sexta-feira, 23/09/16

AUTO-HEMOTERAPIA - INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE

 

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

 


O que é

Auto-hemoterapia?

 

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

 


Aplicação

Protocolo de AHT


 

ASSISTA AO DVD DO

DR. LUIZ MOURA


ARTIGOS

 

Breve história da Auto-hemoterapia

"Fraude" forjada no Fantástico

O médico do CFM baixou o nível

Parecer do Cremerj é cheio de falhas

Parecer do CFM é cheio de dúvidas

Superficialidade no Parecer do CFM

Anvisa confusa sobre a AHT

CFM recua e permite Tampão/AHT

Uma proibição ilegal da Anvisa

Comprovação desde 1924: doutorado

Perguntas sem respostas do CFM

SUS precisa adotar Auto-hemoterapia

 


EFICÁCIA

Usuários da auto-hemoterapia continuam mostrando sua eficácia no Portal do CFM. As mensagens são inúmeras; mais de 400 pessoas compartilharam o assunto.

É importante ler os comentários e acrescentar relatos sobre o uso dessa técnica que vem tratando, curando e salvando vidas há mais de cem anos.

Acesse o Portal Médico e veja o que já foi relatado:

facebook.com/conselhofederaldemedicina/



 

Pesquisa de 1944 mostrava eficácia

da auto-hemoterapia em gestantes

 

--- Walter Medeiros

A resistência do Ministério da Saúde, dos Conselhos de Medicina e de outros setores da área de saúde em pesquisar os efeitos da auto-hemoterapia no tratamento e cura de doenças continua gerando prejuízos inestimáveis à sociedade brasileira, que já poderia estar utilizando a técnica e usufruindo de melhor qualidade de vida. O desprezo pelos trabalhos realizados em décadas passadas é algo desumano, que não encontra justificativas nem mesmo no método que apresentam como o mais apropriado para a atualidade. Como se pudessem desprezar cada etapa da evolução da ciência e da arte médica.

Depois de tantos trabalhos que já citamos em outros momentos, chega-nos agora, pelas mãos da enfermeira gaucha radicada em Santa Catarina, Ida Zaslavski, um trabalho publicado nos Anais Brasileiros de Ginegolocia, em Março de 1944, sobre “A auto-hemoterapia nos vômitos gravídicos” de autoria do Dr Henrique Duék. Naquela época o autor já informava que “O assunto de que trata o nosso presente trabalho não é novo. Pelo contrário, Saxon e Stoll apresentaram-no como um novo método de tratamento dos vômitos gravídicos em 1939, com resultados satisfatórios em 75 gestantes de suas experiências (Illinóis M. J. Abril 1939).

O pesquisador explica: “Procuramos experimentá-lo; como nos pareceu interessante, observamo-lo cuidadosamente. Fomos indizudos a publicar as nossas observações, pelo fato de ser o tratamento dos vômitos gravídicos pela auto-hemoterapia, processo pouco divulgado no meio médico, e por reconhecermos nele qualidades excepcionais, sob o ponto de vista prático e econômico, pois, os resultados que obtivemos, foram plenamente satisfatórios.”. Ele apresenta um gráfico demonstrativos de 100 casos de vômitos gravídicos e outros sintomas tratados pela auto-hemoterapia.

Relata que “No Ambulatório Pré-Natal procuramos observar os seus efeitos em 100 casos de vômitos gravídicos. Nossas observações foram feitas com a máxima meticulosidade, como já dissemos. Recomendamos às doentes que contassem o número de vômitos diários, repetindo-se a indagação durante três dias consecutivos, a fim de constatar a veracidade das informações. Só empregamos a auto-hemoterapia em gestantes que vomitavam quotidianamente. As injeções de sangue foram de 10 cc, diariamente, durante 3 dias consecutivos. Praticamo-las em 100 gestantes; 94 obtiveram resultado satisfatório”.

