sexta-feira, 02/12/16

AUTO-HEMOTERAPIA - INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE

 

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

 


O que é

Auto-hemoterapia?

 

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

 


Aplicação

Protocolo de AHT


 

ASSISTA AO DVD DO

DR. LUIZ MOURA


ARTIGOS

 

Breve história da Auto-hemoterapia

"Fraude" forjada no Fantástico

O médico do CFM baixou o nível

Parecer do Cremerj é cheio de falhas

Parecer do CFM é cheio de dúvidas

Superficialidade no Parecer do CFM

Anvisa confusa sobre a AHT

CFM recua e permite Tampão/AHT

Uma proibição ilegal da Anvisa

Comprovação desde 1924: doutorado

Perguntas sem respostas do CFM

SUS precisa adotar Auto-hemoterapia

 


EFICÁCIA

Usuários da auto-hemoterapia continuam mostrando sua eficácia no Portal do CFM. As mensagens são inúmeras; mais de 400 pessoas compartilharam o assunto.

É importante ler os comentários e acrescentar relatos sobre o uso dessa técnica que vem tratando, curando e salvando vidas há mais de cem anos.

Acesse o Portal Médico e veja o que já foi relatado:

facebook.com/conselhofederaldemedicina/



 

CFM esconde a verdade sobre auto-hemoterapia

 

O Portal Médico, do Conselho Federal de Medicina - CFM, manipula informações e agride a liberdade de expressão, ao retirar do seu facebook relatos de usuários da auto-hemoterapia que tratam ou curam doenças usando esta técnica. Vejamos aqui uma série de depoimentos enviados por centenas de pessoas e que foram bloqueados sem qualquer explicação no citado portal.

Esse bloqueio foi até previsto por algumas pessoas, que já diziam para o CFM não apagar os depoimentos. Enquanto isso, outros afirmavam que os médicos brasileiros ao fazerem referências à auto-hemoterapia nem parecem médicos, em vista da falta de disposição para usar esta terapia complementar em benefício dos seus clientes.

Se aquele portal abriu um espaço para o público se manifestar, tinha de mantê-lo disponível com as opiniões, fossem favoráveis ou contra a mensagem que divulgou. É assim que funciona a busca científica que tanto dizem defender.

Considerando que mais de 99% das opiniões foram a favor da auto-hemoterapia, está claro que a retirada do assunto do facebook do CFM foi uma forma de tentar esconder a verdade. E o ato de obter vantagem dando uma ideia falsa do assunto é um verdadeiro estelionato.

O arquivo anexo mostra 200 (duzentos) desses depoimentos escondidos pelo portal do CFM. www.rnsites.com.br/averdadesobreaautohemoterapiaqueocfmesconde.pdf 

 

02.12.2016


 

Auto-hemoterapia e estado da arte

 

--- Walter Medeiros - http://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm

As experiências com a auto-hemoterapia na forma de Plasma Rico em Plaquetas – PRP apresenta bons resultados na literatura, que podem ser incluídos como terapêuticos de forma segura. Esta é a conclusão de trabalho intitulado “PLASMA RICO EM PLAQUETAS: ESTADO DA ARTE”, publicado na Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (Brazilian Journal of Hematology and Hemotherapy), da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).

A publicação (821) está na página S295, do suplemento que contém os trabalhos do CONGRESSO BRASILEIRO DE HEMATOLOGIA, HEMOTERAPIA E TERAPIA CELULAR – HEMO 2016, que está sendo realizado desde ontem (10.11) e vai até o dia 13 de novembro de 2016, em Florianópolis, SC, Brazil. PLASMA RICO EM PLAQUETAS: ESTADO DA ARTE é de autoria de Vanni ISR, Risso MA, Simões RP, Pereira MC, Bovolato ALC, Ferreira RR, Sandrim VC, Deffune E Universidade Estadual Paulista (UNESP), São Paulo, SP, Brasil.

