quinta-feira, 30/04/15

AUTO-HEMOTERAPIA - INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE

 

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

 

 

Conheça a técnica

 

. DVD DR. LUIZ MOURA

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RELATOS

Enfermidades tratadas com auto-hemoterapia, segundo centenas de relatos dos usuários: acnase, aftas, alergias, alzheimer, anemia, ansiedade, artrite, artrose, asma, autoimunohemoterapia, câncer, câncer de pele, cardiopatia, cistite, cistos, colesterol, colite, coração, crohn, depressão, dermatite, derrames, diabetes, doença de chagas, dor de garganta, dores, dores na coluna, enfisema, enxaqueca, epilepsia, erisipela, esclerodermia, espondilite, esteatose, estresse, feridas, fibromialgia, fibroses, fungos, furunculose, gastrite, glaucoma, gota, gripe, hemorróidas, hepatite, hernia de disco, herpes, hipertensão, histoplasmose, hiv, infecções, insônia, labirintite, leucemia, leucopenia, lupus, mal de parkinson, menopausa, menstruação, micoses, mioma, na odontologia, neurofibrose, osteomielite, osteoporose, penfigo, prisão de ventre, problemas anestesia, problemas circulatórios, problemas de pele, problemas de vista, problemas estomacais, problemas pulmonares, problemas renais, psoríase, púrpura, reumatismo, rinite, síndromes, sinusite, tiróide, toxoplasmose, trombose, tumores, várias patologias (1 e 2) , varizes, verrugas, vírus hpv.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Protocolo de AHT

 

Médico diz que Parecer do CFM é

“Prepotência travestida de ciência”

 

A liberação da receita da auto-hemoterapia pelos médicos brasileiros, com a revogação da Nota Técnica da Anvisa e nova mudança no Parecer do Conselho Federal de Medicina – CFM, foi defendida hoje mais uma vez pelo médico Francisco das Chagas Rodrigues, Vice-Chefe do Departamento de Medicina Clínica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Desde a época da publicação do Parecer do CFM sobre o assunto, Dr. Rodrigues afirma que aquele documento “é uma agressão à arte de curar”.

O médico potiguar afirma que “O que importa é a disposição ética de cumprir os ensinamentos hipocráticos, de procurar cuidar do enfermo com o melhor do nosso tirocínio, evitando lesar o paciente, por ação ou omissão”. Acrescenta: “espero que a conjuntura se torne cada vez mais favorável à destruição da prepotência travestida de ciência.” E conclui: “É isso que penso e defendo, mesmo porque considero a medicina como uma arte que pode e deve usar a ciência, mas não ir de reboque a uma verdade científica que amanhã pode ser desmentida pela realidade, como temos visto em tantos momentos na história”.

Pesquisa

A declaração do Dr. Rodrigues foi dada no momento em que ele tomou conhecimento de que a Senador Ana Amélia está interessada em informar-se a respeito da auto-hemoterapia, em razão do trabalho que vem realizado para tornar mais céleres as pesquisas científicas. A Senadora Ana Amélia determinou à sua assessoria que obtivesse informações a respeito do assunto. A coleta de informações é importante, pois trata-se de um procedimento que mexe com a saúde da população e envolve órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, o Conselho Federal de Medicina – CFM, a Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia – SBHH e o Conselho Federal de Enfermagem – COFEN.

Inicialmente é preciso observar que para compreender a questão e situação da auto-hemoterapia no Brasil atual, é preciso admitir que aqueles órgãos não são perfeitos, infalíveis ou completamente corretos e imparciais em suas afirmações e decisões. Desta forma será dada chance de analisar o assunto tecnicamente e não diante dos interesses de cúpulas que em certas circunstâncias manifestam-se de maneira tendenciosa.

Obstáculos

Há mais de dez anos, por conta da popularização do uso da auto-hemoterapia, em vista da divulgação da entrevista do Dr. Luiz Moura, forjaram um jeito de criar obstáculos à utilização da técnica, com decisões distorcidas e discutíveis. Episódios que seriam dignos de investigação, caso os interesses da população fossem levados verdadeiramente a sério.

Basta citar que a Anvisa proibiu de forma enviesada e estapafúrdia o uso da auto-hemoterapia através de Nota Técnica que não teria esse poder, gerando uma situação de indefesa para a população e de autoritarismo para o órgão governamental. Depois de proibir o uso da técnica, com argumentos e citações disparatadas, o referido órgão resolveu consultar o CFM - numa clara inversão da ordem - se seria “reconhecida” uma técnica que já era usada havia quase 180 anos.

O CFM, por sua vez, emitiu um parecer tendencioso, incompleto e falho proibindo médicos de usarem a técnica, mas logo foi forçado a voltar atrás permitindo uma parte da auto-hemoterapia através do Tampão Sanguíneo Peridural – TSP, atendendo reclamação dos anestesistas; fazendo vistas grossas de outra parte, como o Plasma Rico em Plaquetas, utilizado na recuperação rápida de atletas; permitindo tacitamente o uso da técnica na forma de ozonioterapia; e mantendo a proibição em mais outra parte.

Verdade

Forte exemplo dessa realidade é a notícia dada pelo Conselho Federal de Medicina – CFM em seu portal, no final de fevereiro deste ano, 2015, reafirmando que a auto-hemoterapia não teria eficácia comprovada. Em seguida, veiculou peça publicitária no facebook com essa mesma afirmação. Resultado: cerca de 1.000 manifestações, entre compartilhamentos, comentários e curtidas, mostram que 99% das pessoas que opinaram obtiveram bons resultados com o uso da auto-hemoterapia. Para confirmar esse percentual, basta acessar o referido endereço. Conforme já mostramos, ocorre que se trata de uma técnica que não requer gastos com hospital, laboratório, medicamento, etc e como não é lucrativa vai de encontro aos interesses econômicos da indústria da doença.

Todas essas contradições precisam ser abordadas, para que seja fácil, prática e clara a compreensão do problema. Diante desse quadro, a expectativa dos usuários, beneficiários e defensores da auto-hemoterapia é de que sejam realizadas pesquisas sobre a eficácia da auto-hemoterapia na prevenção e combate a doenças; que sejam promovidas audiências públicas sobre o tema; revogada a Nota Técnica da Anvisa que trata da auto-hemoterapia; e recomendado que o CFM, SBHH e COFEN façam um ajuste de conduta, por vir tratando desse assunto de forma tão contrária aos interesses da sociedade.

 

30.04.2015

 

CFM recebe informações sobre eficácia

da auto-hemoterapia na cura de doenças

 

Uma lista imensa de doenças tratadas usando auto-hemoterapia com resultados eficazes foi relatada por usuários, médicos e defensores desta técnica, no facebook do Conselho Federal de Medicina – CFM.  Aquele órgão havia decidido reforçar a condenação da terapia, mas o resultado foi uma sucessão de depoimentos exatamente em sentido contrário, mostrando que o CFM não devia ter proibido aos médicos o uso da referida técnica, e sim facilitado o seu uso e pesquisa, para comprovação da sua eficácia.

O primeiro relato já diz que inflamações nos pés vinham causando sofrimento havia quase doze meses e o usuário encontrou na auto—hemoterapia alívio já nas primeiras aplicações. Acrescenta que é  impossível não creditar nesta simples prática e defende uma pesquisa necessária, capaz de minimizar o sofrimento e até salvar muita gente. No segundo relato, o usuário diz que usa a auto-hemoterapia há quatro anos, semanalmente, com resultados excelentes. Além disso, diz que em nenhum momento teve ou tem qualquer efeito colateral desagradável.

Comprovação

O mesmo usuário considera absurdo que o CFM declare em um parecer que a AHT não teria efetividade científica comprovada, vez que é usada na medicina veterinária e em humanos há tempo (mais de cem anos). Para ele, generalizar acontecimentos isolados é uma atitude, essa sim, irresponsável. O terceiro usuário declara que a vacina mexicana de auto hemoterapia cura todas as doenças auto imunes. Seguido de outra usuária, que diz fazer uso há quase 6 anos, que foi curada de coceiras que formavam feridas pelo corpo, de esporão que os medicos diziam que não tinha cura .

