terça-feira, 09/09/14

AUTO-HEMOTERAPIA - INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE

 

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

 

 

Conheça a técnica

 

. DVD DR. LUIZ MOURA

. HISTÓRICO

. MÉDICOS  

. PESQUISA  

. BIBLIOTECA  

. LINKS  

. ARQUIVOS


RELATOS

Enfermidades tratadas com auto-hemoterapia, segundo centenas de relatos dos usuários: acnase, aftas, alergias, alzheimer, anemia, ansiedade, artrite, artrose, asma, autoimunohemoterapia, câncer, câncer de pele, cardiopatia, cistite, cistos, colesterol, colite, coração, crohn, depressão, dermatite, derrames, diabetes, doença de chagas, dor de garganta, dores, dores na coluna, enfisema, enxaqueca, epilepsia, erisipela, esclerodermia, espondilite, esteatose, estresse, feridas, fibromialgia, fibroses, fungos, furunculose, gastrite, glaucoma, gota, gripe, hemorróidas, hepatite, hernia de disco, herpes, hipertensão, histoplasmose, hiv, infecções, insônia, labirintite, leucemia, leucopenia, lupus, mal de parkinson, menopausa, menstruação, micoses, mioma, na odontologia, neurofibrose, osteomielite, osteoporose, penfigo, prisão de ventre, problemas anestesia, problemas circulatórios, problemas de pele, problemas de vista, problemas estomacais, problemas pulmonares, problemas renais, psoríase, púrpura, reumatismo, rinite, síndromes, sinusite, tiróide, toxoplasmose, trombose, tumores, várias patologias (1 e 2) , varizes, verrugas, vírus hpv.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Protocolo de AHT

 

Carta aberta aos candidatos



Saúde para o povo – Uma medida para eliminar gastos

Nesta oportunidade em que VV. SS. apresentam suas propostas de trabalho e bandeiras de luta gostaríamos de apresentar um tema importante para a saúde, principalmente a saúde pública, a auto-hemoterapia. Trata-se de uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Mas aqui não se trata apenas da apresentação da técnica ou mostra de quem toma partido por ela. É algo bem mais complexo.


Os defensores da auto-hemoterapia querem que seu uso seja liberado nos serviços de saúde do Brasil, e que médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde possam utilizá-la sem o sobressalto que vivem atualmente. Querem inclusive que os órgãos responsáveis, na academia, nos governos e nas entidades profissionais assumam suas responsabilidades e realizem pesquisas para comprovar a eficácia da técnica, que já é largamente comprovada em muitos casos, mas alijada por não ter sido calcada em métodos científicos que só beneficiam os laboratórios de medicamentos. Realizadas essas pesquisas, sabemos que o resultado será pelo uso da AHT. Aliás, ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, CFM – Conselho Federal de Medicina e COFEN – Conselho Federal de Enfermagem e outros órgãos sabem disso.


Apesar de todas as evidências da eficácia da auto-hemoterapia, seu uso foi proibido aos médicos, enfermeiros e serviços de saúde, através de uma nota técnica arbitrária e ilegal à qual está submetida despoticamente toda a sociedade brasileira.


Diante dessa situação, propomos a VV. SS. uma atenção a este assunto, com o que verão que o uso da auto-hemoterapia trará inúmeros benefícios ao povo brasileiro e terá como consequência uma economia astronômica de recursos despendidos atualmente e que poderão ser utilizados em outras ações importantes. Para tanto faz-se necessário a revogação da Nota Técnica da ANVISA que estabelece proibições ao uso da auto-hemoterapia.

