Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do RJ.


INFORMAÇÕES SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA, A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE


26.03.2009

USUÁRIO DA AHT EM SÃO PAULO ENVIA CARTA A SUPLICY

“Esses senhores C.F.M. e ANVISA deveriam antes de proibir, patrocinar pesquisa randomizada, buscar informar-se sobre os relatos, pesquisas já feitas, livros editados, visitar pessoas que relataram e coletarem os exames”. Esta afirmação faz parte da carta enviada ao Senador Eduardo Suplicy (PT/SP) pelo usuário de auto-hemoterapia Joel Martini de Campos. Ele acrescentou no documento que “Dessa maneira como proibiram, parece que ao invés de defederem a POPULAÇÃO carente, que é sua obrigação, estão defendendo os LABORATÓRIOS, pois com a aplicação da AHT evita-se de consumir remédios (drogas) que em suas bulas alertam sobre contra-indicações e efeitos colaterais”.

Joel disse ainda, na sua carta, que  “Contamos com seu apoio à NOSSA CAUSA, que não é minha e sim em defesa da POPULAÇÃO CARENTE, contra o uso indiscriminado de remédios (DROGAS) que custa muito dinheiro e o povo não tem para comprar”. No início o autor expressa seus agradecimentos à atitude do senador de enviar OFÍCIO para o C.F.M (Conselho Federal de Medicina) e ANVISA a respeito do assunto. E faz uma referência pessoal ao senador: “Nós hemoterápicos temos muita consideração por ser homem íntegro, honesto, não pairando sobre sua pessoa qualquer suspeita, como comumente temos visto ser noticiado dos demais legisladores.

Eis a carta, na íntegra:

São Paulo, 23 de março de 2009

Ao

SENADOR SUPLICY

Ref:- Auto-hemoterapia

Primeiramente quero expressar meus agradecimentos à atitude de enviar OFÍCIO para C.F.M e ANVISA.Nós hemoterápicos temos muita consideração por ser homem íntegro, honesto, não pairando sobre sua pessoa- qualquer suspeita como comumente temos visto ser noticiado dos demais legisladores.

Sou fundador do antigo MDB, hoje PMDB, que já não é o mesmo. Como está informado,nos países de primeiro mundo, ou seja: Alemanha, Itália, França e também na Bélgica, México, China, Argentina a AUTO-HEMOTERAPIA é autorizada pelos ORGÃOS GOVERNAMENTAIS DE SAÚDE, por tratar-se de TERAPIA COMPLEMENTAR, sem contra indicações e efeitos colaterais. Para muitas doenças significa a REMISSÃO e para outras CURA. Trata-se de procedimento barato( seringa,agulhas, algodão, alcool ) e pequena despesa com aplicador.

As classes menos favorecida C,D,E são beneficiadas, pois não tem dinheiro para compra dos remédios e o GOVÊRNO não disponibiliza os medicamentos que elas precisam, pois somente uma lista de 90 noventa remédios são considerados como populares e assim mesmo não encontramos a maioria dêles para DISTRIBUIÇÃO GRATUÍTA nos POSTOS DE SAÚDE.

O C.F.M. proibiu a prática mediante parecer de um só PARECERISTA, que não estudou o problema, pois existem vários livros editados sobre AHT, muitas pesquisas desde o século 20, até os dias atuais.  Também há muitos RELATOS sobre os benefícios da AHT, que são casos verídicos e estão postados nos FORUNS na internet. Todas as pessoas que relataram, não foram pagas para isso.

No caso do C.F.M, estamos diante de decisão tomada por um só PARECERISTA, portanto considero ato muito grave, pior dos enfrentados por nós no tempo da DITADURA MILITAR, quando tive que ficar internado em uma CLÍNICA DE REPOUSO( hospício ) por 60 dias, para sair com ATESTADO DE LOUCO e não ser perse-guido pela POLÍCIA POLÍTICA.

Baseada nêsse PARECER também a ANVISA emitiu nota técnica, informando se alguém ligado ao setor de saúde desobedecesse, seria punido por infração sanitária (médicos, farmacêuticos, enfermeiros ) etc.

Para terminar vou dar meu relato:-

1-) Joel Martini de Campos, portador de hepatite C descoberta em 1991, portanto à mais de 18 anos.

