AUTO-HEMOTERAPIA

A CURA DE DOENÇAS COM USO DO PRÓPRIO SANGUE

O QUE É AUTO-HEMOTERAPIA?  E-MAIL 


Auto-hemoterapia tem apoio do SINDSAÚDE mineiro

Usuários da AHT abrem novo grupo de dicsussão

Cineasta diz que DVD Auto-hemoterapia tocou alma do povo

Proibição da pode causar mortes e precisa ser suspensa

Auto-hemoterapia no Jornal do Conselho de Medicina

Elitismo da medicina retarda aprovação do uso da técnica


23.02.2008

QUEM PROIBIU A AUTO-HEMOTERAPIA?

A população brasileira está vivendo uma situação incomum que, em decorrência de um processo de incomunicação está causando prejuízos aos usuários e defensores da Auto-hemoterapia. O uso da técnica, que consiste na retirada de sangue por punção venosa e a sua imediata administração por via intramuscular na própria pessoa, não está expressamente proibido, mas uma sucessão de fatos deixou no ar essa impressão.

Por outro lado, é preciso que o Governo Federal, através da ANVISA agilize o processo de decisão, observando que o Parecer do CFM sobre o assunto foi feito de forma superficial e sem conteúdo suficiente para recomendar a proibição da prática da auto-hemoterapia. Ao contrário, que seja feita consulta pública e estimulada a realização de pesquisas que consolidem todas as práticas vitoriosas da auto-hemoterapia ao longo dos seus 100 anos de benefícios e curas.  LEIA ARTIGO COMPLETO

 

TRANSCRIÇÃO DO DVD COM ENTREVISTA DO DR. LUIZ MOURA

 

. ASSISTA DR. LUIZ MOURA EXPLICANDO A AUTO-HEMOTERAPIA

 

. EXPLICAÇÕES SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA

 

. ABAIXO-ASSINADO DEFENDE AUTO-HEMOTERAPIA

 

. PESQUISA DO SITE ORIENTAÇÕES MÉDICAS

 

. OUTROS LINKS

 

Participe do forum sobre auto-hemoterapia, no link http://inforum.insite.com.br/39550/ 

 

09.03.2008

ESTUDANTE DE MEDICINA DEFENDE AHT

A Campanha Nacional em Defesa da Auto-Hemoterapia ganhou como aliado o estudante de medicina Hugo Allyson Cardoso Gonçalves, que também ficou indignado ao saber que aos 82 anos de idade, com 58 anos de prática clínica íntegra e honesta na medicina, o Dr Luiz Moura, um dos mais renomados médicos brasileiros, teve seu título de médico cassado pelo CRM-RJ pela divulgação da auto-hemoterapia.

Allyson faz o 5º período do Curso de Medicina da Universidade Federal de Perbambuco – UFPE e diz que desde sempre se chocou com o enlace da industria farmacêutica e o Conselho Federal de Medicina, acrescentando: “e o que é pior, até que ponto os conselhos de medicina, que deveriam por sua vez representar os médicos, e julgar com ética os mesmos, foram capazes de fazer as declarações que fizeram quando procurados pela mídia do Fantástico”.

Allyson informa que tem em mãos os dois trabalhos - o de Jesse Teixeira e o de Ricardo Veronesi, mas diz que quer  mais: “eu não quero só chegar à conclusão de se o método tem ou não fundamento; eu quero lutar, por justiça, por igualdade, por saúde e pelo direito universal das pessoas; eu quero comprar essa luta, ou melhor, eu já a comprei.

Opinando que "Todo médico em si é um potencial revolucionário" e dizendo-se desejoso de fazer a justiça prevalecer, anuncia que se lança “em uma campanha em busca de apoio, não só pra fazermos críticas às deliberações arbitrarias do CFM, mas pra fazermos história, para darmos o direito da Auto-hemoterapia ser provada, ser testada e mostrar se tem ou não resultado, e não simplesmente ser banida, proibida e calada como se fazia na inquisição”.

O estudante espera respostas de todos, dos líderes principalmente, “para que juntos possamos articular nossas estratégias de luta. Porque ciência, conhecimento e saúde não podem ser negligenciados por interesses do capitalismo” – encerrou.

 

 

 

02.03.2008

DECLARAÇÃO DE HELSINQUE É IGNORADA

--- Walter Medeiros

O médico deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovados ou inovadoras no tratamento de pacientes, quando métodos profiláticos, diagnósticos e terapêuticos comprovados não existem ou foram ineficazes. Para adotar tal medida, basta contar com o consentimento informado do paciente, ou seja, que o paciente esteja ciente do procedimento e concorde com a sua realização. Trata-se de uma opção facultada para quando, no seu julgamento, o médico considerar que as medidas profiláticas ofereçam esperança de salvar vida, restabelecimento da saúde e alívio do sofrimento.