Uma técnica simples que pode curar e prevenir muitas doenças

A auto-hemoterapia passou a ser defendida mais fortemente em 2004, quando o Dr. Luiz Moura publicou um artigo intitulado “Auto-hemoterapia” (
http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf ), no qual explica o funcionamento da técnica, faz um histórico e apresenta informações sobre a sua ação terapêutica.
Dr. Luiz Moura faz um histórico, mostrando que em 1911 F. Ravaut usa a autohemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos, conforme dicionário enciclopédico de medicina, T.1, de L. Braier. Em 1941 o Dr. Leopoldo Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológicas, pg 37, cita: Auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste en injetar a uno indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules), tomada de este mismo indivíduo. E cita H. Dousset – Auto-Hemoterapia - Técnicas indispensáveis, afirmando em 1941 que é útil em certos casos para dessensibilizações.
O artigo cita também trabalho de pesquisa científica realizado pelo médico Jessé Teixeira - Complicações Pulmonares Pós- Operatórias Autohemotransfusão ( 
http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf ) e texto produzido pelo médico Ricardo Veronese sobre o tema Imunoterapia: O impacto médico do século ( http://www.rnsites.com.br/artigo_ricardo_veronese.pdf ).
Recentemente foi mostrado também que a auto-hemoterapia foi tema de tese de doutorado em 1924, “A auto-hemoterapia nas dermatoses”, realizada pelo Dr. Alberto Carlos David na Universidade do Porto (
http://www.rnsites.com.br/210_2_FMP_TD_I_01_P.pdf )
O Conselho Federal de Medicina emitiu Parecer em 2007 afirmando que a técnica não teria comprovação científica, mas ao contrário do que está colocado no parecer – que é incompleto e superficial - na base de dados Pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos (
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm ).
A despeito dessas ações arbitrárias daqueles órgãos, a população continuou utilizando a auto-hemoterapia, com o que vem prevenindo e curando muitas doenças, conforme milhares de depoimentos publicados nos meios de comunicação e na Internet.
Chamado a explicar o uso da auto-hemoterapia em processos éticos instaurados no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro - CREMERJ e no Conselho Federal de Medicina – CFM, Dr. Luiz Moura foi ao final absolvido em ambos. Mesmo assim a perseguição que é feita à técnica que ele sempre usou e tem convicção dos benefícios que traz à clientela, causou-lhe muito mal e muitos transtornos.
Ressaltando que Medicina é a arte de curar, Dr. Luiz Moura diz que só tem um único compromisso com seus pacientes: aliviar o sofrimento e, quando possível, curar. Por isso não respeita os padrões chamados científicos. Para ele, o que comprova qualquer coisa é o efeito do tratamento. Se ele produz benefícios para o paciente é um tratamento científico, mesmo que não saibamos qual o mecanismo de ação deste tratamento. Defende o uso de recursos - sejam quais forem - para beneficiar os pacientes, para que tenham alívio do sofrimento e, se possível, a cura.
Aos médicos e futuros médicos recomenda conferir sempre, nunca aceitar nada como ‘isso é coisa do passado’, isso é ‘atrasado’, ‘está fora de moda’. Se possível, sempre somar o antigo com o novo. E sempre conferindo que não haja prejuízo para quem vai usar o tratamento.
Aos pacientes recomenda em primeiro lugar mente positiva, porque a mente negativa agrava o sofrimento. O Sistema Imunológico, quando a pessoa fica negativa em relação ao seu padecimento, declina. Se a pessoa crê na sua cura, ela tem toda chance de vencer a doença.

O que é Auto-hemoterapia?

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.
Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.
A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.
Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

Brasil, Setembro de 2014

 

Walter Medeiros

Ubervalter Coimbra

Maria das Graças S. B. Medeiros

Paulo Magalhães

Silvia Maria F. Cardoso

Maria das Graças Freire

Neusa de Sousa Bezerra

Sebastião Rodrigues Bezerra

Maria do Socorro Teixeira

Petrônio Costa e Silva

Thiago de Pinho Costa

Janilda Queiróz

Marcelo Fetha

Jolersion Endrigo Manoel

Joel Martini de Campos

Marluce Heinz

Ida Zaslavsky

Alessandro dos Santos Moresco

Eliane Aguirre Moresco

Múcio Bezerra


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Assinatura - Os defensores e usuários da auto-hemoterapia que desejarem assinar este documento podem manifestar essa intenção através de mensagem para o e-mail waltermedeiros@supercabo.com.br, que terá o nome acrescentado.

 

06.09.2014


 

 

Superbactéria, antibióticos e auto-hemoterapia

 

--- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

O uso da auto-hemoterapia junto com os antibióticos faz com que haja muito menos casos de resistência ao antibiótico. A opinião é do médico carioca Luiz Moura e lembramos dessa afirmação neste momento, tendo em vista matéria da BBC na qual o premier britânico David Cameron afirma que “Se não agirmos, a perspectiva é de cenário impensável em que antibióticos não funcionam mais”, devido à resistência de bactérias, o que havia sido motivo de advertência recentemente por parte da Organização Mundial de Saúde - OMS. Como se sabe, auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos.