Seguem-se depoimentos os mais variados, mostrando resultado da auto-hemoterapia em casos de gastrite, doenças de coluna, joelho e outras, alertando para as afirmações de que seria efeito placebo, o que rebate mostrando que faz uso em animais, a partir das vacas de leite há quase 20 anos, com resultados magníficos para mastite, verrugas e outras enfermidades. 

Pubmed

A lembrança de que a auto-hemoterapia foi usada na Segunda Guerra com excelentes resultados também foi registrada, enquanto outra participante garante que a técnica tem comprovação cientifica há muitos anos, indagando se o CFM não considera as publicações do Pubmed, onde existem mais de 100 estudos só em um setor. Outro usuário reforça que a aht é usada há mais de 100 anos, não tem efeitos colaterais como os medicamentos, afirma que faz há 6 anos ininterruptamente, e que está ótimo.

Todas essas postagens surgiram porque há um mês o Conselho Federal de Medicina – CFM incluiu no Portal Médico, (1º.03.2015) uma peça de propaganda na tentativa de esconder a verdade que vem sendo propagada há mais de cem anos: a eficácia da auto-hemoterapia no tratamento e cura de doenças. Tão tendenciosa quanto o Parecer que combate a técnica, a propaganda diz que a auto-hemoterapia não teria eficácia comprovada e poderia ser perigosa. Acontece que ao acessarmos o link o que encontramos é uma série imensa de relatos de usuários da técnica contando como foram beneficiados pela auto-hemoterapia.

Aprovação

Desde o começo de março 220 pessoas curtiram a mensagem, 337 compartilharam e 114 pessoas comentaram. Basta dar uma olhada nos comentários e compartilhamentos para ver que 99% dos participantes relatam sucesso com o uso da auto-hemoterapia e 1% que se manifesta contra não apresenta nenhum argumento plausível. Vale à pena dar uma olhada nos depoimentos, inclusive de médicos que desmentem completamente a abordagem do referido conselho.

É de se esperar que com este resultado o Conselho Federal de Medicina adote medidas com vistas a tratar com mais respeito os usuários e defensores da auto-hemoterapia. Espera-se que o CFM não vá achar que as 112 pessoas que comentaram o assunto até o momento estejam criando, inventando ou mentindo, pois percebe-se tratar-se de pessoas sérias e responsáveis. Entre estas medidas podem estar a promoção e o incentivo a pesquisas que mostrem os efeitos desta técnica centenária e a necessária e urgente revogação da proibição do uso da auto-hemoterapia pelos médicos.

 

31.03.2015


 

Eficácia da auto-hemoterapia mostrada no Portal do CFM

 

O Conselho Federal de Medicina – CFM incluiu no Portal Médico uma peça de propaganda na tentativa de esconder a verdade que vem sendo propagada há mais de cem anos: a eficácia da auto-hemoterapia no tratamento e cura de doenças.

Tão tendenciosa quanto o Parecer que combate a técnica, a propaganda diz que  a auto-hemoterapia não teria eficácia comprovada e poderia ser perigosa.  

Acontece que ao acessarmos o link o que encontramos é uma séria imensa de relatos de usuários da técnica contando como foram beneficiados pela auto-hemoterapia.

 

Vale à pena dar uma olhada nos depoimentos, inclusive de médicos que desmentem completamente a abordagem do referido conselho.

Acesse o Portal Médico e veja o que já foi relatado:

facebook.com/conselhofederaldemedicina

 

06.03.2015


 

CFM agora faz anúncio ridículo

 

Depois de oito anos que publicou um parecer tendencioso, incompleto e falho sobre a auto-hemoterapia, o Conselho Federal de Medicina agora se superou e acaba de publicar, em 27 de fevereiro de 2015, uma nota em seu portal com o pretexto de reforçar que a auto-hemoterapia não teria eficácia comprovada. É esse mesmo o título da mensagem: “CFM reforça que auto-hemoterapia não tem eficácia comprovada”.

Eis o que diz a nota, que só pode desqualificar cada vez mais a entidade máxima dos médicos brasileiros: “O procedimento da auto-hemoterapia não tem efetividade científica comprovada e pode trazer danos. O alerta é do Conselho Federal de Medicina (CFM) que reforça a proibição da sua prática por médicos, pois tem recebido questionamentos e denúncias de pessoas leigas utilizando e divulgando a técnica”.

Para fazer um anúncio tão importante de que reforçava algo, era de se esperar que o CFM apresentasse alguma novidade. Mas simplesmente diz que a auto-hemoterapia não teria efetividade científica comprovada e isso eles tem repetido sem apresentar nada contra a técnica. Em seguida diz que “pode trazer danos” Mas não diz que danos nem porque. Seria obrigação de uma instituição séria apresentar a comprovação de qualquer dano, mas não apresenta porque nunca existiu dano no uso da auto-hemoterapia em mais de cem anos que é praticada.

Diz em seguia que “tem recebido questionamentos e denúncias de pessoas leigas utilizando e divulgando a técnica”. O CFM precisava apresentar esses questionamentos e denúncias, pois nada proíbe as pessoas de utilizarem e divulgarem a técnica. E o CFM por mais poderoso que seja perante os médicos, que amedronta ameaçando de cassação se usar a auto-hemoterapia, não tem o poder de censurar os cidadãos –inclusive inúmeros médicos - que relatam os inúmeros benefícios que vem conseguindo com a técnica.

Continuando, a nota afirma que “A auto-hemoterapia consiste em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo da própria pessoa como forma de tratar algumas doenças”. Pelo menos esta informação está correta. Lembra a nota que “Em 2007, o CFM emitiu o Parecer nº 12, ainda vigente, informando que ‘não existem estudos relativos à auto-hemoterapia desde a sua proposição como recurso terapêutico’ e que ‘não há evidência científica disponível que permita a sua utilização em seres humanos’. Aí simplesmente repete a cantilena de sempre, sobre o parecer que deixou de considerar bases de dados inteiras e ignorou trabalhos de pesquisa pelos simples fato de estarem “escritos em outros idiomas”.

Diz ainda que “A opinião é compartilhada pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH) que em seu site divulga que a “auto-hemoterapia é adotada por leigos e é desaconselhada por, além de não ter nenhum benefício comprovado no campo da ciência, poder apresentar inúmeros riscos à saúde”. Neste caso, podemos afirmar que se trata de afirmação completamente mentirosa e irreal, na tentativa de tapar o sol com a peneira. O próprio CFM comprova a eficácia da auto-hemoterapia nos casos de Tampão Sanguíneo Peridural – TSP, e sabe dos seus efeitos no Plasma Rico em Plaquetas e muitas outras aplicações.

Por fim, mais um absurdo da citada nota; diz que “Pelo perigo e inconsistência científica, a auto-hemoterapia não pode ser usada pelos médicos.“Os médicos que a praticarem poderão sofrer penalidades que podem chegar ao registro profissional cassado”, afirma o corregedor do CFM, José Fernando Maia Vinagre. Esta afirmação ignora inclusive que os próprios médicos usaram a auto-hemoterapia por mais de 60 anos no Brasil beneficiando milhares de pessoas, sem qualquer reclamação.

 

28.02.2015


 

 

Incompetência ou má fé nos

atos do Ministério da Saúde

 

--- Walter Medeiros* – waltermedeiros@supercabo.com.br

                O Ministério da Saúde, através do Chefe da Assessoria Parlamentar, Leopoldo Jorge Alves Neto, respondeu de uma forma muito estranha a expediente do Senador Eduardo Suplicy que solicitava ao Governo Federal a realização de pesquisa sobre auto-hemoterapia. Aliás, as manifestações dos órgãos públicos de saúde no Brasil têm sido muito estranhas nos últimos anos. Mas esta nova resposta, enviada agora em 21 de janeiro de 2015, é algo que denota incompetência, desatenção, descaso ou pura má fé. Qualquer caracterização dessas mostra que os brasileiros estão mesmo num mato sem cachorro.

