Espaço dedicado à divulgação da técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos.


INFORMAÇÕES SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA, A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE


 

Auto-Hemoterapia, solução para saúde em tempos caóticos

Evaristo da Veiga[1]

Na antiga Grécia, via-se inscrita no frontispício do Oráculo de Apolo, em Delfos: “CONHEÇA-TE A TI MESMO”. Efetivamente, o referencial básico de todo trabalho verdadeiro de natureza espiritual se situa no interior, no “dentro”, e não no mundo externo. Os chamados Mestres Espirituais chegam mesmo a afirmar que o que acontece conosco no mundo externo nada mais é do que o reflexo de nossa própria realidade interior: equilibre-se o interno e externo se equilibrará também...

Equilíbrio é efetivamente uma palavra chave para o entendimento de nossa condição de seres humanos , em busca da felicidade. A quebra do equilíbrio, latu sensu, leva à doença. Curar-se é tornar-se sadio, são, santo... Por isso, no passado, a Medicina era considerada Arte Sagrada, Teurgia ou Magia Teúrgica. Hipócrates era herdeiro desta realidade, hoje quase esquecida. Ao invés de tratar sintomas e agir apenas paliativamente, sem a visão do todo humano, a Medicina Sagrada se baseava em propiciar estímulos para que o próprio paciente cure a si mesmo, utilizando suas próprias forças curativas internas, de acordo com o fenômeno que a ciência médica conhece como homeostase. Segundo esse modo de pensar, não existem doenças, mas sim doentes... 

Nestes termos, a medicina de hoje é um mero arremedo desse antigo conhecimento, que apresentava a Medicina como uma Arte Sagrada, e, portanto, indissociável da Filosofia. Mas, tal como aconteceu com a pura Filosofia de Platão, baseada nos ensinamentos da Gupta-Vidya (“Sabedoria Sagrada”) oriental, reduzida com o tempo a uma mera filosofia da matéria sob a visão aristotélica, a Medicina do grande Hipócrates também materializou-se sob a visão de Galeno.

Hoje, colhemos os frutos desse processo de desvirtuamento. A Filosofia (literalmente amor=filo pela sabedoria=Sofia) perdeu-se em sistemas particularistas e a Medicina divorciou-se completamente do fenômeno unitário humano e da necessidade de equilíbrio global do Homem, como condição primordial para a saúde, especializando-se em partes estanques, deixando-se ser regida pela ganância financeira. O paciente passou para o último plano, pois o referencial básico passou o do lucro argentário: terá melhor atendimento médico quem puder pagar os melhores remédios e os planos de saúde mais caros. Hoje compramos remédios de maneira paliativa, para neutralizar apenas sintomas, e não para atingir as causas reais dos problemas que nos afligem.

No início do século XX surge um recurso terapêutico simples e de baixo custo, porém extremamente eficaz, a AUTO-HEMOTERAPIA (AHT), que consiste basicamente na retirada de uma pequena quantidade (5, 10 ou 20 ml) de sangue de uma veia e sua imediata aplicação no músculo, o que estimula o sistema imunológico, para que este possa realizar o trabalho de reequilíbrio, propiciando a cura. Como tal, embora num nível meramente físico (afora o papel transcendente do sangue na constituição oculta do ser humano), a AHT se insere perfeitamente na condição de buscar a cura no “dentro” e não no externo. Maravilha das maravilhas! Cada um leva consigo seu próprio remédio!

Como já foi comprovado em pesquisas particulares, a reinjeção do sangue extraído do paciente nele mesmo causa um aumento dos macrófagos, que são as células sangüíneas que fazem a "limpeza" de tudo o que é prejudicial no organismo, eliminando bactérias, vírus, as células cancerosas, etc. Esse aumento da produção de macrófagos pela medula óssea (de 5% para 22%) se deve ao fato de que o sangue injetado no músculo funciona como um "corpo estranho" a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial – SER (hoje conhecido como Sistema Monocítico Fagocitário – SMF), o que faz com que o nível imunológico se eleve, permanecendo ativado durante 5 dias, após os quais o percentual de macrófagos vai decaindo até o sétimo dia, retornando finalmente aos 5%. De acordo com o Dr. Ricardo Veronesi, eminente autoridade brasileira em Imunologia, o Sistema Imunológico atua através dos macrófagos, que além de fagocitar os organismos estranhos e antígenos, propiciando a cura de alergias, fazem também a função de clearance, isto é, liberam substâncias que dissolvem fibrinas que formam os coágulos ou trombos obstrutivos das artérias, melhorando a circulação e prevenindo os acidentes vasculares, além de atuar na biotransformação e excreção do colesterol e eliminação de proteínas desnaturadas (anormais), prevenindo o aparecimento do câncer.