Na entrevista que concedeu em DVD que vem sendo divulgado bastante, Dr. Luiz Moura trata do problema dos antibióticos, mostrando que esses problemas são resultado da ganância da indústria farmacêutica, que teria de suspender o fabrico de certos produtos a cada dez anos, sob pena de viciar. Para não mexer nos lucros, nada foi feito e a humanidade quem sai prejudicada. Além de contar a história do descobridor da Penicilina, Alexandre Fleming, o Dr. Moura afirma que “a ganância resultou em usar os antibióticos permanentemente, não descontinuar, e com isso os micróbios criaram resistência”.

Segundo o médico, quando surgiram os antibióticos a auto-hemoterapia, ao invés de ser descontinuada – pois tinha uso intenso – deveria ter sido mantida para acrescentar, somar e não substituí-la. Ele explica que cada um age de uma forma diferente: os antibióticos agem impedindo a reprodução dos micróbios e o Sistema Imunológico - ativado pela auto-hemoterapia – completa a tarefa com os macrófagos fagocitando os micróbios. A função dos macrófagos - o termo ‘macro’ é grande e ‘fagos’ é comer - é comer partículas grandes. Usando a auto-hemoterapia junto com os antibióticos haveria muito menos casos de resistência ao antibiótico, porque não sobrariam cepas resistentes que depois se reproduzem em outras cepas resistentes de micróbios.

O primeiro ministro britânico anunciou a criação de um grupo para analisar por que tão poucos medicamentos do tipo têm sido criados nos últimos anos. O  economista Jim O'Neill, criador das sigla Bric, vai liderar uma comissão sobre o assunto com especialistas das áreas de ciência, finanças, indústria e saúde global. Esse grupo vai definir planos para incentivar o desenvolvimento de novos antibióticos. Para o ministro, "Se não agirmos, a perspectiva é de um cenário quase impensável em que antibióticos não funcionam mais”.  O assunto vai para fóruns importantes e resultará em gordos incentivos financeiros para as pesquisas de medicamentos. Podia ser o momento de incentivarem e apoiarem a realização de novas pesquisas sobre várias formas de uso da auto-hemoterapia.

 

07.07.2014


 

CFM “julga” direito de opinião de médicos

 

O silêncio dos médicos alimenta injustiça social. Não era necessário, pois está na Constituição, mas pela decisão do Conselho os médicos ficam à vontade para opinar sobre auto-hemoterapia

 

--- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

“Médico que publica artigo de pesquisa bibliográfica sobre evolução de técnicas usadas ao longo dos anos não comete falta ética”. Esta frase não é uma simples opinião; é o enunciado de uma decisão do Conselho Federal de Medicina - CFM, que a proferiu para não enveredar mais ainda pelo caminho tortuoso do arbítrio contra a liberdade do exercício da medicina e de expressão (Para compreender bem o citado arbítrio, o leitor pode consultar o texto Razões para liberar a auto-hemoterapia em http://rnsites.com.br/autohemoterapia-arrazoado.htm  ). 

Por trás desse anunciado existem fatos lamentáveis, decorrentes da falta de transparência e da postura fechada dos órgãos de classe dos médicos. Mas tomamos conhecimento de mais uma decisão que garante a liberdade dos médicos brasileiros para realizar trabalhos e publicações sobre técnicas importantes, como a auto-hemoterapia. A decisão foi lavrada em processo ético julgado pelo CFM. 

Julgamento 

O processo começou no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo – Cremesp, contra o médico e cientista José de Felippe Junior, pelo fato de ele ter escrito trabalho de pesquisa sobre a evolução dos tratamentos referindo-se à auto-hemoterapia, no qual apresentou 120 referências bibliográficas no ano de 2012. Ele apelou para o CFM e foi absolvido por unanimidade em recurso conhecido e provido. 

O texto que gerou o processo foi “Infecção focal: Uma das causas esquecidas da verdadeira etiologia das doenças sistêmicas - o valor do FDG-PET no diagnóstico e o valor da autovacina no tratamento”. Escrito pelo Dr. José de Felippe Junior, o trabalho foi publicado em 2008 e pode ser lido intregalmente no endereço  http://www.medicinacomplementar.com.br/tema150408a.asp .