O trabalho mostra que “Muitas especialidades médicas têm usado o plasma rico em plaquetas (PRP) em diferentes modalidades terapêuticas. Isso ocorre em especial nas áreas de odontologia, ortopedia e cirurgia plástica. O Conselho Federal de Medicina, em sua resolução nº 2.128/2015, considera o PRP como procedimento experimental, só pode ser usado em experimentação clínica dentro dos protocolos do sistema CEP/Conep. Já o Conselho Federal de Odontologia publicou uma resolução que autoriza o uso do PRP autólogo e do plasma rico em fibrina (PRF) por profissional comprovadamente habilitado. A Anvisa informa que a produção e o uso do PRP no âmbito da hemoterapia devem seguir o preconizado pela legislação vigente para a área de sangue (RDC nº 57/2010).”.

Segundo o texto, “No entanto, essa informação também comete o equívoco de considerar sinônimos PRP e gel de plaquetas. Diante dessa dificuldade de nomenclatura e do surgimento de empresas e protocolos terapêuticos no país, com resultados conflitantes e metodologia pouco padronizada, identificou-se uma janela de oportunidade para avaliar essas diferenças na análise dos artigos publicados em base de dados médicos. Foram avaliados os artigos disponíveis no PubMed a partir de 2012 como free article/open access. As palavras-chave usadas foram: platelet-rich plasma (PRP), platelet ly sate (PL) e platelet growth factors (PGF). Com PRP entre 2012 e maio de 2016 foram publicados 2.502 artigos, com PL 145 e com PGF 6.505. Com uso específico na espécie humana foram respectivamente 1.338, 105 e 4.436.”

Outro dado surpreendente do trabalho: “Portanto, nos últimos cinco anos foram publicados 5.879 artigos sobre o tema, especificamente para humanos; 15% dos artigos estavam na condição de free article/open access. Desses, 29 (14,35%) para PRP, 14 (50%) para PL e sete (41,17%) em PGF, total de 50 artigos. Os artigos publicados em revista de maior impacto são aqueles de PL, a publicação na Cell (FI = 32,24) foi a mais representativa. Os países que mais publicam são: Itália, Estados Unidos e Irã. Em 40 publicações (80%) os resultados são positivos e evidenciam tanto o PRP, como o PL e o PGF como indutores do remodelamento tecidual.”

“Dos artigos analisados, 10 (20%) foram considerados inconclusivos pelos autores. Desses, em quatro (40%) a terminologia usada foi PRP e a descrição técnica correta. Para outros quatro identificamos que o autor usou o termo PRP, mas tecnicamente aplicou hormônio derivado de plaquetas (HDP) e dois usaram PL mas produziam HDP. Concluímos que há a necessidade de adequação da terminologia e dos procedimentos que envolvem PRP sob a responsabilidade de profissionais da hemoterapia, tendo em vista que os três produtos apresentam bons resultados na literatura e podem ser incluídos como terapêuticos de forma segura.” – conclui.

 

11.11.2016


 

 

Lair Ribeiro explica estímulo do

sistema imune com auto-hemo

Para ele, médico que não entende de sistema imune “não é médico”

O médico e cientista Lair Ribeiro, em aula que está sendo veiculada na internet, defendeu o estímulo do sistema imune através da auto-hemoterapia. Em aula para médicos, indagou e ele mesmo respondeu: “Qual a célula mais importante? – Macrófago.”. E explicou a ativação dessa célula.  Começou dando o exemplo: da auto-hemo (auto-hemoterapia), lembrando: “O Jesse Teixeira mostrou que a concentração de macrófagos vai de 5 para 22 por cento, com a auto-hemo. Você está fazendo a estimulação (do sistema imune)”. 

Dirigindo-se a alunos médicos, disse enfaticamente: “eu acho que para ser médico, você tem que entender de sistema imune; senão você não é médico”. Em seguida, disse que o sistema imune está em todo lugar: “Ele está em seiscentos linfonodos, espalhados pelo corpo, tudo depende dele; as pessoas que têm câncer, não interessa a causa: o sistema imune falhou. Se eu vou lá e fortaleço o sistema imune, combato o câncer!”.