2-) Reações provocadas pela doença:- a-) artrite nos joelhos e cotovelos, b-) muita coceira nas pernas,     c-) à partir de 2007, esteatose hepática leve(gordura no fígado) podendo progredir para CIRROSE.

3-) Até 2006 não tinha a esteatose hepática leve( gordura no fígado).

4-) Em setembro/2008 conforme exames de sangue e ultrassonografia, continuava com os problemas.

5-) Plaquetas em setembro/2008 = 175.000.

6-) Em novembro/2008 passei a fazer a aplic ação de AHT semanalmente.

7-) Já na terceira aplicação desapareceu as dores de artrite e a coceira nas pernas.

8-) Quando da retirada do sangue é visível na seringa fibrina(gordura) que está sendo removida e devorada pelo aumento dos macrófagos.

9-) Caso o deputado CLODOVIL estivesse fazendo a AHT, não teria sofrido outro A.V.C. e estaria ainda no     nosso convívio, pois com o aumento dos macrófagos, seria feita a limpeza em suas artérias e veias e também em todo organismo, digerindo os coágulos lentamente.

10-) Em fevereiro/2009 repetimos os exames de sangue e ultrassonografia.

11-) RESULTADOS:-

a-) plaquetas 223.000

b-) não há mais esteatose hepática leve no fígado(gordura), portanto não tenho risco de evoluir para CIRROSE HEPÁTICA.

Esses senhores C.F.M. e ANVISA deveriam antes de proibir, patrocinar pesquisa randomizada, buscar informar-se sobre os relatos, pesquisas já feitas, livros editados, visitar pessoas que relataram e coletarem os exames. Dessa maneira como proibiram, parece que ao invés de defenderem a POPULAÇÃO carente que é sua obrigação, estão defendendo os LABORATÓRIOS, pois com a aplicação da AHT, evita-se de consumir remédios(drogas) que em suas bulas alertam sobre contra-indicações e efeitos colaterais.

Contamos com seu apoio à NOSSA CAUSA que não é minha e sim em defesa da POPULAÇÃO CARENTE,contra o uso indiscriminado de remédios(DROGAS) que custa muito dinheiro e o povo não tem para comprar.

FRATERNALMENTE,

Joel Martini de Campos

 

10032009

MINISTÉRIO DESCUIDADO COM PEDIDO DE SENADOR

Uma questão muito relevante da saúde pública no Brasil está sendo tratada de forma invertida pelo Ministério da Saúde e órgãos ligados ao setor. Trata-se da auto-hemoterapia, método que consiste no combate a doenças com a retirada do sangue da veia e imediata aplicação em músculos do braço ou nádegas. O assunto deveria ser regulamentado pelo Governo Federal, mas a sociedade ficou à mercê de um parecer superficial emitido por um médico e acatado pelo Conselho Federal de Medicina. Neste mesmo parecer baseou-se a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA para desautorizar o uso da técnica.

Em atenção a solicitações recebidas em seu gabinete, o Senador paulista Eduardo Suplicy resolveu encaminhar ao Ministério da Saúde material sobre auto-hemoterapia decorrente da discussão sobre a postura dos órgãos de saúde a respeito do assunto. O envio foi feito através do Ofício 1.583, de 30 de setembro de 2008. O Ministério da Saúde apresentou uma resposta no mínimo estranha, repetindo informações antigas e deixando claro que não havia levado em consideração nenhum documento anexado ao ofício pelo Senador.

As opiniões da ANVISA e CFM já são do conhecimento de todos e foi mostrado que estão completamente equivocadas. O que o Senador Suplicy deseja e o Ministério da Saúde não leva em consideração, é que o assunto passe a ser discutido para que se encontre uma forma de regulamentá-lo, a fim de permitir às pessoas que façam uso da técnica, que vem salvando muita gente no mundo inteiro. Até porque o próprio Conselho Federal de Medicina voltou atrás, contrariando seu próprio parecer, para anunciar que é permitido o uso da auto-hemoterapia pelos anestesistas, através do procedimento denominado Tampão Sanguíneo Peridural. A retirada e re-aplicação do sangue após cirurgias resolve problemas de fortes dores de cabeça nas pessoas operadas.

 

 

CIDADÃO DE CAÇAPAVA ENVIA CARTA AO SENADOR SUPLICY

Documento mostra erros médicos e defende liberação da auto-hemoterapia 

 

Caçapava, SP, 11 de Março de 2009.

