domingo, 07/02/16

AUTO-HEMOTERAPIA - INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE

 

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

 


O que é

Auto-hemoterapia?

 

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

 


Aplicação

Protocolo de AHT


 

ASSISTA AO DVD DO

DR. LUIZ MOURA


ARTIGOS

 

Breve história da Auto-hemoterapia

"Fraude" forjada no Fantástico

O médico do CFM baixou o nível

Parecer do Cremerj é cheio de falhas

Parecer do CFM é cheio de dúvidas

Superficialidade no Parecer do CFM

Anvisa confusa sobre a AHT

CFM recua e permite Tampão/AHT

Uma proibição ilegal da Anvisa

Comprovação desde 1924: doutorado

Perguntas sem respostas do CFM

SUS precisa adotar Auto-hemoterapia

 


EFICÁCIA

Usuários da auto-hemoterapia continuam mostrando sua eficácia no Portal do CFM. As mensagens são inúmeras; mais de 400 pessoas compartilharam o assunto.

É importante ler os comentários e acrescentar relatos sobre o uso dessa técnica que vem tratando, curando e salvando vidas há mais de cem anos.

Acesse o Portal Médico e veja o que já foi relatado:

facebook.com/conselhofederaldemedicina/


 

Médica paraguaia defende auto-hemoterapia

para o combate a dengue, zika e chikungunya

 

A auto-hemoterapia é a melhor arma que temos para enfrentar, como prevenção e tratamento, o dengue, chikungunya e zikavirus. A afirmação é da Dr. Nilsa Ibarrola, promotora de Medicina Natural e Alternativa do Paraguai e foi feita em entrevista à Rádio 970 AM. A médica explicou que a auto-hemoterapia, anteriormente conhecida como autossangue, consiste na remoção de sangue venoso e reinjeção intramuscular e promove a elevação das defesas, da imunoglobulina, imunoglobulina G, imunoglobulina M e células brancas do sangue. Esta é uma terapia simples e barata, sem contraindicações, que trabalha para prevenir e tratar casos de infecção, podendo ser aplicada em mulheres grávidas, crianças, adultos e idosos.

Na entrevista Nilsa Ibarrola afirmou: “Sou médica, faço medicina alternativa e medicina natural e meu registro profissional é 3.758”. Confirmou que “Não estamos falando somente de dengue, mas também de zika e chikungunya”, para sentenciar em seguida: “Eu me atrevo a dizer-lhe que primeiro temos de adotar as medidas de prevenção; porém quando já existe o paciente que está sofrendo com dengue, zika e chikungunya, que fazemos nesta hora? Existe o vetor comum, que é o aedes aegypti, que traz as três moléstias: dengue, chikungunya e zika.

A zika é o mais alarmante, porque se não tomarmos as medidas vamos ter em pouco tempo crianças totalmente inúteis, com sérios problemas de neuropatia por causa da microcefalia. Isso é calamitoso. Creio que a medida há que ser a auto-hemoterapia sensível, barata, sem custo, praticamente, e sem contra-indicações. E o mais importante é que não tem nenhuma contra-indicação e eleva as defesas altamente, para que se possa enfrentar todos os males.”

Auto-hemoterapia é o que antes se chamava auto-sangue. Segundo a médica paraguaia, “É uma terapia antiquíssima, mas foi deixada de lado por causa dos medicamentos. Antes era a solução de todos os problemas – a auto-hemoterapia. Em que consiste? Extrair sangue próprio da prega anterior do braço. Se tira uma quantia, que pode ser 5 ml, dez centímetros, de acordo com a pessoa, pelo peso, pela pessoa. Por exemplo, de um bebê lhe tiramos 1 ml. Uma pessoa adulta, cinco, até dez ml. Se saca sangue e se volta a injetar intramuscular. Esse mesmo sangue sem nenhum agregado, no mesmo ato se volta a reinjetar. Sempre perguntam o que se passa e eu respondo: aumenta as defesas, aumenta a imunoglobulina, imunoglobulina g, imunoglobulina m, e levanta a quantidade de glóbulos brancos para colocar em marcha as defesas do organismo.”  

Em seguida a médica relatou: “Temos um caso da primeira peste de dengue. Um sacerdote me procurou, estava com a temperatura de 42 graus, rouco, usando compressa. Fiz a aplicação de sangue e disse que esperasse o resultado. Sabe que em vinte minutos não tinha mais febre? Ele passou a sentir-se bem e passou a conversar com todos. Isso é prá mostrar que tem efeito rápido, sem contra-indicações e de baixo custo. Esse custo é só o que vai pagar ao profissional que te faz a aplicação.”