                A forma de responder foi encaminhar informações prestadas pela Secretaria de Atenção à Saúde, que declara tratar-se de um “posicionamento da Coordenação-Geral de Sangues e Hemoderivados”.  Ou seja, o pedido era por pesquisas que comprovassem a eficácia da auto-hemoterapia, mas o Ministério da Saúde responde com um posicionamento que vem sendo repetido todas as vezes que se trata desse assunto. Ou se trata de má fé ou os responsáveis por repartições e setores tão importantes não leram, ou se leram não entenderam o que foi solicitado.

                Desta forma alimentam-se manobras para retardar a comprovação oficial da eficácia da auto-hemoterapia no tratamento e cura de doenças, em detrimento da saúde da população, que já poderia estar se beneficiando dessa técnica através do Sistema Único de Saúde – SUS. Faz quase nove anos que o Parecer nº 12/07 do Conselho Federal de Medicina e a Nota Técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa sobre auto-hemoterapia servem de resposta para tudo no Ministério da Saúde. Se esses dois documentos fossem pesquisas sobre auto-hemoterapia, diriam que estariam caducos, pois assim se referiram a quaisquer documentos que comprovaram a eficácia da AHT, mas que não se enquadram nos padrões inventados por eles.

                Diz o Ministério da Saúde que “Em análise a respeito da questão, esta coordenação conheceu a manifestação do Conselho Federal de Medicina, por meio do Parecer CFM nº 12/07”.  Explica que “O referido parecer expõe o posicionamento contrário do Conselho às práticas de auto-hemoterapia, baseado na análise das publicações científicas existentes sobre a temática.” Ou seja: para o Ministério da Saúde, que devia ser a autoridade a evitar desacertos do Conselho Federal de Medicina, a última palavra seria deste. O que esperar, então, de tais autoridades!

                Estranho o Ministério da Saúde ignorar que o Parecer do CFM foi inúmeras vezes contestado e comprovada sua parcialidade; que se trata de um parecer incompleto e tendencioso, que deixou de consultar bases de dados importantes e deixou de levar em conta inúmeros estudos pelo simples fato de estarem escritos em outros idiomas que não o português e o inglês. Além do mais, já era tempo do Ministério da Saúde voltar ao assunto e realizar consultas menos enviesadas que as do CFM e Anvisa.

                Diz em seguida o documento que “Ainda, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária emitiu, em 2007, nota técnica sobre o assunto, afirmando não existirem evidências científicas para a prática e enquadrando o procedimento da auto-hemoterapia como infração sanitária”.  Mostra de que havia a intenção de prejudicar os usuários da auto-hemoterapia é que a Nota Técnica da Anvisa não se baseava em nenhum levantamento importante, tão só na repercussão vulgar e pública do assunto. Pois aquela nota foi editada oito meses antes do parecer do CFM. Aliás, depois de publicar a nota proibindo o uso da técnica em órgãos de saúde, foi que a Anvisa pediu um parecer sobre o assunto ao CFM.

                Mais grave é o descaso do Ministério da Saúde para com os problemas da população, pois prestemos atenção ao que diz o documento: “Compreende-se que, desde então, não surgiram evidências que justifiquem uma nova investigação a respeito desta prática”.  Pode-se compreender, isto sim, que o órgão do MS responsável pela política de sangue ignora o que está escrito no próprio Parecer do CFM. Pois o Parecer indica que muita coisa na área de auto-hemoterapia pode ser pesquisada e comprovar a sua eficácia. Então, não cabe dizer que não teriam surgido evidências que justifiquem nova investigação.

                O pedido feito pelo jornalista Ubervalter Coimbra e apoiado pelo Senador Eduardo Suplicy não foi para saber do Ministério da Saúde o que disseram o CFM e a Anvisa há nove anos. Nenhuma providência e nenhuma atitude nova foi adotada para verificar o que ocorreu nos últimos nove anos, onde se tem notícia de pesquisa novas que já seriam suficientes para o chamado investimento. Mas mesmo que não chegasse a tanto, o Ministério da Saúde poderia solicitar pelo menos que o CFM completasse a sua busca e consertasse o seu parecer incluindo as bases de dados que deixou de usar e traduzindo as pesquisa que existem em outros idiomas e que tão somente por isto deixaram de levar em consideração.

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*Jornalista DRT 468 RN

 

31012015


 

Um Parecer chamado “Refutações”

 

Acreditamos ser importante que médicos, acadêmicos de medicina, enfermeiros, acadêmicos de enfermagem, demais profissionais e acadêmicos de saúde, usuários, curiosos e o público em geral leiam o Parecer do Conselho Federal de Medicina sobre auto-hemoterapia, para ver como não se deve tratar a saúde pública, levando em consideração o seguinte:

1.            O documento é chamado de “Refutações à auto-hemoterapia”. Ou seja, quando foi ser produzido já existia a predisposição a condenar a técnica, antes de qualquer coisa.

2.            Inúmeros trabalhos deixaram de ser considerados porque “estavam escritos em outros idiomas”. Ora, um órgão oficial precisa traduzir tudo, para buscar a verdade e não deixar de lado informações importantes.

3.            Na medida em que o parecer vai sendo escrito vão sendo citadas doenças para as quais a auto-hemoterapia foi utilizada através da história, sempre com sucesso. Mas para o parecer o que não vem depois do método científico adotado pelo CFM praticamente não existiu. Algo absurdo.

4.            O parecer dizia que a auto-hemoterapia não teria eficácia comprovada. Mas em poucos dias o CFM teve de editar uma nota e permitir que fosse usada na forma de Tampão sanguíneo peridural, atendendo reclamação da Sociedade de  Anestesiologistas.

5.            A auto-hemoterapia é usada também por médicos na forma de Plasma Rico em Plaquetas. Ou seja, aos poucos o parecer se desmancha, mas o CFM nada faz para atender às necessidades da população, pois com a cura das doenças as farmácias vão vender menos remédios e os laboratórios farmacêuticos vão ter menos lucros.

6.            É bom que os médicos, principalmente, analisem e comentem o que considerarem importante.

7.            Lembremos que tão logo saiu o parecer, que consideramos fajuto e tendencioso, o Dr. Alex Botsaris publicou artigo dizendo que não era verdade que não existem trabalhos científicos comprovando a eficácia da auto-hemoterapia e que uma base de dados inteira tinha deixado de ser consultada, na qual encontrou mais de cem trabalhos importantes.

8.            Leve-se ainda em consideração a atuação estranha da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que de forma autoritária emitiu Nota sobre a técnica, em abril de 2007, e em seguida consultou o CFM sobre o assunto, cujo parecer foi dado oito meses depois. No caso, condenou para depois pedir a opinião do órgão técnico.

Segue o link para o documento

http://www.portalmedico.org.br/pareceres/cfm/2007/12_2007.htm

 

06.11.2014


 

“Vacina” para Ebola é auto-hemoterapia

 

“As pessoas que fizerem corretamente a auto-hemoterapia de 5 em 5 dias não correm o risco de pegar o virus Ebola”. É o que diz o médico sergipano Jorge Martins Cardoso, autor da séria de mais de cem artigos sobre “Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os Antibióticos”, na qual mostra a eficácia dessa terapia no tratamento de doenças.

O médico acrescenta que “Não existe "vacina" ou "vacinas" contra o vírus Ebola, nem medicamentos específicos para combater a epidemia em curso”. Para ele, o que existe é “a ‘vacina do sangue’, conforme consta no livro do médico baiano Olívio Martins, que trata de terapia idêntica à auto-hemoterapia defendida pelo médico carioca Luiz Moura”. Entretanto, diz que a auto-hemoterapia defendida por Dr. Luiz Moura é a mais segura. 

O que é auto-hemoterapia: http://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm

 

03.10.2014


 

Auto-hemoterapia na TV Metropolitano

 

Médico diz que técnica beneficia muita gente

 

Uma terapia simples e barata, para tratar e curar doenças com a retirada de sangue da veia e imediata aplicação no músculo. Assim a TV Metropolitano mostrou, quarta-feira à noite, em Natal, matéria sobre a auto-hemoterapia, ouvindo o médico psiquiatra Francisco Rodrigues e o jornalista Walter Medeiros. A matéria refere-se também a antigo texto da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH) que, inconformada com a compreensão e adesão cada dia mais numerosa de cidadãos brasileiros ao uso da auto-hemoterapia, emitiu uma nota que tenta encobrir a verdade.