Prezado Senador

 

EDUARDO SUPLICY

Ala Senador Dinarte Mariz – Gabinete 2

Edifício Principal – Térreo

CEP 70165-900 – Brasilia  - DF

 

Gostaria que o senhor se inteirasse desses fatos ocorridos recentemente, como mostram as reportagens abaixo e meditasse...

Agencia Estado - 9/3/2009 18h35min

Processos por erro médico no STJ triplicam em 6 (Seis) anos

O número de processos por erro médico recebidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) mais que triplicou nos últimos seis anos. De 2002 até o fim do ano passado, o volume de ações passou de 120 para 398, segundo a assessoria de imprensa do tribunal. No total, tramitam no STJ atualmente 471 casos, a maioria questionando a responsabilidade exclusiva do médico e não das instituições. Para médicos de entidades que acompanham o problema, o avanço das denúncia revela, em parte, que os brasileiros estão mais conscientes de seus direitos. O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) admite, porém, que a má-formação profissional dos médicos e a falta de condições de trabalho também estão por trás das estatísticas.

Lígia Bahia, médica e vice-presidente do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), do Rio de Janeiro, chega a dizer que não houve aumento na incidência de casos, mas sim uma evolução da população brasileira, que está mais consciente e vem perdendo o medo de denunciar. "Os erros médicos não aumentaram, o que aumentou foi o registro, e isso é positivo porque quer dizer que a sociedade está mais transparente", avalia. Para ela, vem ocorrendo uma mudança na relação entre o médico e o paciente, que no Brasil sempre foi muito "liberal", com o médico "acima de qualquer suspeita". O ideal, diz ela, é que a relação seja institucionalizada.

Mesmo com o aumento das denúncias por parte da população, a estatística ainda está muito aquém da realidade, na opinião de Lígia Bahia. "No Brasil há um sub-registro de erros médicos, a gente só vê a ponta do iceberg, não temos dimensão do iceberg inteiro". A vice-presidente do Cebes explica que as ocorrências não chegam a ser registradas muitas vezes por falta de um sistema nacional de regulamentação técnica. "No Brasil temos péssimos prontuários, os registros da enfermagem não são padronizados, o diagnóstico muitas vezes é passado oralmente, e não por escrito, e assim não é possível provar que houve erro médico". Ela também acrescenta que a alta rotatividade dos profissionais da saúde, como enfermeiros e auxiliares, dificulta o registro das etapas do tratamento do paciente.

Como exemplo da falta de transparência, ela cita o caso da dona de casa Verônica Cristina Barros, que morreu na manhã de sábado no Rio de Janeiro. "O marido da vítima foi comunicado do suposto erro médico por meio de uma ligação anônima", lembra. Depois de cair e bater a cabeça, um coágulo se formou no lado esquerdo do cérebro de Verônica, conforme indicou tomografia computadorizada, mas a equipe médica teria operado o lado direito da cabeça da paciente.

Formação profissional

O Cremesp também verificou um crescimento no volume de denúncias. Segundo o médico e vice-presidente da entidade, Renato Azevedo Junior, com base nos últimos dados, de 2006, houve um aumento de 75% em relação a 2000. Azevedo também vê nos números um sinal de que a população é hoje mais consciente de seus direitos e denuncia mais. Para ele, esta mudança de comportamento é o principal motivo do crescimento dos processos. Mas ele também destaca a má-formação profissional, por conta do aumento das universidades de medicina, muitas delas despreparadas para oferecer o ensino adequado.

Ele cita ainda as condições de trabalho. "Principalmente na periferia, o médico não tem condições de exercer sua profissão de forma adequada, não tem material, não dispõe de exames", aponta. Para o vice-presidente do Cremesp, a baixa remuneração também compromete a qualidade do profissional. "Hoje, os médicos do serviço público trabalham em média de 10 a 12 horas diariamente, e assim o profissional não tem tempo de se atualizar."

