segunda-feira, 25/01/16

AUTO-HEMOTERAPIA - INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE

 

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

 


O que é

Auto-hemoterapia?

 

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

 


Aplicação

Protocolo de AHT


 

ASSISTA AO DVD DO

DR. LUIZ MOURA


ARTIGOS

 

Breve história da Auto-hemoterapia

"Fraude" forjada no Fantástico

O médico do CFM baixou o nível

Parecer do Cremerj é cheio de falhas

Parecer do CFM é cheio de dúvidas

Superficialidade no Parecer do CFM

Anvisa confusa sobre a AHT

CFM recua e permite Tampão/AHT

Uma proibição ilegal da Anvisa

Comprovação desde 1924: doutorado

Perguntas sem respostas do CFM

SUS precisa adotar Auto-hemoterapia

 


EFICÁCIA

Usuários da auto-hemoterapia continuam mostrando sua eficácia no Portal do CFM. As mensagens são inúmeras; mais de 400 pessoas compartilharam o assunto.

É importante ler os comentários e acrescentar relatos sobre o uso dessa técnica que vem tratando, curando e salvando vidas há mais de cem anos.

Acesse o Portal Médico e veja o que já foi relatado:

facebook.com/conselhofederaldemedicina/


 

Médica paraguaia defende auto-hemoterapia

para o combate a dengue, zika e chikungunya

 

A auto-hemoterapia é a melhor arma que temos para enfrentar, como prevenção e tratamento, o dengue, chikungunya e zikavirus. A afirmação é da Dr. Nilsa Ibarrola, promotora de Medicina Natural e Alternativa do Paraguai e foi feita em entrevista à Rádio 970 AM. A médica explicou que a auto-hemoterapia, anteriormente conhecida como autossangue, consiste na remoção de sangue venoso e reinjeção intramuscular e promove a elevação das defesas, da imunoglobulina, imunoglobulina G, imunoglobulina M e células brancas do sangue. Esta é uma terapia simples e barata, sem contraindicações, que trabalha para prevenir e tratar casos de infecção, podendo ser aplicada em mulheres grávidas, crianças, adultos e idosos.

Na entrevista Nilsa Ibarrola afirmou: “Sou médica, faço medicina alternativa e medicina natural e meu registro profissional é 3.758”. Confirmou que “Não estamos falando somente de dengue, mas também de zika e chikungunya”, para sentenciar em seguida: “Eu me atrevo a dizer-lhe que primeiro temos de adotar as medidas de prevenção; porém quando já existe o paciente que está sofrendo com dengue, zika e chikungunya, que fazemos nesta hora? Existe o vetor comum, que é o aedes aegypti, que traz as três moléstias: dengue, chikungunya e zika.

A zika é o mais alarmante, porque se não tomarmos as medidas vamos ter em pouco tempo crianças totalmente inúteis, com sérios problemas de neuropatia por causa da microcefalia. Isso é calamitoso. Creio que a medida há que ser a auto-hemoterapia sensível, barata, sem custo, praticamente, e sem contra-indicações. E o mais importante é que não tem nenhuma contra-indicação e eleva as defesas altamente, para que se possa enfrentar todos os males.”

Auto-hemoterapia é o que antes se chamava auto-sangue. Segundo a médica paraguaia, “É uma terapia antiquíssima, mas foi deixada de lado por causa dos medicamentos. Antes era a solução de todos os problemas – a auto-hemoterapia. Em que consiste? Extrair sangue próprio da prega anterior do braço. Se tira uma quantia, que pode ser 5 ml, dez centímetros, de acordo com a pessoa, pelo peso, pela pessoa. Por exemplo, de um bebê lhe tiramos 1 ml. Uma pessoa adulta, cinco, até dez ml. Se saca sangue e se volta a injetar intramuscular. Esse mesmo sangue sem nenhum agregado, no mesmo ato se volta a reinjetar. Sempre perguntam o que se passa e eu respondo: aumenta as defesas, aumenta a imunoglobulina, imunoglobulina g, imunoglobulina m, e levanta a quantidade de glóbulos brancos para colocar em marcha as defesas do organismo.”  

Em seguida a médica relatou: “Temos um caso da primeira peste de dengue. Um sacerdote me procurou, estava com a temperatura de 42 graus, rouco, usando compressa. Fiz a aplicação de sangue e disse que esperasse o resultado. Sabe que em vinte minutos não tinha mais febre? Ele passou a sentir-se bem e passou a conversar com todos. Isso é prá mostrar que tem efeito rápido, sem contra-indicações e de baixo custo. Esse custo é só o que vai pagar ao profissional que te faz a aplicação.”