            Pesquisa

O Dr. Filippe apresentou o resultado de sua pesquisa sobre o termo “infecção focal” mas, para desespero daqueles que não conseguem nem pensar na eficácia da auto-hemoterapia, a certa altura transcreveu escrito de E.C. Rosenow de 1958 que ensinava: “O processo de doença somente se estanca com as auto vacinas ou a autohemoterapia ao lado da exclusão do foco”.

Mais adiante é mostrado que “Na impossibilidade de se fazer vacinas autógenas, de acordo com os ensinamentos de Rosenow e pela impossibilidade de se encontrar o foco de infecção, os pesquisadores passaram a empregar outro tipo de auto vacina a autohemoterapia. É uma forma de auto-vacina em concentrações bem diluídas dos possíveis derivados e produtos do foco de infecção”. Informa que “Esta prática está proibida pelo Conselho Federal de Medicina no parecer CFM 12/2007”. Diz ainda que “Hoje temos a possibilidade de usar a tomografia FDG-PET e assim temos maior possibilidade de encontrar o foco de infecção escondido e não diagnosticado. Na impossibilidade de encontrarmos o foco nos resta a autohemoterapia, procedimento sem custo e desprovido de efeitos colaterais, exceto leve dolorimento no local da injeção”. 

Ressalva

O pesquisador teve o cuidado de explicar que “É importante salientar que ao tratarmos dos nossos pacientes, sempre precisamos utilizar em primeiro lugar todos os recursos da medicina convencional. Todos têm o direito de usufruir da MEDICINA MODERNA , da medicina que aprendemos na ESCOLA , entretanto, se não estamos obtendo o resultado esperado temos a obrigação como médicos de utilizar estratégias que já foram empregadas no passado e que sabidamente não apresentam efeitos colaterais”. E diz mais: “Ser médico é cuidar do paciente, é ser responsável pelo paciente, é utilizar toda estratégia possível para amenizar o sofrimento do paciente” recordando afirmação dele próprio feita em 1990.

            Na Conclusão ele defende que “Os dados epidemiológicos e as pesquisas que se seguiram a 1915 mostraram que o grande pesquisador do passado estava com a razão”, convocando: “Vamos ser médicos mais cuidadosos e acrescentar ao nosso raciocínio e à nossa propedêutica a possibilidade da presença de um foco de infecção”, indagando: “Quantas doenças já devem ter passado na frente dos meus olhos e eu não diagnostiquei uma simples e facilmente curável infecção focal ?”. Cita Charcot dizendo que “As enfermidades são muito antigas e nada a respeito delas mudou. Somos nós que mudamos ao aprender a reconhecer nelas o que antes não percebíamos”; e Walter Edgar Maffei, que aconselha: “Médicos : Não sejam camelôs da Indústria Farmacêutica”. Para o autor, “Amordaçar a Ciência é o mesmo que a tirania faz com a Liberdade de um povo”.

 

16.04.2014


 

Estranhas refutações

 

--- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

 

O Parecer 12/07 do Conselho Federal de Medicina - CFM que critica a auto-hemoterapia e afirma que essa técnica não seria eficaz desqualifica-se por si só, pois declara que muitos trabalhos de pesquisas científicas deixaram de ser considerados porque estavam escritos "em outros idiomas". Acreditem: isto está no Parecer do CFM. Deixaram de considerar trabalhos científicos de vários países porque estavam "escritos em outros idiomas".

Para ter uma ideia da falta de cuidado do CFM, está escrito no seu Parecer que “Das 91 indicações da base de dados referida, 26 não estão escritas em inglês, senão nos idiomas dos países em que foram publicadas: 3 em polonês, 6 em russo, 7 em alemão, 1 em chinês, 3 em espanhol, 2 em francês, e 4 em italiano. Desses 91 artigos, apenas 39 apresentam abstracts disponíveis e 18 estão em idiomas não identificados pela fonte”.

Tradutores juramentados

Caso o órgão quisesse tratar do assunto de forma correta, caberia mandar todos esses trabalhos para tradutores juramentados e utilizar o seu conteúdo na análise do assunto.  A propósito, a certa altura o Parecer afirma que “Grebnev e Shumkii (1995), em periódico soviético, relatam a melhora de pacientes com estomatite herpética crônica com auto-hemoterapia magnética e afirmam ter demonstrado uma tendência à normalização de alguns parâmetros da imunidade celular e humoral em pacientes assim tratados. Este trabalho, publicado há 12 anos na Rússia, não foi analisado no original e, portanto, não é possível determinar o seu nível de evidência.”