“Os resultados por nós obtidos confirmam pois, a indicação de Saxon e Stoll, da auto-hemoterapia nos vômitos gravídicos”, continua o relato, segundo o qual “Saxon e Stoll explicam a sua ação dizendo que esta pequena quantidade de sangue injetada nos tecidos dessensibiliza uma certa toxina elaborada e absorvida na corrente circulatória da gestante”. Segundo o Dr Henrique Duék,  “Esses autores baseiam sua explicação na teoria alérgica luteínica de Fincil. Fincil acha que os vômitos da gestação são originários de manifestações alérgicas, devido a hiperfunção da glândula da granulosa de Aschoff, na gravidez. Saxon e Stoll estão com Finch, ao julgar que o alergeno seria uma substância secretada pelo corpo amarelo (mas nenhum dos seus hormônios conhecidos, como puderam provar as suas experiências).”

Encerrando o relato, escreveu o Dr Duék: “Para finalizar, diremos que julgamos este tratamento de escolha para os vômitovs leves da gravidez, e portanto, o mais indicato para o ambulatório Pré-Natal, tanto mais quanto, associado a uma alta beneficiente de êxito à presteza da ação, possui ademais, elevado cunho prático-econômico”. Muitos outros trabalhos de pesquisa realizados por décadas seguidas foram ignorados pelo Conselho Federal de Medicina e pela Anvisa, que proibiram o uso da técnica nos serviços de saúde, alegando não haver comprovação científica da sua eficácia; porém ao invés de incentivar a busca da verdade, ao contrário, inibiram pesquisas importantes, como a que estava em andamento na Secretaria de Saúde de Olinda.

 

23.09.2016


 

. LIBERDADE PARA OS MÉDICOS

 

. Estranhas refutações

 

. Auto-hemoterapia é eficaz

 

. CFM e Anvisa deviam apoiar pesquisas

 

. PARTICIPE DO FORUM SOBRE AHT

 

. Transcrição do DVD do Dr. Luiz Moura

 

 . Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos...

 

. Incríveis benefícios da auto-hemoterapia

 

. Conselho de Farmácia mostra desinformação

 

  . Razões para liberar a Auto-hemoterapia
 
  . CFM e SBHH não têm argumentos contra a AHT
 
  . A Precaução autoritária da Anvisa
 
  . Maria Adelaide Amaral usa e defende a AHT
 
  . Relatos comprovam eficácia da técnica
 

 

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DR. LUIZ MOURA

Quem é o Dr. Luiz Moura

 

Dr. Luiz Moura - o maior difusor da auto-hemoterapia e um dos muitos médico que a receitam – nasceu no Rio de Janeiro em 04 de maio de 1925, filho de médico. Estudou na Faculdade Nacional de Medicina da UFRJ, quando a universidade ainda ficava na Praia Vermelha, mesmo lugar em que o seu pai se formara nos idos de 1918.

Médico clínico geral, Dr. Luiz Moura foi vice-diretor do Hospital Cardoso Fontes de Bonsucesso, um dos maiores hospitais do Rio de Janeiro. Presidente do INPS, na época em que englobava o INAMPS, diretor da DIMED, órgão de fiscalização que deu lugar à ANVISA, diretor de medicina social do estado do Rio de Janeiro, fundador da CEME (Central de Medicamentos), feito que desagradou a indústria farmacêutica.

O Brasil e a saúde pública devem muito a este grande homem, que, do alto de mais de 60 anos de exercício da medicina, sempre ancorado no juramento hipocrático, teve a coragem de enfrentar interesses poderosos e escusos, ao divulgar a auto-hemoterapia, retirando do ostracismo essa técnica que foi esquecida por força da ganância dos que enriquecem às custas das nossas doenças.

Dr. Moura começou a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943, quando entrou para a faculdade de medicina. O seu pai foi professor da mesma faculdade, e mandava retirar e aplicar sangue nos pacientes que operava. Ele fazia isso baseado no trabalho do professor Jesse Teixeira - que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou no maior prêmio de trabalho publicado em 1940.