O Dr. Francisco Rodrigues explica que quando o organismo absorve aquele sangue, que é do próprio corpo, vai aumentar o número de células sanguíneas que têm a função de o proteger, as hemoglobulinas. “Isso aí é que faz a pessoa ficar mais fortalecida e vencer as agressões que podem ter ao seu organismo, por exemplo, as infecções, infecções virótica ou bacteriana que a pessoa é acometida, as doenças degenerativas também, enfim, tudo que necessite uma ação mais forte do organismo, para evitar o problema, então vai ajudar ao paciente”, afirma o médico potiguar.

O médico observou que o corpo às vezes está enfraquecido, sem alimentação, com doença, às vezes as pessoas usam tóxicos, uma série de coisas que fragilizam o corpo, então nesse momento tem de entrar com um artifício, que pode ser um medicamento, pode ser uma cirurgia e pode ser uma técnica como essa.  Ressalta que “a auto-hemoterapia não envolve nada que química nem estranha, não envolve corte no corpo, é uma técnica totalmente sem perigos; não corre risco nenhum”.

Dr. Rodrigues comentou que a justificativa de quem não recomenda a técnica é de que não haveria estudos científicos, mas assevera: “quando vejo relato de tanta gente, no mundo todo, no Brasil particularmente, e muita gente se beneficia dela, os relatos são todos positivos, então como não usar uma técnica dessa para beneficiar um paciente que eu acho que vai precisar?”. 

https://www.youtube.com/watch?v=rKwCHXRsYrE

A NOTA DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA CITADA NA MATÉRIA É VAZIA E JÁ FOI QUESTIONADA

--- Walter Medeiros* – waltermedeiros@supercabo.com.br

A Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), inconformada com a compreensão e adesão cada dia mais numerosa de cidadãos brasileiros ao uso da auto-hemoterapia, emitiu uma nota que tenta encobrir a verdade, que está nos resultados conseguidos com a prevenção e cura de doenças. A nota ganhou o pomposo título de “Auto-hemoterapia não é reconhecida por especialistas”, o que se torna uma frase vaga e sem sentido, pois não é citado nenhum caso de especialista que não reconheceria e deixa de dizer também que motivos teriam esses especialistas para deixar de reconhecer a técnica.

Escrevendo mais um capítulo lamentável de uma perseguição cruel a uma prática que deveria, isso sim, ser estudada e pesquisada para comprovar sua eficácia, a nota diz em seguida que “ABHH alerta para os riscos da prática e ausência de embasamento científico que comprove sua eficácia”. Não cita, porém, nenhum tipo de risco da prática e sobre a alegada “ausência de embasamento científico”, deixa de considerar centenas de trabalhos indexados há muitas décadas.

A Associação faz referência a “inúmeros questionamentos recebidos, tanto por parte de profissionais médicos como não médicos, relacionados à suposta prática hemoterápica denominada ‘auto-hemoterapia’", o que, por si só já deveria ser motivo para outro tratamento ao assunto. Mas, simplesmente afirma que “A Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia NÃO RECONHECE do ponto de vista científico o procedimento "auto-hemoterapia", acrescentando que “Não existe na literatura médica, tanto nacional quanto internacional, qualquer estudo com evidências científicas sobre o referido tema”. Faz muito tempo que se sabe que estas afirmações não são verdadeiras. Muitos médicos contestam o parecer do Conselho Federal de Medicina que concluiu pela suposta inexistência de trabalhos científicos a respeito da AHT.

Diz ainda a nota da ABHH que “Por não existirem informações científicas sobre o referido procedimento, são desconhecidos os possíveis efeitos colaterais e complicações desta prática, podendo colocar em risco a saúde dos pacientes a ela submetidos”. Ora, a auto-hemoterapia é usada há mais de 150 anos e já em 1924 era objeto de uma tese de doutoramento em Portugal, bem como foi abordada em inúmeros outros trabalhos subseqüentes. Durante todo esse tempo nunca se teve conhecimento de efeitos colaterais nem complicações ou riscos à saúde dos usuários. Trata-se, portanto, de mais uma tentativa vazia de desfazer da auto-hemoterapia. Aliás, sua utilização pelos médicos brasileiros foi permitida até dezembro de 2007.

Por outro lado, diz ainda a nota que “Agrega-se a este parecer, a Resolução do Conselho Federal de Medicina- Resolução CFM no 1.499/98, que em seu artigo 1º, ‘Proíbe aos médicos a utilização de práticas terapêuticas não reconhecidas pela comunidade científica’". Trata-se de uma resolução injusta, pois tira do médico o direito de curar seus pacientes e contraria a Declaração de Helsinque, que diz: “No tratamento de um paciente, quando métodos profiláticos, diagnósticos e terapêuticos comprovados não existem ou foram ineficazes, o médico, com o consentimento informado do paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovados ou inovadores, se no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vida, restabelecimento da saúde e alívio do sofrimento. Quando possível, estas medidas devem ser objeto de pesquisa, desenhada para avaliar sua segurança ou eficácia”.

O diretor da Associação, Dante Mário Langhi Jr., alega que “a auto-hemoterapia é adotada por leigos e é desaconselhada por, além de não ter nenhum benefício comprovado no campo da ciência, poder apresentar inúmeros riscos à saúde”. Seria importante ele explicar por que deixa de levar em conta os estudos e trabalhos científicos existentes e que comprovam os benefícios da técnica, ao contrário do que ele diz. Quanto aos riscos à saúde que fala, não cita nenhum. Da mesma forma que a Associação alega que não existiria a comprovação, está obrigada a comprovar o que alega. Portanto, é preciso que cite que riscos são esses que alegam. Como temos visto na prática, o fato de não reconhecerem a auto-hemoterapia não significa que ela deixe de ser eficaz, pois sua eficácia está sendo comprovada cada vez mais, dia após dia.

*Jornalista

 

25.09.2014


 

 

Carta aberta aos candidatos



Saúde para o povo – Uma medida para eliminar gastos

Nesta oportunidade em que VV. SS. apresentam suas propostas de trabalho e bandeiras de luta gostaríamos de apresentar um tema importante para a saúde, principalmente a saúde pública, a auto-hemoterapia. Trata-se de uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Mas aqui não se trata apenas da apresentação da técnica ou mostra de quem toma partido por ela. É algo bem mais complexo.


Os defensores da auto-hemoterapia querem que seu uso seja liberado nos serviços de saúde do Brasil, e que médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde possam utilizá-la sem o sobressalto que vivem atualmente. Querem inclusive que os órgãos responsáveis, na academia, nos governos e nas entidades profissionais assumam suas responsabilidades e realizem pesquisas para comprovar a eficácia da técnica, que já é largamente comprovada em muitos casos, mas alijada por não ter sido calcada em métodos científicos que só beneficiam os laboratórios de medicamentos. Realizadas essas pesquisas, sabemos que o resultado será pelo uso da AHT. Aliás, ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, CFM – Conselho Federal de Medicina e COFEN – Conselho Federal de Enfermagem e outros órgãos sabem disso.


Apesar de todas as evidências da eficácia da auto-hemoterapia, seu uso foi proibido aos médicos, enfermeiros e serviços de saúde, através de uma nota técnica arbitrária e ilegal à qual está submetida despoticamente toda a sociedade brasileira.


Diante dessa situação, propomos a VV. SS. uma atenção a este assunto, com o que verão que o uso da auto-hemoterapia trará inúmeros benefícios ao povo brasileiro e terá como consequência uma economia astronômica de recursos despendidos atualmente e que poderão ser utilizados em outras ações importantes. Para tanto faz-se necessário a revogação da Nota Técnica da ANVISA que estabelece proibições ao uso da auto-hemoterapia.