Dá para ter uma ideia do descaso com que o assunto foi tratado. Primeiro, o trabalho mostra a melhoria dos pacientes e o Parecer confessa que “não foi analisado no original”. Em seguida, opina de forma tendenciosa, que “É improvável que este estudo tenha tido algum impacto no Ocidente em face do idioma em que está publicado, da precária distribuição internacional da revista em apreço e da ausência de publicações sob o tema.”

Pubmed já tinha 106 estudos

Ao contrário do que está colocado no parecer do CFM, o médico Alex Botsaris - autor de livros como “Sem Anestesia”, que teve grande repercussão na área de saúde – afirma que “não é verdade que essa terapêutica não tenha nenhum fundamento, nem que não haja nenhum trabalho publicado sobre ela na literatura mundial ou nacional, como afirma a SBHH” (Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia). Ele define a Auto-hemoterapia como “um recurso terapêutico simples que consiste em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo”.

O Dr. Alex Botsaris informa que “Na base de dados pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos.” Segundo ele, “É um numero modesto, mas mostra que alguma pesquisa já foi realizada.” Cita que “Um estudo, inclusive, foi realizado no Brasil. O artigo do Dr. Botsaris está publicado no link http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm .

Refutações e seu porque

Outro aspecto do partidarismo do CFM pode ser visto no portal médico mantido pela entidade, onde a chamada para o Parecer recebeu o sintomático título de "Refutações à Auto-Hemoterapia". Ou seja, o CFM demonstra que não está do lado da ciência nem da comprovação de eficácia científica. Está contra a auto-hemoterapia e as consequências disso sabemos que são muitas. Até porque o CFM permite oficialmente que seus membros, os médicos, recebam presentes dos laboratórios farmacêuticos. E a cada comprovação de eficácia da auto-hemoterapia as pessoas deixam de precisar de medicamentos.

Tortuoso caminho, pois logo logo teve de voltar atrás e atender reclamações dos anestesiologistas que, através da sua Sociedade, exigiram a permissão para continuar usando a auto-hemoterapia através do procedimento denominado Tampão Sanguíneo Peridural, pelo qual a pessoa recebe uma injeção de sangue para fazer face a fortes dores de cabeça que sentem no pós-operatório.

Como se a população não merecesse qualquer justificativa, também de forma estranha, é permitido o uso da auto-hemoterapia através do Plasma Rico em Plaquetas. Mas aí deve ser tão somente porque o uso por médicos resulta em bons retornos, já que são cobradas altas quantias pelas aplicações, que chegam até a R$ 4.000,00.

Outros usos ficaram confusos, mas as autoridades de saúde fogem do assunto: são os casos, por exemplo, dos resultados obtidos na área da genética e do cordão umbilical, e o efeito no pós-operatório, que foi objeto inclusive da pesquisa do Dr. Jessé Teixeira e resultou no trabalho denominado “Complicações Pulmonares Pós- Operatórias: Autohemotransfusão” (http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf ) .

A publicação do CFM, por seu título, deixa grande dúvida: a sociedade precisa saber por que refutações. Por que CFM age contra a Auto-hemoterapia, se àquele órgão caberia, ao contrário, colaborar na promoção de estudos para comprovar ou não a sua eficácia. O que está bem claro é que a ordem era proibir a Auto-hemoterapia. Mas a sociedade não se rendeu ao arbítrio e à injustiça. A cada dia essa comprovação vem chegando e os órgãos responsáveis pela saúde vão ter a auto-hemoterapia como certas pessoas um dia tiveram Zagalo na Seleção Brasileira. Aí cabe a metáfora, onde a auto-hemoterapia diz à Anvisa e ao CFM: “Vocês vão ter que me engolir”.

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Tudo isso começou com a repercussão do DVD da entrevista do Dr. Luiz Moura sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=N-dmpGfkKN0 .

*Jornalista

 

09.12.2013


 

Vídeos sobre auto-hemoterapia já foram

vistos por mais de 11 milhões de pessoas

 

O vídeo gravado pelo Dr. Luiz Moura, reportagens de TV, entrevistas com especialistas, demonstrações e outras abordagens sobre auto-hemoterapia atingem um público de causar expectativa em qualquer publicitário ou estatístico. Somente em consulta feita ao site YouTube neste sábado, 7 de dezembro de 2013, constatamos a existência de mais de dez mil resultados para o termo “Auto-hemoterapia” e que os vídeos disponibilizados já foram acessados mais de 11 milhões de vezes.