Com esse aumento no nível imunológico, inúmeras doenças, inclusive as graves como as auto-imunes, regridem rapidamente, proporcionando o restabelecimento da saúde. Ademais, a AHT não representa, entretanto, nenhum risco para o paciente e não produz efeitos colaterais.

Em 1911, o médico F. Ravaut usou, ao que parece pela primeira vez, a auto-hemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos. Mas, foi o Professor Jésse Teixeira que provou que o Sistema Monocítico Fagocitário – SMF (antigamente conhecido como Sistema Retículo-Endotelial – SER) era ativado pela auto-hemoterapia em seu trabalho publicado e premiado em 1940 no número de março da Revista “Brasil-Cirúrgico”. O Dr. Jésse Teixeira provocou a formação de uma bolha na coxa de pacientes, com cantárida, uma substancia irritante. Fez a contagem dos macrófagos antes da auto-hemoterapia, a cifra foi de 5%. Após a auto-hemoterapia a cifra subiu a partir da 1ª hora chegando após 8 horas a 22%. Manteve-se em 22% durante 5 dias e finalmente declinou para 5% no 7º dia após a aplicação. Os macrófagos são as células sangüíneas que fazem a "limpeza" de tudo o que é prejudicial no organismo, eliminando bactérias, vírus, as células cancerosas, etc. Esse aumento da produção de macrófagos pela medula óssea se deve ao fato de que o sangue injetado no músculo funciona como um "corpo estranho" a ser rejeitado pelo SMF, o que faz com que o nível imunológico se eleve. O Professor Jésse Teixeira deixou registrado, em 1940, que em 150 cirurgias as mais variadas, em que os pacientes foram submetidos à AHT, houve 0% de complicações infecciosas pós-operatórias.

Em 1941, durante a guerra, a AHT foi usada em diversas situações para tratar contingentes populacionais privados do acesso a tratamentos convencionais. O extenso trabalho do Dr. S.H. Shakman, “Autohemotherapy Reference Guide and Historical Review” fornece detalhada descrição de tais eventos.

Efetivamente, nos anos 40 e 50 a AHT era mais conhecida e utilizada do que nos tempos atuais. O Dr. Pedro Moura, autoridade em cirurgia geral, a utilizava sistematicamente em seus pacientes, especialmente antes de cirurgias, para que eles pudessem enfrentar o trauma da operação e a ambiente hospitalar com o sistema imunológico fortalecido. Naquela época, era seu filho, o Dr. Luiz Moura, quem aplicava a AHT nos pacientes de seu pai. Hoje é justamente o Dr. Luiz Moura, com 83 anos de idade e respeitáveis 58 anos de profissão médica, o maior divulgador da AHT, tendo recentemente produzido um DVD que foi visto, segundo estimativas, por mais de 20 milhões de pessoas. Isso fez com que a prática da AHT sofresse um aumento em escala exponencial. E os milhares de relatos de sucesso, alguns deles emocionados, na consecução da cura, após o uso da AHT, comprovam a plena eficácia da técnica.

Por ser uma terapia de baixíssimo custo, alta eficácia e largo espectro de atuação, a AHT tem tudo para ser vista pela indústria farmacêutica como uma ameaça ao lucrativo negócio da venda de remédios. Por isso, a AHT tem sido combatida pela grande mídia e pelos Conselhos de Medicina, os quais emitiram recente deliberação, proibindo os médicos de receitá-la. Entretanto, verifica-se que até o presente momento não houve qualquer denúncia contra a AHT que venha a justificar esta medida por parte dos órgãos oficiais da Medicina brasileira. Enquanto isso, em países como México e Argentina, a prática da AHT é uma terapêutica reconhecida oficialmente. Na Europa e Estados Unidos já se pratica a Auto-Hemoterapia com ozônio, que é uma das variantes da AHT, através da qual retira-se o sangue, adiciona-se O3 e se o reinjeta. O ozônio possui atividade antiviral direta, bem como contra as bactérias e os fungos.