Ele se limitou a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para tratar de infecções, acne juvenil (que é uma infecção de estafilococos) e também evitar infecções pós-cirúrgicas. Nesse tempo era cirurgião, então também usava o mesmo método. A finalidade era basicamente combater bactérias.  

A partir de 1976 passou a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá. O professor Garófalo chegou se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia uma caminhada de 100 a 200 metros. Tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. O raios-X que mostrou 10 (dez) centímetros de artéria entupida. A solução era fazer uma prótese. O Dr. Garófalo rejeitou a solução e disse: “quem vai me curar é a auto-hemoterapia”. E pediu que Dr. Moura aplicasse nele. No fim de 4 (quatro) meses sentia-se curado. Novo exame de raios-X mostrou que não havia mais obstrução alguma.

Dr. Garófalo presenteou Dr. Moura com dois trabalhos: um do Dr. Jesse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi. Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Enquanto o trabalho do Dr. Jesse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, o do professor Ricardo Veronesi, professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e se tinha descoberto que o Sistema Retículo - Endotelial (SRE) tem muitas outras funções além de combater as bactérias.

Mostrando que a auto-hemoterapia é um recurso de enorme valor, com a amplitude que o avanço da imunologia deu. Até porque afirma que antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias. Quem mata a bactéria é nosso Sistema Imunológico, completando o trabalho do antibiótico.

Em 1976, num caso de esclerodermia fase final, no qual a médica disse que não tinha nada a fazer, Dr. Luiz Moura propôs o tratamento com auto-hemoterapia. A médica concordou. A melhora foi uma coisa espantosa. Trinta dias depois a paciente saiu andando do hospital.

Assim seguiu receitando auto-hemoterapia para inúmeras enfermidades. 

Em 2004 aceitou gravar uma entrevista na qual conta toda sua experiência e diz como funciona a técnica, incluindo as dosagens recomendadas. Com a audiência do DVD da entrevista ganhando grandes proporções, no primeiro semestre de 2007 a ANVISA emitiu Nota Técnica completamente questionável contra o uso da auto-hemoterapia. Em dezembro daquele ano o Conselho Federal de Medicina aprovou Parecer superficial e incompleto afirmando que a técnica não teria comprovação científica. Desde então os médicos ficaram impedidos de trabalhar com a auto-hemoterapia.


Técnica que não dá lucro

é ignorada pela Anvisa

 

Auto-hemoterapia pode ajudar no tratamento de dengue, zika e chikungunya

A Anvisa recomenda o uso de repelentes por mulheres grávidas; autoriza a fabricação e venda de objetos para detectar as doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti; facilita tudo que gera renda, altos lucros para a indústria e comércio de cosméticos, venenos e remédios. Ao mesmo tempo o Brasil inteiro sabe dos efeitos de uma técnica comprovadamente eficaz para aumentar a imunidade, melhorar as defesas do organismo, a auto-hemoterapia. Mas esta técnica é vedada nos serviços de saúde, quando poderia ser um valioso instrumento à disposição dos profissionais de saúde no Brasil e no mundo. Essa técnica é rejeitada porque não dá lucro.

Essa ganância capitalista passa por cima de quaisquer princípios humanitários, e a cada dia ultrapassa os mais inimagináveis limites. Um grande exemplo disso é o  que vivemos nos dias atuais, com uma pandemia de doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Ao invés de buscarem formas de resolver o problema proporcionando o melhor para a saúde pública, os governos do mundo inteiro, capitaneados pela Organização Mundial de Saúde – OMS não conseguem enxergar a cura, mas apenas as possibilidades de negócios. Ao invés de prestarem atenção nas reais possibilidades de combate aos vetores e suas consequências, deixam de lado o que poderia ser realmente de grande valia nesse momento.