Trata-se de um dos recursos que a população tem para enfrentar o grande golpe dado na saúde popular pelo Conselho Federal de Medicina – CFM e Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, que desde o dia 7 de dezembro de 2007 proíbe o uso desta técnica pelos médicos brasileiros. A decisão absurda e autoritária, baseada em parecer fajuto, ainda está em vigor, mas seus defensores defendem que é hora de autoridades e sociedade acordarem para o mal que foi causado ao povo brasileiro pelo Parecer nº 12/07, do CFM.

 


 

Auto-hemoterapia é eficaz; mais uma

pesquisa derruba o parecer do CFM

 

--- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

“A auto-hemoterapia pode ser empregada como uma alternativa para contribuir com a imunogenicidade e aumento dos níveis de proteção em animais de companhia”. A afirmação faz parte de relatório de pesquisa denominada “AUTOHEMOTERAPIA EM RATOS (Rattus norvegicus): EFEITO SOBRE O NÍVEL DO FATOR DE NECROSE TUMORAL (TNF-α) E LEUCÓCITOS”. O trabalho serviu de base para Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Espírito Santo, como requisito para obtenção do Título de Mestre em Ciências Veterinárias, linha de pesquisa em Diagnóstico e Terapêutica das Enfermidades Clínico-cirúrgicas, pela professora MIRLEIDE DE ARAÚJO CÁO.

A Dissertação chegou à conclusão de que “Houve efeito da auto-hemoterapia no número de monócitos e linfócitos na corrente sanguínea”, o que é um avanço a mais na comprovação da eficácia dessa técnica usada há mais de 100 anos em humanos e defendida no Brasil pelo Dr. Luiz Moura. No Resumo do trabalho é considerado que a auto-hemoterapia “é um procedimento antigo que nos últimos anos, está entre aos estudos que envolvem a medicina humana e veterinária”, acrescentando que “Ela tem a proposta de estimular o aumento dos macrófagos de modo a combater bactérias, vírus e células cancerosas”.

Segundo MIRLEIDE DE ARAÚJO CÁO, considera-se que “Pelo estimulo do sistema retículoendotelial, a medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófago. Por esta razão foi testado quatificamente o Tnf-α para avaliar o sistema de defesa em ratos que poderia ser empregado, como uma alternativa para contribuir com a imunogenicidade e niveis de proteção em animais de companhia.”

RESULTADOS

A Dissertação de Mestrado afirma que “Os resultados mostraram que houve diminuição de monócitos em M3 após aplicação da auto-hemoterapia, o que segundo S. LOPES, (2007) as funções dos monócitos e macrófagos incluem a transformação de monócitos em células efetoras teciduais; ação fagocítica e microbicida; e regulação da resposta imune. O que nos explica a alteração na quantidade dessas células no leucograma entre M1 e M3 após a auto-hemoterapia”. Cita K DRUMOND, 2013, para quem “provavelmente, o mecanismo de ação da auto-hemoterapia é aumentar a imunidade orgânica”.

Afirma em seguida que “o objetivo do presente trabalho foi verificar se há resposta imunológica, após o procedimento de auto-hemoterapia, comparada com a aplicação de soro fisiológico, após as aplicações. Buscou-se evidenciar que a técnica empregada em várias áreas clínicas produz a imunoestimulação na produção de TNF-α, visto que macrofagos e monócitos participam ativamente no processo de sua produção e na fagocitose de células infectadas”.

Aduz que para J. RAMIREZ (2000), por exempo, “a auto-hemoterapia representa um novo método para tratamento e cura do Diabetes Mellitus 2, pela auto-negativação de anticorpos, atuando como auto-vacina ao estimular o sistema auto-imune”. Afirma, por outro lado que para P. STAUBACH, (2006) “a auto-hemoterapia é promissora e potencialmente curativa e mais uma opção terapêutica, além de seguro, outro exemplo, de pacientes que apresentavam urticária tiveram melhora significativa na sua qualidade de vida, além da diminuição do uso de anti-histamínicos e segundo R. GRACER, (2005) seus processos resultam em estimulação dos sistemas imunitários e cura dos pacientes.