Uma técnica simples que pode curar e prevenir muitas doenças

A auto-hemoterapia passou a ser defendida mais fortemente em 2004, quando o Dr. Luiz Moura publicou um artigo intitulado “Auto-hemoterapia” (
http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf ), no qual explica o funcionamento da técnica, faz um histórico e apresenta informações sobre a sua ação terapêutica.
Dr. Luiz Moura faz um histórico, mostrando que em 1911 F. Ravaut usa a autohemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos, conforme dicionário enciclopédico de medicina, T.1, de L. Braier. Em 1941 o Dr. Leopoldo Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológicas, pg 37, cita: Auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste en injetar a uno indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules), tomada de este mismo indivíduo. E cita H. Dousset – Auto-Hemoterapia - Técnicas indispensáveis, afirmando em 1941 que é útil em certos casos para dessensibilizações.
O artigo cita também trabalho de pesquisa científica realizado pelo médico Jessé Teixeira - Complicações Pulmonares Pós- Operatórias Autohemotransfusão ( 
http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf ) e texto produzido pelo médico Ricardo Veronese sobre o tema Imunoterapia: O impacto médico do século ( http://www.rnsites.com.br/artigo_ricardo_veronese.pdf ).
Recentemente foi mostrado também que a auto-hemoterapia foi tema de tese de doutorado em 1924, “A auto-hemoterapia nas dermatoses”, realizada pelo Dr. Alberto Carlos David na Universidade do Porto (
http://www.rnsites.com.br/210_2_FMP_TD_I_01_P.pdf )
O Conselho Federal de Medicina emitiu Parecer em 2007 afirmando que a técnica não teria comprovação científica, mas ao contrário do que está colocado no parecer – que é incompleto e superficial - na base de dados Pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos (
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm ).
A despeito dessas ações arbitrárias daqueles órgãos, a população continuou utilizando a auto-hemoterapia, com o que vem prevenindo e curando muitas doenças, conforme milhares de depoimentos publicados nos meios de comunicação e na Internet.
Chamado a explicar o uso da auto-hemoterapia em processos éticos instaurados no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro - CREMERJ e no Conselho Federal de Medicina – CFM, Dr. Luiz Moura foi ao final absolvido em ambos. Mesmo assim a perseguição que é feita à técnica que ele sempre usou e tem convicção dos benefícios que traz à clientela, causou-lhe muito mal e muitos transtornos.
Ressaltando que Medicina é a arte de curar, Dr. Luiz Moura diz que só tem um único compromisso com seus pacientes: aliviar o sofrimento e, quando possível, curar. Por isso não respeita os padrões chamados científicos. Para ele, o que comprova qualquer coisa é o efeito do tratamento. Se ele produz benefícios para o paciente é um tratamento científico, mesmo que não saibamos qual o mecanismo de ação deste tratamento. Defende o uso de recursos - sejam quais forem - para beneficiar os pacientes, para que tenham alívio do sofrimento e, se possível, a cura.
Aos médicos e futuros médicos recomenda conferir sempre, nunca aceitar nada como ‘isso é coisa do passado’, isso é ‘atrasado’, ‘está fora de moda’. Se possível, sempre somar o antigo com o novo. E sempre conferindo que não haja prejuízo para quem vai usar o tratamento.
Aos pacientes recomenda em primeiro lugar mente positiva, porque a mente negativa agrava o sofrimento. O Sistema Imunológico, quando a pessoa fica negativa em relação ao seu padecimento, declina. Se a pessoa crê na sua cura, ela tem toda chance de vencer a doença.

O que é Auto-hemoterapia?

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.
Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.
A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.
Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

Brasil, Setembro de 2014

 

Walter Medeiros

Ubervalter Coimbra

Maria das Graças S. B. Medeiros

Paulo Magalhães

Silvia Maria F. Cardoso

Maria das Graças Freire

Neusa de Sousa Bezerra

Sebastião Rodrigues Bezerra

Maria do Socorro Teixeira

Petrônio Costa e Silva

Thiago de Pinho Costa

Janilda Queiróz

Marcelo Fetha

Jolersion Endrigo Manoel

Joel Martini de Campos

Marluce Heinz

Ida Zaslavsky

Alessandro dos Santos Moresco

Eliane Aguirre Moresco

Múcio Bezerra


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Assinatura - Os defensores e usuários da auto-hemoterapia que desejarem assinar este documento podem manifestar essa intenção através de mensagem para o e-mail waltermedeiros@supercabo.com.br, que terá o nome acrescentado.

 

06.09.2014


 

 

Superbactéria, antibióticos e auto-hemoterapia

 

--- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

O uso da auto-hemoterapia junto com os antibióticos faz com que haja muito menos casos de resistência ao antibiótico. A opinião é do médico carioca Luiz Moura e lembramos dessa afirmação neste momento, tendo em vista matéria da BBC na qual o premier britânico David Cameron afirma que “Se não agirmos, a perspectiva é de cenário impensável em que antibióticos não funcionam mais”, devido à resistência de bactérias, o que havia sido motivo de advertência recentemente por parte da Organização Mundial de Saúde - OMS. Como se sabe, auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos.

Na entrevista que concedeu em DVD que vem sendo divulgado bastante, Dr. Luiz Moura trata do problema dos antibióticos, mostrando que esses problemas são resultado da ganância da indústria farmacêutica, que teria de suspender o fabrico de certos produtos a cada dez anos, sob pena de viciar. Para não mexer nos lucros, nada foi feito e a humanidade quem sai prejudicada. Além de contar a história do descobridor da Penicilina, Alexandre Fleming, o Dr. Moura afirma que “a ganância resultou em usar os antibióticos permanentemente, não descontinuar, e com isso os micróbios criaram resistência”.

Segundo o médico, quando surgiram os antibióticos a auto-hemoterapia, ao invés de ser descontinuada – pois tinha uso intenso – deveria ter sido mantida para acrescentar, somar e não substituí-la. Ele explica que cada um age de uma forma diferente: os antibióticos agem impedindo a reprodução dos micróbios e o Sistema Imunológico - ativado pela auto-hemoterapia – completa a tarefa com os macrófagos fagocitando os micróbios. A função dos macrófagos - o termo ‘macro’ é grande e ‘fagos’ é comer - é comer partículas grandes. Usando a auto-hemoterapia junto com os antibióticos haveria muito menos casos de resistência ao antibiótico, porque não sobrariam cepas resistentes que depois se reproduzem em outras cepas resistentes de micróbios.

O primeiro ministro britânico anunciou a criação de um grupo para analisar por que tão poucos medicamentos do tipo têm sido criados nos últimos anos. O  economista Jim O'Neill, criador das sigla Bric, vai liderar uma comissão sobre o assunto com especialistas das áreas de ciência, finanças, indústria e saúde global. Esse grupo vai definir planos para incentivar o desenvolvimento de novos antibióticos. Para o ministro, "Se não agirmos, a perspectiva é de um cenário quase impensável em que antibióticos não funcionam mais”.  O assunto vai para fóruns importantes e resultará em gordos incentivos financeiros para as pesquisas de medicamentos. Podia ser o momento de incentivarem e apoiarem a realização de novas pesquisas sobre várias formas de uso da auto-hemoterapia.

 

07.07.2014


 

CFM “julga” direito de opinião de médicos

 

O silêncio dos médicos alimenta injustiça social. Não era necessário, pois está na Constituição, mas pela decisão do Conselho os médicos ficam à vontade para opinar sobre auto-hemoterapia

 

--- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

“Médico que publica artigo de pesquisa bibliográfica sobre evolução de técnicas usadas ao longo dos anos não comete falta ética”. Esta frase não é uma simples opinião; é o enunciado de uma decisão do Conselho Federal de Medicina - CFM, que a proferiu para não enveredar mais ainda pelo caminho tortuoso do arbítrio contra a liberdade do exercício da medicina e de expressão (Para compreender bem o citado arbítrio, o leitor pode consultar o texto Razões para liberar a auto-hemoterapia em http://rnsites.com.br/autohemoterapia-arrazoado.htm  ). 

Por trás desse anunciado existem fatos lamentáveis, decorrentes da falta de transparência e da postura fechada dos órgãos de classe dos médicos. Mas tomamos conhecimento de mais uma decisão que garante a liberdade dos médicos brasileiros para realizar trabalhos e publicações sobre técnicas importantes, como a auto-hemoterapia. A decisão foi lavrada em processo ético julgado pelo CFM. 