“Essa é nessa hora a melhor arma que temos para essas três patologias: o dengue, o chikungunya e o zika”, disse ela. E acrescentou: “Esse tratamento é como preventivo e tratamento. Todo povo paraguaio pode prevenir-se com a auto-hemoterapia, a autovacina. E não se expor a tão severo risco. Estamos vendo de outros países as notícias, como nascem as crianças com microcefalia. Você imagina o grave que é isso, nascer criatura com microcefalia.

Se já estamos com esse problema, eu creio que não podemos deixar de prevenir e tratar, pelo que insisto em tratar com a auto-hemoterapia, que é eficente, barata e sem contra-indicações. O mais importante: sem contra-indicações. Pode-se aplicar em crianças, adultos, de todas as idades. Os resultados são espetaculares.”

Lembrou ainda que “Na primeira epidemia de dengue muitos colegas criticaram a auto-hemoterapia, mas depois quando começaram a morrer pessoas importantes a coisa mudou. Colegas diziam que não tinha embasamento científico. Há que se investigar muito, pois nesse momento salvou muitas vidas. A entrevista da médica à Rádio 970 AM do Paraguai pode ser ouvida através desse endereço:

http://www.radio970am.com.py/articulo/2399/la-autohemoterapia-el-remedio-para-el-dengue-zika-y-chikungua-afirman/37

 

25.01.2016


 

O CFM e o segredo da Auto-hemoterapia

 

(Por que somente o Dr. Luiz Moura foi autorizado pelo CFM a receitar auto-hemoterapia?)

Rio de Janeiro, 17.06.2013. Em consulta com o Dr. Luiz Moura, Olivares Rocha recebe uma Receita Médica indicando: “Uso Externo – Auto-hemoterapia – retirar 10 ml de sangue da veia e aplicar no músculo (nádega) de 7 em 7 dias / Tratamento continuado. Uso interno – Cloreto de magnésio – tomar 50 ml pela manhã e 50 ml à noite. Uso interno – Caltrate D 600 tomar 1 comprimido pela manhã e 1 à noite.  Assinado Dr. Luiz Moura – Médico – CREMERJ 52-4169.

No mesmo consultório, localizado à rua Conde de Bonfim, 377, Tijuca, Rio de Janeiro, diariamente muitos clientes compareciam e de lá saíam com a orientação do uso da auto-hemoterapia, entre outras recomendações. O fato ocorreu até meados de outubro de 2015, quando o Dr. Luiz Moura, aos 90 anos de idade e depois de mais de 60 anos usando a referida técnica, decidiu encerrar as suas atividades de consultório médico.

Milhares de pessoas tiveram a sorte de receber ao longo dos anos o atendimento atencioso, preocupado e interessado daquele médico, que gravou uma entrevista explicando tudo que estava ao seu alcance sobre a auto-hemoterapia. Muitas dessas pessoas relatam suas experiências de êxito. A entrevista vem beneficiando milhões de pessoas que passaram a ter interesse pelo assunto e enfrentam doenças com o uso daquela técnica centenária.

MISTÉRIO

A publicação dessa receita médica na internet gera umas indagações importantes sobre o assunto. Trata-se de um mistério não desvendado, o fato do Dr. Luiz Moura receitar a auto-hemoterapia em seu consultório, enquanto os outros médicos foram proibidos de usar a técnica pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária e pelo Conselho Federal de Medicina – CFM.

Pelo que se sabe, o Dr. Luiz Moura foi autorizado pelo CFM a continuar receitando a auto-hemoterapia no seu consultório, apesar de todas as proibições detalhadamente discutidas através de quase nove anos de ações arbitrárias daqueles órgãos. Sabe-se também que no julgamento do processo ético contra aquele médico pelo conselho federal, um dos membros levantou-se e revelou também ser usuário da técnica, o que gerou uma confusão até hoje não desfeita.

DIREITO À INFORMAÇÃO

O processo do CFM nesses casos corre em segredo e o conteúdo não é divulgado ao público, mesmo tratando-se de uma questão de interesse geral e não só dos participantes da reunião. Algo nocivo para a democracia e para a população, que tem assim negado o seu direito à informação. Fica sem saber o que se deu naquele julgamento, o que proporciona a penalização do médico julgado ao silêncio, e facilita aquelas conhecidas negociatas que vão sempre contra a saúde pública. 

Uma série de dúvidas resulta daquela receita médica para uso da auto-hemoerapia, mas uma delas precisa ser respondida antes de qualquer coisa: o porquê de somente o Dr. Luiz Moura ter sido autorizado pelo CFM a receitar a terapia do sangue.