Lair Ribeiro explicou o funcionamento da imunidade do organismo, mostrando que quando a pessoa entra em contato com o patógeno, a imunidade inata entra em ação imediatamente. Para ele, a imunidade inata tem que estar muito forte, porque se estiver forte não vai precisar lançar mão da imunidade adquirida.  Nesse sentido, ele discorreu sobre a importância do macrófago, explicando detalhadamente o seu funcionamento.

O vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=YLYxL6F2Hho&feature=youtu.be

 

08.11.2016


 

AUTO-HEMOTERAPIA, Dr. Fleming e uma PANACEIA...*

 

--- Dr. Jorge Martins Cardoso – Médico

Artigo Extra. Ateísmo, DEÍSMO e Teísmo. Considerações Finais – (7ª parte). 7ª parte.

VIDA – “Eu sou o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA”. – (DEUS). (Página Infinita...). 

     Continuando a defesa do DEÍSMO e dos DEÍSTAS. Nos textos de número 35 à 44 (35ª à 44ª parte) – “O Que significa DEÍSMO? – Ateísmo, DEÍSMO e Teísmo”, nós abordamos uma temática que está na ordem do dia no “mundo da medicina”. Trata-se das pesquisas com CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS.

     Por tratar-se de um assunto também muito mais ligado à CIÊNCIA do que à RELIGIÃO, os artigos foram incluídos na categoria de CIÊNCIA e TECNOLOGIA ao invés de RELIGIÃO/TEOLOGIA.

     Os textos foram publicados nos dias 07 de maio (1 artigo), 13 de maio (1 artigo), 14 de maio (2 artigos), 15 de maio (1 artigo), 18 de maio (1 artigo), 19 de maio (1 artigo), 21 de maio (1 artigo), 22 de maio (1 artigo) e 26 de maio do corrente ano (2016), totalizando 10 artigos.

     Já disse em mais de uma ocasião que não sou muito religioso. Minha profissão é a medicina. Portanto minha atenção está mais voltada para os acontecimentos CIENTÍFICOS ligados à área da SAÚDE e da medicina. Como todo ser humano tenho meus defeitos e minhas virtudes. E um dos meus “defeitos” é a curiosidade. E uma das minhas “virtudes” é a provocação, ou, melhor me expressando, é o questionamento. Por quê? Por quê? e Por quê? fazem parte do meu cotidiano.

     Não foi por acaso que eu escolhi o tema CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS, um assunto extremamente “CIENTÍFICO” ligado à “medicina e à saúde”, e associá-lo ao Ateísmo, DEÍSMO e Teísmo, temas estes praticamente exclusivos da RELIGIÃO/TEOLOGIA. Voltamos a repetir. Não foi por acaso.

     Muitas RELIGIÕES e muitos RELIGIOSOS se dizem defensores dos direitos humanos e principalmente da VIDA HUMANA. A HISTÓRIA da HUMANIDADE, e, por conseguinte, a HISTÓRIA das RELIGIÕES e de muitos RELIGIOSOS, estiveram envolvidos em muitas guerras e em muitas atrocidades contra a VIDA HUMANA ao longo dos séculos. Relembrando mais uma vez que as RELIGIÕES são construções HUMANAS. 

     Por outro lado, muitas “CIÊNCIAS” e muitos CIENTISTAS também se dizem defensores dos direitos humanos e da VIDA HUMANA. No entanto, não podemos nos esquecer (fixando o olhar no século XX), que, durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), a CIÊNCIA, e portanto CIENTISTAS, usaram ARMAS QUÍMICAS para destruir VIDAS HUMANAS. Relembrando mais uma vez que as CIÊNCIAS também são construções HUMANAS.  

       Não sei muito bem o que aconteceu e o que acontece nos outros países, no que diz respeito às pesquisas com CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS. 