“Essa é nessa hora a melhor arma que temos para essas três patologias: o dengue, o chikungunya e o zika”, disse ela. E acrescentou: “Esse tratamento é como preventivo e tratamento. Todo povo paraguaio pode prevenir-se com a auto-hemoterapia, a autovacina. E não se expor a tão severo risco. Estamos vendo de outros países as notícias, como nascem as crianças com microcefalia. Você imagina o grave que é isso, nascer criatura com microcefalia.

Se já estamos com esse problema, eu creio que não podemos deixar de prevenir e tratar, pelo que insisto em tratar com a auto-hemoterapia, que é eficente, barata e sem contra-indicações. O mais importante: sem contra-indicações. Pode-se aplicar em crianças, adultos, de todas as idades. Os resultados são espetaculares.”

Lembrou ainda que “Na primeira epidemia de dengue muitos colegas criticaram a auto-hemoterapia, mas depois quando começaram a morrer pessoas importantes a coisa mudou. Colegas diziam que não tinha embasamento científico. Há que se investigar muito, pois nesse momento salvou muitas vidas. A entrevista da médica à Rádio 970 AM do Paraguai pode ser ouvida através desse endereço:

http://www.radio970am.com.py/articulo/2399/la-autohemoterapia-el-remedio-para-el-dengue-zika-y-chikungua-afirman/37

 

25.01.2016


 

O CFM e o segredo da Auto-hemoterapia

 

(Por que somente o Dr. Luiz Moura foi autorizado pelo CFM a receitar auto-hemoterapia?)

Rio de Janeiro, 17.06.2013. Em consulta com o Dr. Luiz Moura, Olivares Rocha recebe uma Receita Médica indicando: “Uso Externo – Auto-hemoterapia – retirar 10 ml de sangue da veia e aplicar no músculo (nádega) de 7 em 7 dias / Tratamento continuado. Uso interno – Cloreto de magnésio – tomar 50 ml pela manhã e 50 ml à noite. Uso interno – Caltrate D 600 tomar 1 comprimido pela manhã e 1 à noite.  Assinado Dr. Luiz Moura – Médico – CREMERJ 52-4169.

No mesmo consultório, localizado à rua Conde de Bonfim, 377, Tijuca, Rio de Janeiro, diariamente muitos clientes compareciam e de lá saíam com a orientação do uso da auto-hemoterapia, entre outras recomendações. O fato ocorreu até meados de outubro de 2015, quando o Dr. Luiz Moura, aos 90 anos de idade e depois de mais de 60 anos usando a referida técnica, decidiu encerrar as suas atividades de consultório médico.

Milhares de pessoas tiveram a sorte de receber ao longo dos anos o atendimento atencioso, preocupado e interessado daquele médico, que gravou uma entrevista explicando tudo que estava ao seu alcance sobre a auto-hemoterapia. Muitas dessas pessoas relatam suas experiências de êxito. A entrevista vem beneficiando milhões de pessoas que passaram a ter interesse pelo assunto e enfrentam doenças com o uso daquela técnica centenária.

MISTÉRIO

A publicação dessa receita médica na internet gera umas indagações importantes sobre o assunto. Trata-se de um mistério não desvendado, o fato do Dr. Luiz Moura receitar a auto-hemoterapia em seu consultório, enquanto os outros médicos foram proibidos de usar a técnica pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária e pelo Conselho Federal de Medicina – CFM.

Pelo que se sabe, o Dr. Luiz Moura foi autorizado pelo CFM a continuar receitando a auto-hemoterapia no seu consultório, apesar de todas as proibições detalhadamente discutidas através de quase nove anos de ações arbitrárias daqueles órgãos. Sabe-se também que no julgamento do processo ético contra aquele médico pelo conselho federal, um dos membros levantou-se e revelou também ser usuário da técnica, o que gerou uma confusão até hoje não desfeita.

DIREITO À INFORMAÇÃO

O processo do CFM nesses casos corre em segredo e o conteúdo não é divulgado ao público, mesmo tratando-se de uma questão de interesse geral e não só dos participantes da reunião. Algo nocivo para a democracia e para a população, que tem assim negado o seu direito à informação. Fica sem saber o que se deu naquele julgamento, o que proporciona a penalização do médico julgado ao silêncio, e facilita aquelas conhecidas negociatas que vão sempre contra a saúde pública. 