 

08.01.2016


 

Uma técnica simples que pode

curar e prevenir muitas doenças

 

A auto-hemoterapia passou a ser defendida mais fortemente em 2004, quando o Dr. Luiz Moura publicou um artigo intitulado “Auto-hemoterapia” ( http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf ), no qual explica o funcionamento da técnica, faz um histórico e apresenta informações sobre a sua ação terapêutica.

Dr. Luiz Moura faz um histórico, mostrando que em 1911 F. Ravaut usa a autohemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos, conforme dicionário enciclopédico de medicina, T.1, de L. Braier. Em 1941 o Dr. Leopoldo Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológicas, pg 37, cita: Auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste en injetar a uno indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules), tomada de este mismo indivíduo. E cita H. Dousset – Auto-Hemoterapia - Técnicas indispensáveis, afirmando em 1941 que é útil em certos casos para dessensibilizações.

O artigo cita também trabalho de pesquisa científica realizado pelo médico Jessé Teixeira - Complicações Pulmonares Pós- Operatórias Autohemotransfusão ( http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf ) e texto produzido pelo médico Ricardo Veronese sobre o tema Imunoterapia: O impacto médico do século ( http://www.rnsites.com.br/artigo_ricardo_veronese.pdf ).

Recentemente foi mostrado também que a auto-hemoterapia foi tema de tese de doutorado em 1924, “A auto-hemoterapia nas dermatoses”, realizada pelo Dr. Alberto Carlos David na Universidade do Porto ( http://www.rnsites.com.br/210_2_FMP_TD_I_01_P.pdf )

O Conselho Federal de Medicina emitiu Parecer em 2007 afirmando que a técnica não teria comprovação científica, mas ao contrário do que está colocado no parecer – que é incompleto e superficial - na base de dados Pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos ( http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm ).

A despeito dessas ações arbitrárias daqueles órgãos, a população continuou utilizando a auto-hemoterapia, com o que vem prevenindo e curando muitas doenças, conforme milhares de depoimentos publicados nos meios de comunicação e na Internet.

Chamado a explicar o uso da auto-hemoterapia em processos éticos instaurados no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro - CREMERJ e no Conselho Federal de Medicina – CFM, Dr. Luiz Moura foi ao final absolvido em ambos. Mesmo assim a perseguição que é feita à técnica que ele sempre usou e tem convicção dos benefícios que traz à clientela, causou-lhe muito mal e muitos transtornos.

Ressaltando que Medicina é a arte de curar, Dr. Luiz Moura diz que só tem um único compromisso com seus pacientes: aliviar o sofrimento e, quando possível, curar. Por isso não respeita os padrões chamados científicos. Para ele, o que comprova qualquer coisa é o efeito do tratamento. Se ele produz benefícios para o paciente é um tratamento científico, mesmo que não saibamos qual o mecanismo de ação deste tratamento. Defende o uso de recursos - sejam quais forem - para beneficiar os pacientes, para que tenham alívio do sofrimento e, se possível, a cura.

Aos médicos e futuros médicos recomenda conferir sempre, nunca aceitar nada como ‘isso é coisa do passado’, isso é ‘atrasado’, ‘está fora de moda’. Se possível, sempre somar o antigo com o novo. E sempre conferindo que não haja prejuízo para quem vai usar o tratamento.

Aos pacientes recomenda em primeiro lugar mente positiva, porque a mente negativa agrava o sofrimento. O Sistema Imunológico, quando a pessoa fica negativa em relação ao seu padecimento, declina. Se a pessoa crê na sua cura, ela tem toda chance de vencer a doença.

 


 

. LIBERDADE PARA OS MÉDICOS

 

. Estranhas refutações

 

. Auto-hemoterapia é eficaz

 

. CFM e Anvisa deviam apoiar pesquisas

 

. PARTICIPE DO FORUM SOBRE AHT

 

. Transcrição do DVD do Dr. Luiz Moura

 

 . Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos...

 

. Incríveis benefícios da auto-hemoterapia

 

. Conselho de Farmácia mostra desinformação

 

  . Razões para liberar a Auto-hemoterapia
 
  . CFM e SBHH não têm argumentos contra a AHT
 
  . A Precaução autoritária da Anvisa
 
  . Maria Adelaide Amaral usa e defende a AHT
 
  . Relatos comprovam eficácia da técnica
 

 

Auto-hemoterapia no facebook

 

 

DR. LUIZ MOURA

Quem é o Dr. Luiz Moura

 

Dr. Luiz Moura - o maior difusor da auto-hemoterapia e um dos muitos médico que a receitam – nasceu no Rio de Janeiro em 04 de maio de 1925, filho de médico. Estudou na Faculdade Nacional de Medicina da UFRJ, quando a universidade ainda ficava na Praia Vermelha, mesmo lugar em que o seu pai se formara nos idos de 1918.