      Uma das poucas coisas que eu tenho conhecimento é que em muitos países, as pesquisas com CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS, continuam ilegais, ou seja, continuam proibidas.

     No caso do Brasil, as pesquisas com CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS, esteve envolta em muitas polêmicas, em muitos mistérios e em muitos interesses econômicos. Principalmente muitos interesses econômicos.

     Foi preciso que o “bondoso” CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM), pressionasse o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), - inclusive “conduzindo” para o interior daquele Tribunal uma “torcida organizada” - para que as pesquisas com CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS fossem legalizadas no Brasil (maio de 2008). O CFM no caso representa a “CIÊNCIA”.

     Por outro lado, na mesma época (maio de 2008) grupos RELIGIOSOS, fizeram uma série de protestos na frente do STF, com o objetivo de impedir a legalização das pesquisas com EMBRIÕES HUMANOS (CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS). Os grupos RELIGIOSOS no caso representam as “RELIGIÕES”.

     O “bondoso” CFM, no caso o representante da “CIÊNCIA”, alega que as pesquisas com EMBRIÕES HUMANOS serão úteis para SALVAR VIDAS HUMANAS. Os “bondosos” grupos RELIGIOSOS, no caso os representantes das “RELIGIÕES”, alegam que pesquisas com EMBRIÕES HUMANOS, não é nada mais e nada menos do que ASSASSINATOS.

     No caso em questão, ou seja, as pesquisas com CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS, ou, para sermos mais claros, as pesquisas que permitem o uso de EMBRIÕES HUMANOS, o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), por 6 votos a 5, deu ganho de causa ao “bondoso” CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM), portanto, o STF deu ganho de causa à “bondosa” CIÊNCIA. Trata-se aqui daquela mesma “bondosa” CIÊNCIA, que produziu e continua produzindo armas químicas, armas nucleares, armas BIOLÓGICAS e outros tipos de armas. 

     ARMAS BIOLÓGICAS, assim mesmo em letras maiúsculas, porquanto a BIOLOGIA é um ramo da medicina. E CÈLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS, em letras garrafais, porquanto a CITOLOGIA é outro ramo da BIOLOGIA, e, por conseguinte, da medicina. Não será necessário salientar que quem gera EMBRIÕES HUMANOS são as MULHERES.

     As MULHERES, que são capazes de gerar EMBRIÕES HUMANOS, não são citadas como construtoras de nenhuma RELIGIÃO. As polêmicas pesquisas a favor ou contra o uso de EMBRIÕES HUMANOS, envolveu a CIÊNCIA de um lado (dominada pelos HOMENS), e por outro lado envolveu as RELIGIÕES (dominada também pelos HOMENS).

     Enfim a “bondosa” CIÊNCIA e as “bondosas” RELIGIÕES, estiveram envolvidas na luta a favor ou contra o uso de EMBRIÕES HUMANOS, cujo objetivo “parece” ser SALVAR VIDAS HUMANAS. A IMPRENSA (também dominada por HOMENS) nacional e internacional, deu ampla cobertura aos eventos “supostamente” humanitários. No meio da “confusão” o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), ou seja as CIÊNCIAS JURÍDICAS (também dominada pelos HOMENS).

     Portanto, não se pode negar que alguns grupos RELIGIOSOS se esforçaram bastante para impedir o uso de EMBRIÕES HUMANOS em pesquisas CIENTÍFICAS. O ponto culminate da luta aconteceu em maio de 2008, quando então, o STF autorizou o uso de pesquisas em EMBRIÕES HUMANOS.

     Todavia, um acontecimento CIENTÍFICO bem mais importante, objetivando SALVAR VIDAS HUMANAS, ocorreu em outrubo de 2007, e nenhum grupo RELIGIOSO fez qualquer tipo de manifestação contra. Nem a favor.