Uma série de dúvidas resulta daquela receita médica para uso da auto-hemoerapia, mas uma delas precisa ser respondida antes de qualquer coisa: o porquê de somente o Dr. Luiz Moura ter sido autorizado pelo CFM a receitar a terapia do sangue.

 

08.01.2016


 

Uma técnica simples que pode

curar e prevenir muitas doenças

 

A auto-hemoterapia passou a ser defendida mais fortemente em 2004, quando o Dr. Luiz Moura publicou um artigo intitulado “Auto-hemoterapia” ( http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf ), no qual explica o funcionamento da técnica, faz um histórico e apresenta informações sobre a sua ação terapêutica.

Dr. Luiz Moura faz um histórico, mostrando que em 1911 F. Ravaut usa a autohemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos, conforme dicionário enciclopédico de medicina, T.1, de L. Braier. Em 1941 o Dr. Leopoldo Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológicas, pg 37, cita: Auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste en injetar a uno indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules), tomada de este mismo indivíduo. E cita H. Dousset – Auto-Hemoterapia - Técnicas indispensáveis, afirmando em 1941 que é útil em certos casos para dessensibilizações.

O artigo cita também trabalho de pesquisa científica realizado pelo médico Jessé Teixeira - Complicações Pulmonares Pós- Operatórias Autohemotransfusão ( http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf ) e texto produzido pelo médico Ricardo Veronese sobre o tema Imunoterapia: O impacto médico do século ( http://www.rnsites.com.br/artigo_ricardo_veronese.pdf ).

Recentemente foi mostrado também que a auto-hemoterapia foi tema de tese de doutorado em 1924, “A auto-hemoterapia nas dermatoses”, realizada pelo Dr. Alberto Carlos David na Universidade do Porto ( http://www.rnsites.com.br/210_2_FMP_TD_I_01_P.pdf )

O Conselho Federal de Medicina emitiu Parecer em 2007 afirmando que a técnica não teria comprovação científica, mas ao contrário do que está colocado no parecer – que é incompleto e superficial - na base de dados Pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos ( http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm ).

A despeito dessas ações arbitrárias daqueles órgãos, a população continuou utilizando a auto-hemoterapia, com o que vem prevenindo e curando muitas doenças, conforme milhares de depoimentos publicados nos meios de comunicação e na Internet.

Chamado a explicar o uso da auto-hemoterapia em processos éticos instaurados no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro - CREMERJ e no Conselho Federal de Medicina – CFM, Dr. Luiz Moura foi ao final absolvido em ambos. Mesmo assim a perseguição que é feita à técnica que ele sempre usou e tem convicção dos benefícios que traz à clientela, causou-lhe muito mal e muitos transtornos.

Ressaltando que Medicina é a arte de curar, Dr. Luiz Moura diz que só tem um único compromisso com seus pacientes: aliviar o sofrimento e, quando possível, curar. Por isso não respeita os padrões chamados científicos. Para ele, o que comprova qualquer coisa é o efeito do tratamento. Se ele produz benefícios para o paciente é um tratamento científico, mesmo que não saibamos qual o mecanismo de ação deste tratamento. Defende o uso de recursos - sejam quais forem - para beneficiar os pacientes, para que tenham alívio do sofrimento e, se possível, a cura.

Aos médicos e futuros médicos recomenda conferir sempre, nunca aceitar nada como ‘isso é coisa do passado’, isso é ‘atrasado’, ‘está fora de moda’. Se possível, sempre somar o antigo com o novo. E sempre conferindo que não haja prejuízo para quem vai usar o tratamento.

Aos pacientes recomenda em primeiro lugar mente positiva, porque a mente negativa agrava o sofrimento. O Sistema Imunológico, quando a pessoa fica negativa em relação ao seu padecimento, declina. Se a pessoa crê na sua cura, ela tem toda chance de vencer a doença.

 


 

. LIBERDADE PARA OS MÉDICOS

 

. Estranhas refutações

 

. Auto-hemoterapia é eficaz

 

. CFM e Anvisa deviam apoiar pesquisas

 

. PARTICIPE DO FORUM SOBRE AHT

 

. Transcrição do DVD do Dr. Luiz Moura

 

 . Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos...