O único argumento oficial contra a prática da AHT é apenas o de que é um procedimento não reconhecido cientificamente. Ora, de que serve o “reconhecimento científico” se a cura é atingida? Como afirma o Dr. Moura em seu DVD:

“Medicina é a arte de curar. Eu só tenho um único compromisso com meus pacientes: aliviar o sofrimento e, quando possível, curar. Por isso que não respeito os padrões chamados científicos. Para mim o que comprova qualquer coisa é o efeito do tratamento. Se ele produz benefícios para o paciente é um tratamento científico, mesmo que não saibamos qual o mecanismo de ação deste tratamento. Eu uso recursos - sejam quais forem - para beneficiar os pacientes, para que tenham alívio do sofrimento e, se possível, a cura.”

Por outro lado, seria altamente desejável que a AHT fosse reconhecida pelo corpo científico, pois isso permitiria que os médicos pudessem passar receitá-la, auferindo um grande incremento na consecução da cura para um grande espectro de doenças.  Para tal, entretanto, é necessária a realização de pesquisas, as quais demandam consideráveis aportes financeiros. Aguardemos o aparecimento de organismos dispostos a investir na pesquisa científica da AHT, a despeito das pressões dos interesses da indústria farmacêutica. Por outro lado, o valor desta terapêutica tem sido plenamente comprovado de maneira empírica por aqueles que a utilizam.

O reconhecimento oficial da AHT abriria caminho para que ela possa ser levada, primordialmente, à grande população carente de nosso país, que não tem posses para comprar remédios, e que muitas vezes morre desassistida. Quando este grande contingente populacional se der conta de que a cura de seus males pode estar dentro de si mesmo e o “remédio” não custa quase nada, atingiremos um novo patamar nos níveis de saúde em nosso país.

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Bibliografia: 

·         Medeiros, Walter – A Notícia que ninguém publicou – in Observatório da Imprensa (http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=466FDS006)

·         Moura, Luiz – Transcrição do Vídeo sobre Auto-Hemoterapia

·         Shakman, S.H. – Auto-Hemotherapy Reference Guide and Historical Review – Institute of Science – 1996

·         Teixeira, Jesse – Complicações Pulmonares Pré-Operatórias – in Revista Brasil Cirúrgico – março de 1940, vol. II no.3

·         Veronesi, Ricardo – Imunoterapia, o Impacto Médico do Século – in  Medicina de Hoje, março de 1976


[1] Evaristo da Veiga é jornalista.

 
 

DESTAQUE DO DIA 

COMPROVANDO A EFICÁCIA DA AUTO-HEMOTERAPIA

"USO DA AUTO-HEMOTERAPIA ESTÁ CRESCENDO"

PESQUISADOR COMPARA AHT AOS ENXERTOS

ANVISA CONFUSA SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA

AUTO-HEMOTERAPIA NO SÉCULO DIÁRIO

 

ROTEIRO

1. O que é auto-hemoterapia?

2. Novidades

3. Abaixo-assinado

4. Pesquisa

5. Histórico

6. Médicos

7. DVD do Dr. Luiz Moura

8. Links

 

 

 

 

1. O que é auto-hemoterapia?

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.   

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.   

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.   