     O “bondoso” CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM), no caso o representante da “CIÊNCIA”, em outubro de 2007 divulga um parecer às pressas, incompleto, tendencioso e criminoso impedindo a prática e a pesquisa da AUTO-HEMOTERAPIA no Brasil.

     Ao contrário das pesquisas com CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS, (que fazem obrigatoriamente uso de inocentes EMBRIÕES HUMANOS) a prática e as pesquisas relacionadas com a AUTO-HEMOTERAPIA, nunca fizeram uso de EMBRIÕES HUMANOS e jamais farão uso de inocentes EMBRIÕES HUMANOS.

     E temos como provar o que estamos dizendo. Como já informamos em artigos anteriores o médico baiano Dr. OLÍVIO MARTINS escreveu um LIVRO intitulado O PODER CURATIVO DO SANGUE – “Menos remédios e mais CIÊNCIA (9 edições). Dr. OLÍVIO MARTINS foi Assistente-Médico da Clínica OLIVEIRA BOTELHO, localizada no Rio de Janeiro, durante os anos de 1938, 1939 e 1940. 

     No RESUMO do seu livro Dr. OLÍVIO MARTINS escreveu o seguinte: - A VACINA do SANGUE é um tratamento, principalmente, de TERRENO, pelo qual se reabilita o doente para reagir melhor contra a doença, com a grande virtude de não prejudicar nenhum órgão, por mais sensível que seja o paciente, de não ter contra-indicações e de não ser incompatível com outro qualquer tratamento médico. (página 77).

     E acrescenta Dr. OLÍVIO MARTINS no “capítulo” O QUE É PRECISO PARA SE FAZER O TRATAMENTO: - Tendo-se por base o aproveitamento dos ELEMENTOS SANGUÍNEOS elaborados pelo próprio organismo, que são DESINTEGRADOS e REVITALIZADOS pela TÉCNICA em aprêço, a fim de estimular o mesmo organismo com os RECURSOS NATURAIS que ele não elaborou suficientemente para estabelecer o equilíbrio da boa relação contra a doença – torna-se necessário que o doente forneça certa quantidade do SEU PRÓPRIO SANGUE para o preparo das VACINAS. (página 79).

     E acrescenta ainda: - Depois de fornecido o SANGUE, há uma espera, por parte do paciente, de quatro (4) dias para tomar a PRIMEIRA VACINA. Após este espaço de tempo, o cliente poderá frequentar o nosso consultório, se assim desejar, ou, então, levar para a sua residência, mesmo fora desta cidade, as VACINAS que poderão ser aplicadas por QUALQUER PESSOA que saiba dar INJEÇÃO. (página 80).

     E ainda mais: - Aplicar a INJEÇÃO subcutânea, de preferência no ventre ou nas nádegas, fazendo, antes, asepsia da pele. As VACINAS não produzem dor nem reação, podendo o local da APLICAÇÃO ficar ligeiramente avermelhado durante um ou dois dias, sem nenhum prejuízo para o paciente. (página 80).

     Chamamos a atenção dos leitores e principalmente das LEITORAS e dos variados GRUPOS RELIGIOSOS que para a realização da AUTO-HEMOTERAPIA ou VACINA DO SANGUE, preconizada pelo Dr. OLÍVIO MARTINS, não era preciso ASSASSINAR nenhum EMBRIÃO HUMANO.

     A matéria-prima utilizada era apenas o PRÓPRIO SANGUE do (a) PACIENTE.     

     Relembrando aos leitores que o uso e as pesquisas realizadas pelo médico Dr. OLÍVIO MARTINS ocorreram nos anos de 1938, 1939 e 1940 na Clínica do também médico OLIVEIRA BOTELHO, e que tais procedimentos eram levados constantemente ao conhecimento da ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA e da imprensa, com destaque para as publicações efetuadas, na época, pelo JORNAL do BRASIL.