Todas estas informações acima fazem parte da Declaração de Helsinque 2000, da Associação Médica Mundial, que trata de Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos. A Associação Médica Mundial desenvolveu a Declaração de Helsinque como uma declaração de princípios éticos para fornecer orientações aos médicos e outros participantes em pesquisas clínicas envolvendo seres humanos. Pesquisa clínica envolvendo seres humanos inclui pesquisa com material humano identificável ou dados identificáveis. Segundo a Declaração, “É dever do médico promover e salvaguardar a saúde de seus pacientes. O conhecimento e a consciência do médico estão direcionados para o cumprimento deste dever”.

INTOLERÊNCIA

O Documento acrescenta que “Quando possível, estas medidas devem ser objeto de pesquisa, desenhada para avaliar sua segurança ou eficácia”, acrescentando que “Em todos os casos, as novas informações devem ser registradas e, quando apropriado, publicadas”, e que “As outras diretrizes relevantes desta Declaração devem ser seguidas”. Trata-se de uma orientação ética que não está sendo seguida pelos Conselhos Federal e Estaduais de Medicina, pela ANVISA e mesmo por outras autoridades. Eles tratam com intolerância a auto-hemoterapia, que pode ser enquadrada neste caso e transformar-se na solução para muitos problemas que a medicina regulamentada ainda não resolve.

Eis o texto completo do item 5 da Declaração de Helsinque 2000:

“5. No tratamento de um paciente, quando métodos profiláticos, diagnósticos e terapêuticos comprovados não existem ou foram ineficazes, o médico, com o consentimento informado do paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovados ou inovadores, se no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vida, restabelecimento da saúde e alívio do sofrimento. Quando possível, estas medidas devem ser objeto de pesquisa, desenhada para avaliar sua segurança ou eficácia. Em todos os casos, as novas informações devem ser registradas e, quando apropriado, publicadas. As outras diretrizes relevantes desta Declaração devem ser seguidas”.

 

 
 

FANTÁSTICO, CONSELHOS E USUÁRIOS

. "FRAUDE" FORJADA (AUTO-HEMOTERAPIA NO FANTÁSTICO)

. O MÉDICO BAIXOU O NÍVEL (PRESIDENTE DO CFM DETRATA COLEGA)

. PARECER DO CREMERJ É CHEIO DE FALHAS (PARECER NÃO TEM ARGUMENTOS CONTRA AUTO-HEMOTERAPIA)

. AUTO-HEMOTERAPIA, UMA QUESTÃO DE PESQUISA (PARECER DO CFM É CHEIO DE DÚVIDAS)

. PESQUISA E ABAIXO-ASSINADO SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA (SITES UTILIZAM ESTES MEIOS PARA CONSTATAÇÕES E DEFESA DA AUTO-HEMOTERAPIA)

. AUTO-HEMOTERAPIA: PROIBIÇÃO PODE SER PENA DE MORTE PARA MUITOS (ARTIGO MOSTRA CONSEQUÊNCIAS DA PROIBIÇÃO)

. CASSAÇÃO DE REGISTRO DO DR. LUIZ MOURA VIOLA DIREITOS HUMANOS

. SUPERFICIALIDADE NO PARECER DO CFM

. CASSAÇÃO DO DR. LUIZ MOURA NO OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

. DR. ALEX BOTSARIS QUER EQUILÍBRIO NA AVALIAÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA

. CFM ADMITE TERAPIA SEM COMPROVAÇÃO

. PARECERES DO CFM CRIAM CONFUSÃO SOBRE CIÊNCIA

. MÉDICO DO HC-FMUSP DEFENDE ASSOCIAÇÃO

 

OS MÉDICOS

. Médico paulista também recomenda AHT

. Mastologista sugere estímulo à pesquisa

. Proibição à auto-hemoterapia é agressão à arte de curar

. Médico prevê sucesso da auto-hemorerapia

. Médico diz que prescrever auto-hemoterapia é ato de humanidade

. Médico mineiro diz que auto-hemoterapia seria redenção da saúde pública

. Paraibanos aprovam a auto-hemoterapia

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA COMPLEMENTAR

INFECÇÃO E SABEDORIA DOS MÉDICOS ANTIGOS

ASOCIACION MEXICANA PARA EL DIAGNOSTICO Y TRATAMIENTO DE ENFERMEDADES AUTOINMUNES

 

AUTOHEMOTRANSFUSÃO COMO PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES PULMONARES PÓS-OPERATÓRIAS

Artigo publicado no "The American Journal of Surgery" (May, 1936 - pág.321), intitulado "Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications" e assinado por Michael W. Mettenletter (cirurgião do Pós-Graduate Hospital, de Nova York). Texto em inglês; arquivo pdf.

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