Vendas

Se por um lado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA proíbe e dificulta o uso de técnicas comprovadamente eficazes através do tempo, como a auto-hemoterapia, por outro lado libera de forma frenética a fabricação e venda de testes para diagnosticar doenças. Nem mesmo a inclusão da técnica na lista das prováveis soluções a serem estudadas aquela agência realiza, fazendo literalmente vistas grossas do assunto, enquanto a população fica desassistida e cada vez mais à mercê das doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Da mesma forma que libera a realização de testes sem as devidas experiências previstas no chamado método científico, poderia autorizar o uso da auto-hemoterapia como forma de elevar as defesas do organismo, aumentando a imunidade das pessoas contra doenças.

Para ter uma noção do que acontece, basta prestar atenção no noticiário, onde as informações sobre dengue, zikavirus e chikungunia terminam sempre em verdadeiras propagandas de produtos ou laboratórios farmacêuticos. Existem sempre pesquisas que buscam remédios, vacinas ou cosméticos repelentes, sempre no rumo de descobrir novos produtos, mas nunca dão atenção ou valor à cura das doenças. Ficam de lado todas as alternativas que poderiam resultar em soluções menos dispendiosas, sem maiores custos para a população. No final das contas haverá sempre uma grande despesa para os sistemas de saúde, consequentemente para os cidadãos. Quando se olha para a educação sanitária, em vez de combater os focos dos mosquitos, muito pouco é investido em ações nesse sentido, o que leva os mosquitos até para as portas do governo, inclusive do Ministério da Saúde.

Integrativas

Nestas ocasiões são deixadas completamente de lado as chamadas Práticas Integrativas e Complementares, como acupuntura, homeopatia, plantas medicinais, fitoterapia, termalismo social (uso das águas medicinais para tratamento de saúde), ou outras que ainda não estão na lista do Ministério da Saúde, como auto-hemoterapia. É uma mostra de que essa inclusão é algo superficial e puramente demagógico, pois enfrenta a cada dia muitos obstáculos.

Como tem sido mostrado nos últimos dias, essa última técnica - a auto-hemoterapia - consiste na retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo, com o que as defesas do organismo são multiplicadas por 4, em vista da elevação do volume de macrófagos de 5,5 para 22. Segundo médicos como Dr. Luiz Moura, que utilizou a técnica por quase 70 anos, e a médica boliviana Dra. Nilsa Ibarrola, que também usa e defende a técnica no seu país, a auto-hemoterapia seria a melhor forma de prevenir e enfrentar os efeitos do mosquito que causa a dengue, o zika e chikungunya.

Anvisa navega pelo que diz o noticiário

A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária ignora tudo isso, mas por sua vez autorizou a venda de três novos testes de laboratório que podem detectar o zika virus. Esta notícia foi amplamente divulgada durante a primeira semana de fevereiro. Por outro lado, a Anvisa publicou nota esclarecendo que “Frente às dúvidas surgidas recentemente sobre o uso de repelentes de insetos de uso tópico em gestantes, considerando a relação que possivelmente há entre o Zika vírus e os casos de microcefalia diagnosticados no país não há, dentro das normas da Agência, qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas”.

Aliás, recentemente mais um documento tendencioso foi produzido pelo Conselho Federal de Medicina – a Resolução CFM nº 2.128/2015, que Considera o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) como procedimento experimental. Esta resolução veio tão somente corroborar o Parecer CFM nº 20/11. O parecer foi uma resposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa que, ao invés de se dedicar ao trabalho profissional para assegurar a saúde pública dos brasileiros, prefere basear seu trabalho nos programas de Televisão. Da mesma forma que procedeu em 2007, ao fazer consulta sobre auto-hemoterapia por conta de matéria veiculada no Fantástico, em 2011 a mesma Anvisa pediu parecer sobre PRP devido a matérias veiculadas no Fantástico e Esporte Espetacular. Esta é a qualidade do nosso órgão de regulamentação e fiscalização em saúde.

Leia mais sobre auto-hemoterapia: http://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm

 

07.02.2016


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