Para a advogada e presidente da Associação das Vítimas de Erros Médicos (Avermes), Célia Destri, o aumento no número de processos evidencia a qualidade da formação do médico, que ela classifica como "péssima". A entidade acompanha mais de mil processos sobre erro médico. Segundo a advogada, em cerca de 70% dos casos julgados o paciente foi indenizado. Célia fundou a primeira entidade de assistência a vítimas de erro médico em 1990. Ela conta que perdeu o rim esquerdo numa cirurgia ginecológica para retirada de cistos no ovário. Durante o procedimento, ela teve o ureter, canal que liga a bexiga ao rim, cortado por engano. Durante dois dias, conta, sentiu cólicas, que a médica diagnosticou como "psicológicas". Operada às pressas, a equipe médica encontrou dois litros de urina em seu abdome.

Agencia Estado - 9/3/2009 07h45min

Ligação anônima avisou sobre erro em cirurgia do cérebro

A dona de casa Verônica Cristina do Rego Barros, de 31 anos, morta anteontem após um suposto erro médico - ela teria sido operada do lado errado do cérebro - só foi submetida a uma segunda cirurgia após sua família, alertada por um telefonema anônimo, avisar o hospital sobre o equívoco. A segunda operação - dessa vez, no lado correto do cérebro -, realizada na quinta-feira, não deu resultado e a paciente morreu.

O corpo foi enterrado ontem no Rio. Inconformados, parentes afirmaram que vão processar o Estado. Ela deixou uma filha de 8 anos e um filho, de 11. Verônica foi internada no Hospital Estadual Getúlio Vargas, zona norte do Rio, na noite do dia 1º, depois de sofrer duas convulsões em razão de uma queda no banheiro, em que bateu com a cabeça. Na unidade, passou por uma tomografia que indicou um coágulo no lado esquerdo do cérebro. No dia seguinte, o neurocirurgião Pedro Ricardo Mendes abriu o lado direito do crânio. Durante essa primeira cirurgia, Verônica teve cinco paradas cardíacas.

Três dias depois, o marido de Verônica, Giovani Mattos Dornelles, de 38 anos, recebeu uma ligação anônima. Uma pessoa que dizia ser da equipe de neurocirurgia do hospital se dizia "indignada e inconformada" com o ocorrido. "A pessoa me falou: Pegue o prontuário, os exames, e vá à direção do hospital. O que estão fazendo com ela é um absurdo. Se essa pessoa não tivesse ligado, a Verônica ia morrer por causa de um erro e ninguém ia saber. Eles erraram e encobriram o erro", disse Dornelles. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

DIANTE DISSO CONCLUO:

Como essa classe médica, que comete erros absurdos que nem imaginamos, pode alegar que a Auto-Hemoterapia é prejudicial à saúde sem pelo menos conhecê-la? Até hoje não se sabe de nenhum caso em que a Auto-Hemoterapia tenha feito algum mal a quem quer que a utilize. Diga-se de passagem, que o próprio Dr. Luiz Moura, defensor incansável da Auto-Hemoterapia, utiliza-a juntamente com sua esposa há mais de 20 anos.

Eu POSSO afirmar que ela é extremamente benéfica porque a utilizo há dois anos. Desde então desapareci das imensas filas do SUS e dos consultórios médicos. Graças a Auto-Hemoterapia, hoje me sinto cada dia mais saudável.

Com certeza serei um “aposentado” que vai desfrutar verdadeiramente de minha “aposentadoria” com saúde.

Exatamente o que não acontece com a maioria das pessoas aposentadas que conheço.

Seria por esse motivo que o governo não toma uma decisão favorável para a liberação da Auto-Hemoterapia? – Só Deus sabe...

Portanto Excelência venho pedir encarecidamente que o senhor interceda com sua opinião sempre equilibrada junto a Subprocuradora que analisa a denúncia do senhor Ubervalter Coimbra, em favor da aprovação do uso da Auto-Hemoterapia para todos os que dela possam precisar.

Que a Luz da Verdade ilumine seus pensamentos para que tantas pessoas que sofrem de males em que nossa medicina ainda não tem solução sejam beneficiadas pela Auto-Hemoterapia, assim como eu fui.

Assim sendo, desejo que a Saúde que tenho seja um direito estendido a todos meus irmãos brasileiros, e não só meu.

 

Haroldo José Ventura – 56 anos

Cidadão Brasileiro de Caçapava – SP

 

VISITAS DESDE 17.04.2008:

 

TOPO

ROTEIRO

NATAL RN SITES

FORUM

FALE CONOSCO