PARA EL DIAGNOSTICO Y TRATAMIENTO DE ENFERMEDADES AUTOINMUNES

. AUTOHEMOTRANSFUSÃO COMO PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES PULMONARES PÓS-OPERATÓRIAS

Artigo publicado no "The American Journal of Surgery" (May, 1936 - pág.321), intitulado "Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications" e assinado por Michael W. Mettenletter (cirurgião do Pós-Graduate Hospital, de Nova York). Texto em inglês; arquivo pdf.

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VISITAS DESDE 17.04.2008:

 

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