 

TRANSCRIÇÃO DO DVD COM ENTREVISTA DO DR. LUIZ MOURA

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2. Novidades

AUTO-HEMOTERAPIA ENFRENTA OBTÁCULOS

DVD do Dr. Luiz Moura tem transcrição na Internet

Estudante de medicina defende auto-hemoterapia

Declaração de Helsinque é ignorada no Brasil

Auto-hemoterapia tem apoio do SINDSAÚDE mineiro

Usuários da AHT abrem novo grupo de discussão

Cineasta diz que DVD Auto-hemoterapia tocou alma do povo

Proibição da pode causar mortes e precisa ser suspensa

Auto-hemoterapia no Jornal do Conselho de Medicina

Proibição da AHT é "equívoco", segundo enfermeiros

Elitismo da medicina retarda aprovação do uso da técnica

 

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3. Abaixo-assinado

CLIQUE AQUI OU NA FOTO PARA ACESSAR O ABAIXO-ASSINADO

 

ABAIXO-ASSINADO DEFENDE AUTO-HEMOTERAPIA

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4. Pesquisa

 

PESQUISA DO SITE ORIENTAÇÕES MÉDICAS

•  Esta pesquisa é destinada somente para pessoas que fazem ou já fizeram aplicações de Auto-hemoterapia durante um período mínimo de um mês. 

logo de Orientações Médicas

Resultado da primeira pesquisa virtual de
Orientações Médicas sobre Auto-hemoterapia

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5. Histórico

 

FANTÁSTICO, CONSELHOS E USUÁRIOS

. "FRAUDE" FORJADA (AUTO-HEMOTERAPIA NO FANTÁSTICO)

. O MÉDICO BAIXOU O NÍVEL (PRESIDENTE DO CFM DETRATA COLEGA)

. PARECER DO CREMERJ É CHEIO DE FALHAS (PARECER NÃO TEM ARGUMENTOS CONTRA AUTO-HEMOTERAPIA)

. AUTO-HEMOTERAPIA, UMA QUESTÃO DE PESQUISA (PARECER DO CFM É CHEIO DE DÚVIDAS)

. PESQUISA E ABAIXO-ASSINADO SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA (SITES UTILIZAM ESTES MEIOS PARA CONSTATAÇÕES E DEFESA DA AUTO-HEMOTERAPIA)

. AUTO-HEMOTERAPIA: PROIBIÇÃO PODE SER PENA DE MORTE PARA MUITOS (ARTIGO MOSTRA CONSEQUÊNCIAS DA PROIBIÇÃO)

. CASSAÇÃO DE REGISTRO DO DR. LUIZ MOURA VIOLA DIREITOS HUMANOS

. SUPERFICIALIDADE NO PARECER DO CFM

. CASSAÇÃO DO DR. LUIZ MOURA NO OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

. DR. ALEX BOTSARIS QUER EQUILÍBRIO NA AVALIAÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA

. CFM ADMITE TERAPIA SEM COMPROVAÇÃO

. PARECERES DO CFM CRIAM CONFUSÃO SOBRE CIÊNCIA

. MÉDICO DO HC-FMUSP DEFENDE ASSOCIAÇÃO

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6. Médicos

 

. Médico paulista também recomenda AHT

. Mastologista sugere estímulo à pesquisa

. Proibição à auto-hemoterapia é agressão à arte de curar

. Médico prevê sucesso da auto-hemorerapia

. Médico diz que prescrever auto-hemoterapia é ato de humanidade

. Médico mineiro diz que auto-hemoterapia seria redenção da saúde pública

. Paraibanos aprovam a auto-hemoterapia

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7. DVD do Dr. Luiz Moura

 

Auto-Hemoterapia 

Contribuição para a Saúde 

Conversa com Dr. Luiz Moura 

___________________________ 

 

Transcrito do vídeo-depoimento realizado por 

Ana Martinez e Luiz Fernando Sarmento 

_____________________________________________ 

LEIA A TRANSCRIÇÃO DO DVD DO DR. LUIZ MOURA

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8. Links

 

. PARTICIPE DO FORUM SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA: http://inforum.insite.com.br/66763/

. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA COMPLEMENTAR

INFECÇÃO E SABEDORIA DOS MÉDICOS ANTIGOS

. ASOCIACION MEXICANA PARA EL DIAGNOSTICO Y TRATAMIENTO DE ENFERMEDADES AUTOINMUNES

. AUTOHEMOTRANSFUSÃO COMO PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES PULMONARES PÓS-OPERATÓRIAS

Artigo publicado no "The American Journal of Surgery" (May, 1936 - pág.321), intitulado "Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications" e assinado por Michael W. Mettenletter (cirurgião do Pós-Graduate Hospital, de Nova York). Texto em inglês; arquivo pdf.

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