Julgamento 

O processo começou no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo – Cremesp, contra o médico e cientista José de Felippe Junior, pelo fato de ele ter escrito trabalho de pesquisa sobre a evolução dos tratamentos referindo-se à auto-hemoterapia, no qual apresentou 120 referências bibliográficas no ano de 2012. Ele apelou para o CFM e foi absolvido por unanimidade em recurso conhecido e provido. 

O texto que gerou o processo foi “Infecção focal: Uma das causas esquecidas da verdadeira etiologia das doenças sistêmicas - o valor do FDG-PET no diagnóstico e o valor da autovacina no tratamento”. Escrito pelo Dr. José de Felippe Junior, o trabalho foi publicado em 2008 e pode ser lido intregalmente no endereço  http://www.medicinacomplementar.com.br/tema150408a.asp .

            Pesquisa

O Dr. Filippe apresentou o resultado de sua pesquisa sobre o termo “infecção focal” mas, para desespero daqueles que não conseguem nem pensar na eficácia da auto-hemoterapia, a certa altura transcreveu escrito de E.C. Rosenow de 1958 que ensinava: “O processo de doença somente se estanca com as auto vacinas ou a autohemoterapia ao lado da exclusão do foco”.

Mais adiante é mostrado que “Na impossibilidade de se fazer vacinas autógenas, de acordo com os ensinamentos de Rosenow e pela impossibilidade de se encontrar o foco de infecção, os pesquisadores passaram a empregar outro tipo de auto vacina a autohemoterapia. É uma forma de auto-vacina em concentrações bem diluídas dos possíveis derivados e produtos do foco de infecção”. Informa que “Esta prática está proibida pelo Conselho Federal de Medicina no parecer CFM 12/2007”. Diz ainda que “Hoje temos a possibilidade de usar a tomografia FDG-PET e assim temos maior possibilidade de encontrar o foco de infecção escondido e não diagnosticado. Na impossibilidade de encontrarmos o foco nos resta a autohemoterapia, procedimento sem custo e desprovido de efeitos colaterais, exceto leve dolorimento no local da injeção”. 

Ressalva

O pesquisador teve o cuidado de explicar que “É importante salientar que ao tratarmos dos nossos pacientes, sempre precisamos utilizar em primeiro lugar todos os recursos da medicina convencional. Todos têm o direito de usufruir da MEDICINA MODERNA , da medicina que aprendemos na ESCOLA , entretanto, se não estamos obtendo o resultado esperado temos a obrigação como médicos de utilizar estratégias que já foram empregadas no passado e que sabidamente não apresentam efeitos colaterais”. E diz mais: “Ser médico é cuidar do paciente, é ser responsável pelo paciente, é utilizar toda estratégia possível para amenizar o sofrimento do paciente” recordando afirmação dele próprio feita em 1990.

            Na Conclusão ele defende que “Os dados epidemiológicos e as pesquisas que se seguiram a 1915 mostraram que o grande pesquisador do passado estava com a razão”, convocando: “Vamos ser médicos mais cuidadosos e acrescentar ao nosso raciocínio e à nossa propedêutica a possibilidade da presença de um foco de infecção”, indagando: “Quantas doenças já devem ter passado na frente dos meus olhos e eu não diagnostiquei uma simples e facilmente curável infecção focal ?”. Cita Charcot dizendo que “As enfermidades são muito antigas e nada a respeito delas mudou. Somos nós que mudamos ao aprender a reconhecer nelas o que antes não percebíamos”; e Walter Edgar Maffei, que aconselha: “Médicos : Não sejam camelôs da Indústria Farmacêutica”. Para o autor, “Amordaçar a Ciência é o mesmo que a tirania faz com a Liberdade de um povo”.

 

16.04.2014


 

Estranhas refutações

 

--- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

 

O Parecer 12/07 do Conselho Federal de Medicina - CFM que critica a auto-hemoterapia e afirma que essa técnica não seria eficaz desqualifica-se por si só, pois declara que muitos trabalhos de pesquisas científicas deixaram de ser considerados porque estavam escritos "em outros idiomas". Acreditem: isto está no Parecer do CFM. Deixaram de considerar trabalhos científicos de vários países porque estavam "escritos em outros idiomas".

Para ter uma ideia da falta de cuidado do CFM, está escrito no seu Parecer que “Das 91 indicações da base de dados referida, 26 não estão escritas em inglês, senão nos idiomas dos países em que foram publicadas: 3 em polonês, 6 em russo, 7 em alemão, 1 em chinês, 3 em espanhol, 2 em francês, e 4 em italiano. Desses 91 artigos, apenas 39 apresentam abstracts disponíveis e 18 estão em idiomas não identificados pela fonte”.

Tradutores juramentados

Caso o órgão quisesse tratar do assunto de forma correta, caberia mandar todos esses trabalhos para tradutores juramentados e utilizar o seu conteúdo na análise do assunto.  A propósito, a certa altura o Parecer afirma que “Grebnev e Shumkii (1995), em periódico soviético, relatam a melhora de pacientes com estomatite herpética crônica com auto-hemoterapia magnética e afirmam ter demonstrado uma tendência à normalização de alguns parâmetros da imunidade celular e humoral em pacientes assim tratados. Este trabalho, publicado há 12 anos na Rússia, não foi analisado no original e, portanto, não é possível determinar o seu nível de evidência.”

Dá para ter uma ideia do descaso com que o assunto foi tratado. Primeiro, o trabalho mostra a melhoria dos pacientes e o Parecer confessa que “não foi analisado no original”. Em seguida, opina de forma tendenciosa, que “É improvável que este estudo tenha tido algum impacto no Ocidente em face do idioma em que está publicado, da precária distribuição internacional da revista em apreço e da ausência de publicações sob o tema.”

Pubmed já tinha 106 estudos

Ao contrário do que está colocado no parecer do CFM, o médico Alex Botsaris - autor de livros como “Sem Anestesia”, que teve grande repercussão na área de saúde – afirma que “não é verdade que essa terapêutica não tenha nenhum fundamento, nem que não haja nenhum trabalho publicado sobre ela na literatura mundial ou nacional, como afirma a SBHH” (Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia). Ele define a Auto-hemoterapia como “um recurso terapêutico simples que consiste em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo”.

O Dr. Alex Botsaris informa que “Na base de dados pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos.” Segundo ele, “É um numero modesto, mas mostra que alguma pesquisa já foi realizada.” Cita que “Um estudo, inclusive, foi realizado no Brasil. O artigo do Dr. Botsaris está publicado no link http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm .

Refutações e seu porque

Outro aspecto do partidarismo do CFM pode ser visto no portal médico mantido pela entidade, onde a chamada para o Parecer recebeu o sintomático título de "Refutações à Auto-Hemoterapia". Ou seja, o CFM demonstra que não está do lado da ciência nem da comprovação de eficácia científica. Está contra a auto-hemoterapia e as consequências disso sabemos que são muitas. Até porque o CFM permite oficialmente que seus membros, os médicos, recebam presentes dos laboratórios farmacêuticos. E a cada comprovação de eficácia da auto-hemoterapia as pessoas deixam de precisar de medicamentos.

Tortuoso caminho, pois logo logo teve de voltar atrás e atender reclamações dos anestesiologistas que, através da sua Sociedade, exigiram a permissão para continuar usando a auto-hemoterapia através do procedimento denominado Tampão Sanguíneo Peridural, pelo qual a pessoa recebe uma injeção de sangue para fazer face a fortes dores de cabeça que sentem no pós-operatório.

Como se a população não merecesse qualquer justificativa, também de forma estranha, é permitido o uso da auto-hemoterapia através do Plasma Rico em Plaquetas. Mas aí deve ser tão somente porque o uso por médicos resulta em bons retornos, já que são cobradas altas quantias pelas aplicações, que chegam até a R$ 4.000,00.

Outros usos ficaram confusos, mas as autoridades de saúde fogem do assunto: são os casos, por exemplo, dos resultados obtidos na área da genética e do cordão umbilical, e o efeito no pós-operatório, que foi objeto inclusive da pesquisa do Dr. Jessé Teixeira e resultou no trabalho denominado “Complicações Pulmonares Pós- Operatórias: Autohemotransfusão” (http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf ) .