O texto completo da Dissertação pode ser acessado através do link http://portais4.ufes.br/posgrad/teses/tese_6810_DISSERTA%C7%C3O%20MIRLEIDE.pdf

 

23.10.2013


 

LUC MONTAGNIER, O DESCOBRIDOR DO VIRUS HIV

 

Auto-hemoterapia para enfrentar vírus HIV

Descobridor do HIV diz que virus sozinho não provoca AIDS

 

As pessoas que mantém o sistema imunológico saudável conseguem se livrar naturalmente até do vírus da AIDS. E a melhor forma de manter o organismo em condições de enfrentar esses riscos do HIV é fazer a auto-hemoterapia, que eleva a imunidade do organismo ao máximo por cinco dias a cada aplicação e volta ao normal gradativamente entre o sexto e sétimo dia. A constatação sobre a imunidade é do descobridor do vírus HIV, Luc Montagnier, que recentemente concedeu entrevista bombástica afirmando que a AIDS não é provocada somente pelo vírus, mas precisa de outras circunstâncias.

Na entrevista o cientista, que é também ganhador do Premio Nobel de Medicina afirma acreditar que “nós podemos ser expostos ao HIV muitas vezes sem ficarmos infectados cronicamente”.  Segundo ele, “Nosso sistema imunológico irá se livrar do vírus dentro de poucas semanas, se você tiver um bom sistema imunológico". Isso significa que todo aparato de enfrentamento da AIDS pode ter sido apenas uma forma de enriquecer determinados setores da área médica e farmacêutica. Coisa que a imprensa não questionou nem investigou desde a descoberta do vírus.

Luc Montagnier, 81 anos, é o virologista e médico francês que em 1983 descobriu com a sua equipe, nos laboratórios do Instituto Pasteur, o retrovírus da Síndrome da imunodeficiência adquirida, inicialmente designado LAV, e que em 1986 recebeu o nome de VIH-HIV. Foi galardoado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2008. Já em 2009, no Parlamento Europeu, durante a conferência dedicada ao "Futuro da investigação biomédica no século XXI" opinou que "o principal objetivo da investigação científica do VIH devia ser a criação de uma vacina terapêutica”, e que “não nos devemos centrar na vacina preventiva".

A entrevista, com legendas em português: http://www.youtube.com/watch?v=5O608cuqFhE

 

03/10/2013


 

Algo estranho no CFM e ANVISA

ao perseguir a auto-hemoterapia

 

 

Enfermeira Ida Zaslavski fala sobre

Auto-hemoterapia em São Paulo

 

 

Epidermólise Bolhosa pode ser

tratada com a auto-hemoterapia


 

Tratando acne com AHT


O que é auto-hemoterapia?

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

 

 

FONTES

 

 

Enfermeira defende auto-hemoterapia para prevenir ebola

 

“Enquanto experimentam usar o sangue contra o vírus ebola, a auto-hemoterapia já tem um  histórico de mais de 100 anos”. A observação é da enfermeira gaúcha radicada em Florianópolis, Ida Zaslavsky, que usa a técnica há mais de vinte anos e reuniu experiências exitosas no livro “Auto-hemoterapia – um bom passo maior que a perna; das bases à autonomia do viver”. Ela se refere à decisão da Organização Mundial de Saúde de recomendar o uso de sangue de pessoas curadas para tratar as pessoas que contraíram o vírus.

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos e foi muito difundida desde 2004 através de DVD explicativo gravado pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro e distribuído gratuitamente de mão em mão ou pela internet.

Segundo a enfermeira, “A OMS está recomendando de forma experimental usar sangue de pessoas curadas por um vírus muito violento que é o Ebola, mas na realidade milhares de brasileiros já fazem esse tratamento com o próprio sangue há mais de 100 anos, sem risco, sem efeito colateral, nem contraindicação”.

Ela afirma que “No Brasil podemos evitar a Epidemia Ebola com a  auto-hemoterapia, que  previne e trata de infecções”. E explica que “Com esta técnica pode-se aumentar a imunidade antes mesmo de passar pelo risco da infecção, o que deve ser feito ao menos nos lugares onde o risco for maior”.