Médico clínico geral, Dr. Luiz Moura foi vice-diretor do Hospital Cardoso Fontes de Bonsucesso, um dos maiores hospitais do Rio de Janeiro. Presidente do INPS, na época em que englobava o INAMPS, diretor da DIMED, órgão de fiscalização que deu lugar à ANVISA, diretor de medicina social do estado do Rio de Janeiro, fundador da CEME (Central de Medicamentos), feito que desagradou a indústria farmacêutica.

O Brasil e a saúde pública devem muito a este grande homem, que, do alto de mais de 60 anos de exercício da medicina, sempre ancorado no juramento hipocrático, teve a coragem de enfrentar interesses poderosos e escusos, ao divulgar a auto-hemoterapia, retirando do ostracismo essa técnica que foi esquecida por força da ganância dos que enriquecem às custas das nossas doenças.

Dr. Moura começou a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943, quando entrou para a faculdade de medicina. O seu pai foi professor da mesma faculdade, e mandava retirar e aplicar sangue nos pacientes que operava. Ele fazia isso baseado no trabalho do professor Jesse Teixeira - que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou no maior prêmio de trabalho publicado em 1940.

Ele se limitou a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para tratar de infecções, acne juvenil (que é uma infecção de estafilococos) e também evitar infecções pós-cirúrgicas. Nesse tempo era cirurgião, então também usava o mesmo método. A finalidade era basicamente combater bactérias.  

A partir de 1976 passou a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá. O professor Garófalo chegou se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia uma caminhada de 100 a 200 metros. Tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. O raios-X que mostrou 10 (dez) centímetros de artéria entupida. A solução era fazer uma prótese. O Dr. Garófalo rejeitou a solução e disse: “quem vai me curar é a auto-hemoterapia”. E pediu que Dr. Moura aplicasse nele. No fim de 4 (quatro) meses sentia-se curado. Novo exame de raios-X mostrou que não havia mais obstrução alguma.

Dr. Garófalo presenteou Dr. Moura com dois trabalhos: um do Dr. Jesse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi. Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Enquanto o trabalho do Dr. Jesse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, o do professor Ricardo Veronesi, professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e se tinha descoberto que o Sistema Retículo - Endotelial (SRE) tem muitas outras funções além de combater as bactérias.

Mostrando que a auto-hemoterapia é um recurso de enorme valor, com a amplitude que o avanço da imunologia deu. Até porque afirma que antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias. Quem mata a bactéria é nosso Sistema Imunológico, completando o trabalho do antibiótico.

Em 1976, num caso de esclerodermia fase final, no qual a médica disse que não tinha nada a fazer, Dr. Luiz Moura propôs o tratamento com auto-hemoterapia. A médica concordou. A melhora foi uma coisa espantosa. Trinta dias depois a paciente saiu andando do hospital.

Assim seguiu receitando auto-hemoterapia para inúmeras enfermidades. 

Em 2004 aceitou gravar uma entrevista na qual conta toda sua experiência e diz como funciona a técnica, incluindo as dosagens recomendadas. Com a audiência do DVD da entrevista ganhando grandes proporções, no primeiro semestre de 2007 a ANVISA emitiu Nota Técnica completamente questionável contra o uso da auto-hemoterapia. Em dezembro daquele ano o Conselho Federal de Medicina aprovou Parecer superficial e incompleto afirmando que a técnica não teria comprovação científica. Desde então os médicos ficaram impedidos de trabalhar com a auto-hemoterapia.


Técnica que não dá lucro

é ignorada pela Anvisa

 

Auto-hemoterapia pode ajudar no tratamento de dengue, zika e chikungunya

A Anvisa recomenda o uso de repelentes por mulheres grávidas; autoriza a fabricação e venda de objetos para detectar as doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti; facilita tudo que gera renda, altos lucros para a indústria e comércio de cosméticos, venenos e remédios. Ao mesmo tempo o Brasil inteiro sabe dos efeitos de uma técnica comprovadamente eficaz para aumentar a imunidade, melhorar as defesas do organismo, a auto-hemoterapia. Mas esta técnica é vedada nos serviços de saúde, quando poderia ser um valioso instrumento à disposição dos profissionais de saúde no Brasil e no mundo. Essa técnica é rejeitada porque não dá lucro.