A publicação do CFM, por seu título, deixa grande dúvida: a sociedade precisa saber por que refutações. Por que CFM age contra a Auto-hemoterapia, se àquele órgão caberia, ao contrário, colaborar na promoção de estudos para comprovar ou não a sua eficácia. O que está bem claro é que a ordem era proibir a Auto-hemoterapia. Mas a sociedade não se rendeu ao arbítrio e à injustiça. A cada dia essa comprovação vem chegando e os órgãos responsáveis pela saúde vão ter a auto-hemoterapia como certas pessoas um dia tiveram Zagalo na Seleção Brasileira. Aí cabe a metáfora, onde a auto-hemoterapia diz à Anvisa e ao CFM: “Vocês vão ter que me engolir”.

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Tudo isso começou com a repercussão do DVD da entrevista do Dr. Luiz Moura sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=N-dmpGfkKN0 .

*Jornalista

 

09.12.2013


 

Vídeos sobre auto-hemoterapia já foram

vistos por mais de 11 milhões de pessoas

 

O vídeo gravado pelo Dr. Luiz Moura, reportagens de TV, entrevistas com especialistas, demonstrações e outras abordagens sobre auto-hemoterapia atingem um público de causar expectativa em qualquer publicitário ou estatístico. Somente em consulta feita ao site YouTube neste sábado, 7 de dezembro de 2013, constatamos a existência de mais de dez mil resultados para o termo “Auto-hemoterapia” e que os vídeos disponibilizados já foram acessados mais de 11 milhões de vezes.

Trata-se de um dos recursos que a população tem para enfrentar o grande golpe dado na saúde popular pelo Conselho Federal de Medicina – CFM e Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, que desde o dia 7 de dezembro de 2007 proíbe o uso desta técnica pelos médicos brasileiros. A decisão absurda e autoritária, baseada em parecer fajuto, ainda está em vigor, mas seus defensores defendem que é hora de autoridades e sociedade acordarem para o mal que foi causado ao povo brasileiro pelo Parecer nº 12/07, do CFM.

 


 

Auto-hemoterapia é eficaz; mais uma

pesquisa derruba o parecer do CFM

 

--- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

“A auto-hemoterapia pode ser empregada como uma alternativa para contribuir com a imunogenicidade e aumento dos níveis de proteção em animais de companhia”. A afirmação faz parte de relatório de pesquisa denominada “AUTOHEMOTERAPIA EM RATOS (Rattus norvegicus): EFEITO SOBRE O NÍVEL DO FATOR DE NECROSE TUMORAL (TNF-α) E LEUCÓCITOS”. O trabalho serviu de base para Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Espírito Santo, como requisito para obtenção do Título de Mestre em Ciências Veterinárias, linha de pesquisa em Diagnóstico e Terapêutica das Enfermidades Clínico-cirúrgicas, pela professora MIRLEIDE DE ARAÚJO CÁO.

A Dissertação chegou à conclusão de que “Houve efeito da auto-hemoterapia no número de monócitos e linfócitos na corrente sanguínea”, o que é um avanço a mais na comprovação da eficácia dessa técnica usada há mais de 100 anos em humanos e defendida no Brasil pelo Dr. Luiz Moura. No Resumo do trabalho é considerado que a auto-hemoterapia “é um procedimento antigo que nos últimos anos, está entre aos estudos que envolvem a medicina humana e veterinária”, acrescentando que “Ela tem a proposta de estimular o aumento dos macrófagos de modo a combater bactérias, vírus e células cancerosas”.

Segundo MIRLEIDE DE ARAÚJO CÁO, considera-se que “Pelo estimulo do sistema retículoendotelial, a medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófago. Por esta razão foi testado quatificamente o Tnf-α para avaliar o sistema de defesa em ratos que poderia ser empregado, como uma alternativa para contribuir com a imunogenicidade e niveis de proteção em animais de companhia.”

RESULTADOS

A Dissertação de Mestrado afirma que “Os resultados mostraram que houve diminuição de monócitos em M3 após aplicação da auto-hemoterapia, o que segundo S. LOPES, (2007) as funções dos monócitos e macrófagos incluem a transformação de monócitos em células efetoras teciduais; ação fagocítica e microbicida; e regulação da resposta imune. O que nos explica a alteração na quantidade dessas células no leucograma entre M1 e M3 após a auto-hemoterapia”. Cita K DRUMOND, 2013, para quem “provavelmente, o mecanismo de ação da auto-hemoterapia é aumentar a imunidade orgânica”.

Afirma em seguida que “o objetivo do presente trabalho foi verificar se há resposta imunológica, após o procedimento de auto-hemoterapia, comparada com a aplicação de soro fisiológico, após as aplicações. Buscou-se evidenciar que a técnica empregada em várias áreas clínicas produz a imunoestimulação na produção de TNF-α, visto que macrofagos e monócitos participam ativamente no processo de sua produção e na fagocitose de células infectadas”.

Aduz que para J. RAMIREZ (2000), por exempo, “a auto-hemoterapia representa um novo método para tratamento e cura do Diabetes Mellitus 2, pela auto-negativação de anticorpos, atuando como auto-vacina ao estimular o sistema auto-imune”. Afirma, por outro lado que para P. STAUBACH, (2006) “a auto-hemoterapia é promissora e potencialmente curativa e mais uma opção terapêutica, além de seguro, outro exemplo, de pacientes que apresentavam urticária tiveram melhora significativa na sua qualidade de vida, além da diminuição do uso de anti-histamínicos e segundo R. GRACER, (2005) seus processos resultam em estimulação dos sistemas imunitários e cura dos pacientes.

O texto completo da Dissertação pode ser acessado através do link http://portais4.ufes.br/posgrad/teses/tese_6810_DISSERTA%C7%C3O%20MIRLEIDE.pdf

 

23.10.2013


 

LUC MONTAGNIER, O DESCOBRIDOR DO VIRUS HIV

 

Auto-hemoterapia para enfrentar vírus HIV

Descobridor do HIV diz que virus sozinho não provoca AIDS

 

As pessoas que mantém o sistema imunológico saudável conseguem se livrar naturalmente até do vírus da AIDS. E a melhor forma de manter o organismo em condições de enfrentar esses riscos do HIV é fazer a auto-hemoterapia, que eleva a imunidade do organismo ao máximo por cinco dias a cada aplicação e volta ao normal gradativamente entre o sexto e sétimo dia. A constatação sobre a imunidade é do descobridor do vírus HIV, Luc Montagnier, que recentemente concedeu entrevista bombástica afirmando que a AIDS não é provocada somente pelo vírus, mas precisa de outras circunstâncias.

Na entrevista o cientista, que é também ganhador do Premio Nobel de Medicina afirma acreditar que “nós podemos ser expostos ao HIV muitas vezes sem ficarmos infectados cronicamente”.  Segundo ele, “Nosso sistema imunológico irá se livrar do vírus dentro de poucas semanas, se você tiver um bom sistema imunológico". Isso significa que todo aparato de enfrentamento da AIDS pode ter sido apenas uma forma de enriquecer determinados setores da área médica e farmacêutica. Coisa que a imprensa não questionou nem investigou desde a descoberta do vírus.

Luc Montagnier, 81 anos, é o virologista e médico francês que em 1983 descobriu com a sua equipe, nos laboratórios do Instituto Pasteur, o retrovírus da Síndrome da imunodeficiência adquirida, inicialmente designado LAV, e que em 1986 recebeu o nome de VIH-HIV. Foi galardoado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2008. Já em 2009, no Parlamento Europeu, durante a conferência dedicada ao "Futuro da investigação biomédica no século XXI" opinou que "o principal objetivo da investigação científica do VIH devia ser a criação de uma vacina terapêutica”, e que “não nos devemos centrar na vacina preventiva".