     Paralelamente à prática e as pesquisas realizadas pelos Drs. OLÍVIO MARTINS, OLIVEIRA BOTELHO e outros (A VACINA do SANGUE), outros médicos pesquisavam e praticavam um outro tipo de AUTO-HEMOTERAPIA mais simplificada: - A AUTO-HEMOTERAPIA “in natura”. Este tipo de AUTO-HEMOTERAPIA, consiste na retirada de uma certa quantidade de SANGUE da VEIA de um paciente e imediatamente aplicada no MÚSCULO do PRÓPRIO paciente. 

     Tendo como base um trabalho CIENTÍFICO realizado pelo médico norte-americano chamado MICHAEL W. METTENLEITER, intitulado “AUTOHEMOTRANSFUSION IN PREVENTING POSTOPERATIVE LUNG COMPLICATIONS” – “AUTO-HEMOTRANSFUSÃO NA PREVENÇÃO DO PÓS OPERATÓRIO NAS COMPLICAÇÕES DO PULMÃO, trabalho este publicado no jornal CIENTÍFICO “American Journal of Surgery”, em maio de 1936 (páginas 321, 322 e 323) um cirurgião brasileiro chamado JÉSSE TEIXEIRA decide também fazer as suas pesquisas sobre o tema.

     Antes, devemos informar que o cirurgião MICHAEL W. METTENLEITER era Instrutor em Cirurgia, Pós Graduado na Escola de Medicina e no Hospital de Nova York, e, o seu trabalho CIENTÍFICO foi baseado em 300 operações cirúrgicas particulares.

     Tanto o Dr. MICHAEL W. METTENLEITER como o Dr. JÉSSE TEIXEIRA eram cirurgiões. As pesquisas CIENTÍFICAS dos dois são muito parecidas.

     Após a realização da AUTO-HEMOTERAPIA, eles aplicavam um substância chamada CANTÁRIDA na pele, que, por ser irritante, provocava o aparecimento de vesículas no local. Após o aparecimento das vesículas, então, eles coletavam das mesmas uma certa quantidade de material, e fazia a contagem de umas CÉLULAS chamadas MACRÓFAGOS. Observaram eles que o número de MACRÓFAGOS no local das vesículas quadruplicava, passando de 5% para 22% em oito horas. Os MACRÓFAGOS são CÉLULAS que fazem parte do SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL. Os MACRÓFAGOS são encontrados no tecido conjuntivo frouxo. Os MACRÓFAGOS não são encontrados no SANGUE PERIFÉRICO. 

     Entre outras coisas, consta no trabalho do Dr. MICHAEL W. METTENLEITER: - ... A AUTO-HEMOTERAPIA tem sido usada extensivamente numa variedade de doenças e situações. - ... O SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL é também definitivamente estimulado pela AUTO-HEMOTERAPIA. - ... Nós temos usado a AUTO-HEMOTERAPIA numa série de 300 casos cirúrgicos, injetando 20 centímetros cúbicos de SANGUE FRESCO INTRAMUSCULAR, imediatamente após a operação. - ... A administração INTRAMUSCULAR de 20 centímetros cúbicos de SANGUE AUTÓGENO depos da operação, tem um EFEITO ESTIMULANTE sob o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL e o SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO, que, por sua vez, aumenta a atividade e a resistência dos tecidos. – O método é sem perigo. Este procedimento foi usado em 300 pacientes, com bons resultados, na prevenção das complicações do pós operatório de pulmão.

     Os leitores mais atentos podem observar perfeitamente, que nas pesquisas sobre a AUTO-HEMOTERAPIA, foi usada apenas a pele. E, na prática da AUTO-HEMOTERAPIA, é apenas usada as VEIAS, o SANGUE e os MÚSCULOS. Não existe a necessidade de assassinar EMBRIÕES HUMANOS. Observe-se mais uma vez o que diz o cirurgião norte-americano: - O método é sem perigo. E tem mais. Tais procedimentos foram realizados em um Hospital de Nova York.