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Saiba mais sobre auto-hemoterapia acessando http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm

 

09.09.2014

 

A sorte dos africanos

 

--- Walter Medeiros* – waltermedeiros@supercabo.com.br

Os africanos vitimados pelo vírus ebola tem sorte de não viverem no Brasil e estarem longe dos seus órgãos de medicina, saúde e vigilância. Se a epidemia estivesse acontecendo aqui, a orientação da Organização Mundial de Saúde – OMS passaria primeiro pelo crivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, que proíbe o uso de auto-hemoterapia e, entre outros órgãos, do Conselho Federal de Medicina – CFM, que aprovou parecer incompleto e tendencioso afirmando que a técnica não teria comprovação científica. Ou seja, aqui seriam necessários muitos anos de espera por providências que nunca chegam para testar uma terapia que vem salvando vidas há quase duzentos anos.

Neste final de semana a grande notícia na área de saúde pública é que a OMS recomenda usar sangue de pessoas curadas para tratar ebola. A OMS não diz com base em que o sangue de pessoas curadas seria ou poderia ser eficaz no referido tratamento. Isto nos leva observar que, da mesma forma que pode ser o sangue de pessoas curadas poderia ser sangue de pessoas que não foram infectadas ou das próprias pessoas infectadas, pois a imunidade do organismo é multiplicada por quatro com a aplicação da auto-hemoterapia.

Faz muito tempo que é mostrado pelo Dr. Luiz Moura que o corpo humano consegue produzir os anticorpos necessários para combater uma infecção causada pelo ebola. A OMS alega que assim, em teoria, os anticorpos que já fizeram efeito em um sobrevivente da doença podem ser transferidos pelo sangue para um paciente doente, ajudando o sistema imunológico dele para resistir ao vírus. Esta justificativa mostra que a entidade está muito atrasada na compreensão das terapias do sangue. E poderia convocar o Dr. Moura para uma consultoria de emergência, ou pelo menos fazer uma releitura do que já foi escrito por ele e outros a respeito, com base em experiências práticas e exitosas.

Antes tarde do que nunca, uma das diretoras da OMS, Marie Paule Kieny disse que "Existe uma chance real agora de que um produto derivado do sangue de pessoas curadas possa ser efetivo no tratamento de pacientes". Aliás, ela foi mais enfática ao dizer que "Nós concordamos que a terapia com sangue pode ser usada para tratar o vírus do ebola e precisamos colocar todos os nossos esforços para ajudar países infectados." Observou ainda que "Várias pessoas sobreviveram ao vírus e estão bem. Elas podem doar um pouco do seu sangue para tratar as outras pessoas que ainda estão doentes".

A OMS considera que não haveriam “dados em grande escala sobre a eficiência de uma terapia com sangue, já experimentada no passado”. Mas informa que “Estudos feitos em um surto do ebola em 1995 na República Democrática do Congo indicaram que sete de um total de oito pessoas sobreviveram à doença após terem recebido um tratamento usando sangue de pessoas que sobreviveram ao mal”. Desde o dia 30 de julho o uso da auto-hemoterapia é defendido para prevenir ebola, conforme matéria deste blog: http://hemoterapia.org/

informacoes_e_debate/ver_opiniao/auto-hemoterapia-e-arma-para-tratar-ebola-a-auto.asp Entretanto, a técnica está proibida no Brasil, daí a Carta que está sendo assinada no facebook, https://www.facebook.com/

photo.php?fbid=712155925505199&set=gm.

624525897666332&type=1&theater . Já que a OMS propõe o uso de sangue, que seja pesquisado o efeito da auto-hemoterapia.

 

08.09.2014

 

LIBERDADE PARA OS MÉDICOS

O fato é que a auto-hemoterapia foi proibida de forma ilegal e os médicos estão cerceados no direito de exercer a arte de curar, mas não estão proibidos de estudar, analisar, avaliar, pesquisar e defender a auto-hemoterapia quando tiverem convicção de que ela é eficaz.

Sua eficácia vem sendo comprovada há mais de cem anos, basta acessar toda documentação existente e que teve parte considerável e importante desprezada pelo CFM em seu parecer com a desculpa descabida de que estavam escritos em outros idiomas.


 

PARA ENTENDER OS FATOS

PARA ENTENDER OS FATOS-II

PARA ENTENDER OS FATOS-III

 


OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE AHT

 

PESQUISA MOSTRA 1108 USUÁRIOS DA AHT

 

Razões para liberar o uso da

Auto-hemoterapia no Brasil

 

ARQUIVOS COM OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA

 

 
 

PELA LIBERAÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA NO BRASIL

Para assinar a petição, basta acessar o site http://bit.ly/JFQegr  e seguir as intruções.