Essa ganância capitalista passa por cima de quaisquer princípios humanitários, e a cada dia ultrapassa os mais inimagináveis limites. Um grande exemplo disso é o  que vivemos nos dias atuais, com uma pandemia de doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Ao invés de buscarem formas de resolver o problema proporcionando o melhor para a saúde pública, os governos do mundo inteiro, capitaneados pela Organização Mundial de Saúde – OMS não conseguem enxergar a cura, mas apenas as possibilidades de negócios. Ao invés de prestarem atenção nas reais possibilidades de combate aos vetores e suas consequências, deixam de lado o que poderia ser realmente de grande valia nesse momento.

Vendas

Se por um lado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA proíbe e dificulta o uso de técnicas comprovadamente eficazes através do tempo, como a auto-hemoterapia, por outro lado libera de forma frenética a fabricação e venda de testes para diagnosticar doenças. Nem mesmo a inclusão da técnica na lista das prováveis soluções a serem estudadas aquela agência realiza, fazendo literalmente vistas grossas do assunto, enquanto a população fica desassistida e cada vez mais à mercê das doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Da mesma forma que libera a realização de testes sem as devidas experiências previstas no chamado método científico, poderia autorizar o uso da auto-hemoterapia como forma de elevar as defesas do organismo, aumentando a imunidade das pessoas contra doenças.

Para ter uma noção do que acontece, basta prestar atenção no noticiário, onde as informações sobre dengue, zikavirus e chikungunia terminam sempre em verdadeiras propagandas de produtos ou laboratórios farmacêuticos. Existem sempre pesquisas que buscam remédios, vacinas ou cosméticos repelentes, sempre no rumo de descobrir novos produtos, mas nunca dão atenção ou valor à cura das doenças. Ficam de lado todas as alternativas que poderiam resultar em soluções menos dispendiosas, sem maiores custos para a população. No final das contas haverá sempre uma grande despesa para os sistemas de saúde, consequentemente para os cidadãos. Quando se olha para a educação sanitária, em vez de combater os focos dos mosquitos, muito pouco é investido em ações nesse sentido, o que leva os mosquitos até para as portas do governo, inclusive do Ministério da Saúde.

Integrativas

Nestas ocasiões são deixadas completamente de lado as chamadas Práticas Integrativas e Complementares, como acupuntura, homeopatia, plantas medicinais, fitoterapia, termalismo social (uso das águas medicinais para tratamento de saúde), ou outras que ainda não estão na lista do Ministério da Saúde, como auto-hemoterapia. É uma mostra de que essa inclusão é algo superficial e puramente demagógico, pois enfrenta a cada dia muitos obstáculos.

Como tem sido mostrado nos últimos dias, essa última técnica - a auto-hemoterapia - consiste na retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo, com o que as defesas do organismo são multiplicadas por 4, em vista da elevação do volume de macrófagos de 5,5 para 22. Segundo médicos como Dr. Luiz Moura, que utilizou a técnica por quase 70 anos, e a médica boliviana Dra. Nilsa Ibarrola, que também usa e defende a técnica no seu país, a auto-hemoterapia seria a melhor forma de prevenir e enfrentar os efeitos do mosquito que causa a dengue, o zika e chikungunya.

Anvisa navega pelo que diz o noticiário

A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária ignora tudo isso, mas por sua vez autorizou a venda de três novos testes de laboratório que podem detectar o zika virus. Esta notícia foi amplamente divulgada durante a primeira semana de fevereiro. Por outro lado, a Anvisa publicou nota esclarecendo que “Frente às dúvidas surgidas recentemente sobre o uso de repelentes de insetos de uso tópico em gestantes, considerando a relação que possivelmente há entre o Zika vírus e os casos de microcefalia diagnosticados no país não há, dentro das normas da Agência, qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas”.

Aliás, recentemente mais um documento tendencioso foi produzido pelo Conselho Federal de Medicina – a Resolução CFM nº 2.128/2015, que Considera o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) como procedimento experimental. Esta resolução veio tão somente corroborar o Parecer CFM nº 20/11. O parecer foi uma resposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa que, ao invés de se dedicar ao trabalho profissional para assegurar a saúde pública dos brasileiros, prefere basear seu trabalho nos programas de Televisão. Da mesma forma que procedeu em 2007, ao fazer consulta sobre auto-hemoterapia por conta de matéria veiculada no Fantástico, em 2011 a mesma Anvisa pediu parecer sobre PRP devido a matérias veiculadas no Fantástico e Esporte Espetacular. Esta é a qualidade do nosso órgão de regulamentação e fiscalização em saúde.

Leia mais sobre auto-hemoterapia: http://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm

 

07.02.2016


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