     Ao fazer a análise do estudo do Dr. JÉSSE TEIXEIRA, o próprio parecer do CFM sobre a AUTO-HEMOTERAPIA diz o seguinte: - O autor cita METTENLEITER, segundo o qual: “as complicações pulmonares podem surgir, com qualquer espécie ou método de anestesia, mas a AUSÊNCIA de ACOMETIMENTOS PULMONARES, em nossa série, PROVA que a AUTO-HEMOTERAPIA, e não o tipo de anestesia, RESPONDE PELOS BONS RESULTADOS”. Logo após estas palavras, o (s) parecerista (s), fazem uma tremenda confusão sobre anestesia geral, intubação, ventilação mecânica, etc.

     Ainda sobre o Parecer CFM nº 12/2007 na íntegra, publicado em 26 de outubro de 2007: - Outro documento é da lavra do Dr. Luiz Moura, que consta de uma exposição didática da AUTO-HEMOTERAPIA, iniciando por uma definição do procedimento, seguida de sumário, histórico e ação terapêutica. Uma apresentação em vídeo existe e foi assistida pelo PARECERISTA, onde o Dr. Luiz Moura, disserta sobre AUTO-HEMOTERAPIA em linguagem SIMPLES.

     ... De grande interesse é a sua informação de que foi o ilustre cirurgião brasileiro, Dr. JÉSSE TEIXEIRA quem “provou que o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL era ativado pela AUTO-HEMOTERAPIA, em seu trabalho publicado e premiado em 1940 na Revista Brasil Cirúrgico”.

     ... Análise do estudo do Dr. JÉSSE TEIXEIRA: - Não foi possível obter o trabalho do Dr. JÉSSE TEIXEIRA na Revista em que foi publicado. Segundo consta, o artigo foi originalmente publicado na Revista Brasil Cirúrgico 3: 213-230, 1940.

     Aqui faremos três observações:

     1ª observação – Dr. Luiz Moura realmente usa uma linguagem simples no vídeo. Talvez por isto mesmo, involuntariamente, ele tenha cometido um grande erro logo no início de sua apresentação. O erro será esclarecido posteriormente em outro artigo. 

     2ª observação – O Parecer do CFM não foi baseado na fonte mais fidedigna, que seria o artigo original publicado na Revista Brasil Cirúrgico. 

     3ª observação – Quem primeiro “afirmou que o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL     era ativado pela AUTO-HEMOTERAPIA” foi o cirurgião norte-americano MICHAEL W. METENLEITER, que em maio de 1936 publicou o seu trabalho CIENTÍFICO no American Journal of Surgery (páginas 321, 322 e 323). No referido trabalho existem nove (9) referências, sendo a mais antiga datada de 1898.

     Não tenho até a presente data conhecimentos CIENTÍFICOS suficientes para contestar as pesquisas com CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS. Porém a HUMANIDADE e principalmente as MULHERES devem ficar atentas sobre tais pesquisas, tendo em vista o que aconteceu no passado com a nefasta TALIDOMIDA. Por enquanto fiquemos apenas com o exemplo da TALIDOMIDA.

     Ao contrário das pesquisas com CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS HUMANAS, nas quais obrigatoriamente são usados EMBRIÕES HUMANOS (produzidos naturalmente ou artificialmente), as pesquisas sobre a AUTO-HEMOTERAPIA não requer o uso de EMBRIÕES HUMANOS.

    Muito pelo contrário. O próprio Dr. LUIZ MOURA em seu DVD, afirma categoricamente que as MULHERES GESTANTES podem fazer uso da AUTO-HEMOTERAPIA, não havendo nenhum risco para a saúde da MÃE ou da CRIANÇA. Portanto a AUTO-HEMOTERAPIA, segundo afirma Dr. LUIZ MOURA é benéfica para os EMBRIÕES HUMANOS.