A entrevista, com legendas em português: http://www.youtube.com/watch?v=5O608cuqFhE

 

03/10/2013


 

Algo estranho no CFM e ANVISA

ao perseguir a auto-hemoterapia

 

 

Enfermeira Ida Zaslavski fala sobre

Auto-hemoterapia em São Paulo

 

 

Epidermólise Bolhosa pode ser

tratada com a auto-hemoterapia


 

Tratando acne com AHT


O que é auto-hemoterapia?

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

 

 

FONTES

 

 

Auto-hemoterapia na Alemanha

 

A auto-hemoterapia é usada de várias formas e com variadas finalidades na Alemanha, sem restrições que não apenas a obrigação de manuseio da técnica conforma as condições de higiene. Com a AHT, por exemplo, um atleta profissional volta à atividade rapidamente após uma lesão grave à boa forma. Isso não se deve apenas às mãos de cura dos terapeutas. Muitos médicos desportivos tratam seus pacientes com sangue autólogo – auto-hemoterapia. Este método está disponível também para pacientes comuns, mesmo quando têm lesões graves.

O alemão Dr. med. Christoph Gepp, Especialista em Medicina Geral, Naturopata e que atua ainda nas áreas de Medicina do Esporte, Quiropraxia • Acupuntura, Tratamento da Dor • Homeopatia e Auto-hemoterapia, diz em artigo publicado naquele país que as chamadas Terapias de sangue autólogo “são aplicadas há mais de 100 anos”, acrescentando que “Já em 1898 os primeiros tratamentos de auto-sangue foram realizadas com sucesso com pacientes com TB”. Segundo ele, “Na medicina naturopata tratamentos de sangue autólogo tem enorme importância e são uma grande adição do espectro naturopata e medicina convencional”.

A respeito da eficácia da auto-hemoterapia, o médico cita um estudo Inglês feito pelo Departamento de Medicina Complementar que pode fornecer uma prova, pelo menos para eczema. A eficácia foi confirmada mais de mil vezes na prática diária. Os médicos usam o tratamento há mais de 100 anos, porque estão convencidos da eficácia deste método. As principais indicações que o médica cita para a técnica são as infecções recorrentes; as doenças de pele; como eczema e acne; fadiga e alergias.

 

20.10.2014


 

 

Enfermeira defende auto-hemoterapia para prevenir ebola

 

“Enquanto experimentam usar o sangue contra o vírus ebola, a auto-hemoterapia já tem um  histórico de mais de 100 anos”. A observação é da enfermeira gaúcha radicada em Florianópolis, Ida Zaslavsky, que usa a técnica há mais de vinte anos e reuniu experiências exitosas no livro “Auto-hemoterapia – um bom passo maior que a perna; das bases à autonomia do viver”. Ela se refere à decisão da Organização Mundial de Saúde de recomendar o uso de sangue de pessoas curadas para tratar as pessoas que contraíram o vírus.

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos e foi muito difundida desde 2004 através de DVD explicativo gravado pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro e distribuído gratuitamente de mão em mão ou pela internet.

Segundo a enfermeira, “A OMS está recomendando de forma experimental usar sangue de pessoas curadas por um vírus muito violento que é o Ebola, mas na realidade milhares de brasileiros já fazem esse tratamento com o próprio sangue há mais de 100 anos, sem risco, sem efeito colateral, nem contraindicação”.

Ela afirma que “No Brasil podemos evitar a Epidemia Ebola com a  auto-hemoterapia, que  previne e trata de infecções”. E explica que “Com esta técnica pode-se aumentar a imunidade antes mesmo de passar pelo risco da infecção, o que deve ser feito ao menos nos lugares onde o risco for maior”.

---

Saiba mais sobre auto-hemoterapia acessando http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm

 

09.09.2014

 

A sorte dos africanos

 

--- Walter Medeiros* – waltermedeiros@supercabo.com.br

Os africanos vitimados pelo vírus ebola tem sorte de não viverem no Brasil e estarem longe dos seus órgãos de medicina, saúde e vigilância. Se a epidemia estivesse acontecendo aqui, a orientação da Organização Mundial de Saúde – OMS passaria primeiro pelo crivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, que proíbe o uso de auto-hemoterapia e, entre outros órgãos, do Conselho Federal de Medicina – CFM, que aprovou parecer incompleto e tendencioso afirmando que a técnica não teria comprovação científica. Ou seja, aqui seriam necessários muitos anos de espera por providências que nunca chegam para testar uma terapia que vem salvando vidas há quase duzentos anos.

Neste final de semana a grande notícia na área de saúde pública é que a OMS recomenda usar sangue de pessoas curadas para tratar ebola. A OMS não diz com base em que o sangue de pessoas curadas seria ou poderia ser eficaz no referido tratamento. Isto nos leva observar que, da mesma forma que pode ser o sangue de pessoas curadas poderia ser sangue de pessoas que não foram infectadas ou das próprias pessoas infectadas, pois a imunidade do organismo é multiplicada por quatro com a aplicação da auto-hemoterapia.

Faz muito tempo que é mostrado pelo Dr. Luiz Moura que o corpo humano consegue produzir os anticorpos necessários para combater uma infecção causada pelo ebola. A OMS alega que assim, em teoria, os anticorpos que já fizeram efeito em um sobrevivente da doença podem ser transferidos pelo sangue para um paciente doente, ajudando o sistema imunológico dele para resistir ao vírus. Esta justificativa mostra que a entidade está muito atrasada na compreensão das terapias do sangue. E poderia convocar o Dr. Moura para uma consultoria de emergência, ou pelo menos fazer uma releitura do que já foi escrito por ele e outros a respeito, com base em experiências práticas e exitosas.

Antes tarde do que nunca, uma das diretoras da OMS, Marie Paule Kieny disse que "Existe uma chance real agora de que um produto derivado do sangue de pessoas curadas possa ser efetivo no tratamento de pacientes". Aliás, ela foi mais enfática ao dizer que "Nós concordamos que a terapia com sangue pode ser usada para tratar o vírus do ebola e precisamos colocar todos os nossos esforços para ajudar países infectados." Observou ainda que "Várias pessoas sobreviveram ao vírus e estão bem. Elas podem doar um pouco do seu sangue para tratar as outras pessoas que ainda estão doentes".

A OMS considera que não haveriam “dados em grande escala sobre a eficiência de uma terapia com sangue, já experimentada no passado”. Mas informa que “Estudos feitos em um surto do ebola em 1995 na República Democrática do Congo indicaram que sete de um total de oito pessoas sobreviveram à doença após terem recebido um tratamento usando sangue de pessoas que sobreviveram ao mal”. Desde o dia 30 de julho o uso da auto-hemoterapia é defendido para prevenir ebola, conforme matéria deste blog: http://hemoterapia.org/

informacoes_e_debate/ver_opiniao/auto-hemoterapia-e-arma-para-tratar-ebola-a-auto.asp Entretanto, a técnica está proibida no Brasil, daí a Carta que está sendo assinada no facebook, https://www.facebook.com/

photo.php?fbid=712155925505199&set=gm.

624525897666332&type=1&theater . Já que a OMS propõe o uso de sangue, que seja pesquisado o efeito da auto-hemoterapia.

 

08.09.2014

 

LIBERDADE PARA OS MÉDICOS

O fato é que a auto-hemoterapia foi proibida de forma ilegal e os médicos estão cerceados no direito de exercer a arte de curar, mas não estão proibidos de estudar, analisar, avaliar, pesquisar e defender a auto-hemoterapia quando tiverem convicção de que ela é eficaz.

Sua eficácia vem sendo comprovada há mais de cem anos, basta acessar toda documentação existente e que teve parte considerável e importante desprezada pelo CFM em seu parecer com a desculpa descabida de que estavam escritos em outros idiomas.


 

PARA ENTENDER OS FATOS

PARA ENTENDER OS FATOS-II

PARA ENTENDER OS FATOS-III

 


OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE AHT

 

PESQUISA MOSTRA 1108 USUÁRIOS DA AHT

 

Razões para liberar o uso da

Auto-hemoterapia no Brasil

 

ARQUIVOS COM OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA

 

 
 

PELA LIBERAÇÃO DA AUTO-HEMOTERAPIA NO BRASIL

Para assinar a petição, basta acessar o site http://bit.ly/JFQegr  e seguir as intruções.