 

. Incríveis benefícios da auto-hemoterapia

 

. Conselho de Farmácia mostra desinformação

 

  . Razões para liberar a Auto-hemoterapia
 
  . CFM e SBHH não têm argumentos contra a AHT
 
  . A Precaução autoritária da Anvisa
 
  . Maria Adelaide Amaral usa e defende a AHT
 
  . Relatos comprovam eficácia da técnica
 

 

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DR. LUIZ MOURA

Quem é o Dr. Luiz Moura

 

Dr. Luiz Moura - o maior difusor da auto-hemoterapia e um dos muitos médico que a receitam – nasceu no Rio de Janeiro em 04 de maio de 1925, filho de médico. Estudou na Faculdade Nacional de Medicina da UFRJ, quando a universidade ainda ficava na Praia Vermelha, mesmo lugar em que o seu pai se formara nos idos de 1918.

Médico clínico geral, Dr. Luiz Moura foi vice-diretor do Hospital Cardoso Fontes de Bonsucesso, um dos maiores hospitais do Rio de Janeiro. Presidente do INPS, na época em que englobava o INAMPS, diretor da DIMED, órgão de fiscalização que deu lugar à ANVISA, diretor de medicina social do estado do Rio de Janeiro, fundador da CEME (Central de Medicamentos), feito que desagradou a indústria farmacêutica.

O Brasil e a saúde pública devem muito a este grande homem, que, do alto de mais de 60 anos de exercício da medicina, sempre ancorado no juramento hipocrático, teve a coragem de enfrentar interesses poderosos e escusos, ao divulgar a auto-hemoterapia, retirando do ostracismo essa técnica que foi esquecida por força da ganância dos que enriquecem às custas das nossas doenças.

Dr. Moura começou a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943, quando entrou para a faculdade de medicina. O seu pai foi professor da mesma faculdade, e mandava retirar e aplicar sangue nos pacientes que operava. Ele fazia isso baseado no trabalho do professor Jesse Teixeira - que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou no maior prêmio de trabalho publicado em 1940.

Ele se limitou a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para tratar de infecções, acne juvenil (que é uma infecção de estafilococos) e também evitar infecções pós-cirúrgicas. Nesse tempo era cirurgião, então também usava o mesmo método. A finalidade era basicamente combater bactérias.  

A partir de 1976 passou a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá. O professor Garófalo chegou se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia uma caminhada de 100 a 200 metros. Tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. O raios-X que mostrou 10 (dez) centímetros de artéria entupida. A solução era fazer uma prótese. O Dr. Garófalo rejeitou a solução e disse: “quem vai me curar é a auto-hemoterapia”. E pediu que Dr. Moura aplicasse nele. No fim de 4 (quatro) meses sentia-se curado. Novo exame de raios-X mostrou que não havia mais obstrução alguma.

Dr. Garófalo presenteou Dr. Moura com dois trabalhos: um do Dr. Jesse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi. Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Enquanto o trabalho do Dr. Jesse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, o do professor Ricardo Veronesi, professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e se tinha descoberto que o Sistema Retículo - Endotelial (SRE) tem muitas outras funções além de combater as bactérias.

Mostrando que a auto-hemoterapia é um recurso de enorme valor, com a amplitude que o avanço da imunologia deu. Até porque afirma que antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias. Quem mata a bactéria é nosso Sistema Imunológico, completando o trabalho do antibiótico.

Em 1976, num caso de esclerodermia fase final, no qual a médica disse que não tinha nada a fazer, Dr. Luiz Moura propôs o tratamento com auto-hemoterapia. A médica concordou. A melhora foi uma coisa espantosa. Trinta dias depois a paciente saiu andando do hospital.

Assim seguiu receitando auto-hemoterapia para inúmeras enfermidades. 

Em 2004 aceitou gravar uma entrevista na qual conta toda sua experiência e diz como funciona a técnica, incluindo as dosagens recomendadas. Com a audiência do DVD da entrevista ganhando grandes proporções, no primeiro semestre de 2007 a ANVISA emitiu Nota Técnica completamente questionável contra o uso da auto-hemoterapia. Em dezembro daquele ano o Conselho Federal de Medicina aprovou Parecer superficial e incompleto afirmando que a técnica não teria comprovação científica. Desde então os médicos ficaram impedidos de trabalhar com a auto-hemoterapia.


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