     Os leitores, principalmente as LEITORAS, poderiam conversar com os seus RELIGIOSOS (todos nós somos livres para escolher uma RELIGIÃO). Teoricamente as RELIGIÕES devem estar voltadas para fazer o bem. A temática sobre a AUTO-HEMOTERAPIA precisa chegar ao conhecimento dos RELIGIOSOS. Fica registrada aqui a nossa mensagem.

     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e, a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA (AHT), também continua.

     Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.

     PANACEIA* - UM SER SUPERIOR determinou a substituição do vocábulo.

Aracaju, capital de Sergipe (Ex-PAÍS do FORRÓ e futuro “PAÍS da BOMBA ATÔMICA”), quarta-feira, 02 de novembro de 2016.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573 - “BANQUEIRO” e Um Eterno Aprendiz. 

          Fontes: (1) – DEUS. (2) – Os BEIJA-FLORES. (3) - As FLORES (4) – Um JARDIM. (5) - Um VIOLÃO. (6) – MÚSICAS. (7) – RECANTO das LETRAS – Transcrição parcial do artigo “O Que Significa DEÍSMO”, de autoria do Príncipe da LIBERDADE, publicado no dia 02 de fevereiro de 2016. (8) – Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa – Encyclopaedia Britannica do Brasil – Companhia de Melhoramentos de São Paulo – Indústrias de Papel – 11ª EDIÇÃO – 1989 – Página INFINITA... Volume INFINITO... - (9) – O PODER CURATIVO DO SANGUE – “Menos Remédios e Mais Ciência” - Dr. Olívio Martins – 8ª Edição – 1960 – Rio de Janeiro – Assistente: Dr. Gilberto Martins – páginas 77, 79 e 80 (85 páginas). 10 – AUTOHEMOTRANSFUSION IN PREVENTING  POSTOPERATIVE LUNG COMPLICATIONS – Dr. Michael W. Mettenleiter – American Journal of Surgery – Maio DE 1936 – Páginas 321, 322 e 323. 11 – Parecer CFM nº 12/2007 na íntegra – Interessado: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA – Assunto: AUTO-HEMOTERAPIA – Relator: Munir Massud – Brasília-DF, 26 de outubro de 2007 – páginas 9 , 11 e 12 (36 páginas) – DVD – AUTO-HEMOTERAPIA – Conversa com Dr. Luiz Moura – Duração (2 horas e 37 minutos).

 

03.11.2016


 

Pesquisa de 1944 mostrava eficácia

da auto-hemoterapia em gestantes

 

--- Walter Medeiros

A resistência do Ministério da Saúde, dos Conselhos de Medicina e de outros setores da área de saúde em pesquisar os efeitos da auto-hemoterapia no tratamento e cura de doenças continua gerando prejuízos inestimáveis à sociedade brasileira, que já poderia estar utilizando a técnica e usufruindo de melhor qualidade de vida. O desprezo pelos trabalhos realizados em décadas passadas é algo desumano, que não encontra justificativas nem mesmo no método que apresentam como o mais apropriado para a atualidade. Como se pudessem desprezar cada etapa da evolução da ciência e da arte médica.

Depois de tantos trabalhos que já citamos em outros momentos, chega-nos agora, pelas mãos da enfermeira gaucha radicada em Santa Catarina, Ida Zaslavski, um trabalho publicado nos Anais Brasileiros de Ginegolocia, em Março de 1944, sobre “A auto-hemoterapia nos vômitos gravídicos” de autoria do Dr Henrique Duék. Naquela época o autor já informava que “O assunto de que trata o nosso presente trabalho não é novo. Pelo contrário, Saxon e Stoll apresentaram-no como um novo método de tratamento dos vômitos gravídicos em 1939, com resultados satisfatórios em 75 gestantes de suas experiências (Illinóis M. J. Abril 1939).

O pesquisador explica: “Procuramos experimentá-lo; como nos pareceu interessante, observamo-lo cuidadosamente. Fomos indizudos a publicar as nossas observações, pelo fato de ser o tratamento dos vômitos gravídicos pela auto-hemoterapia, processo pouco divulgado no meio médico, e por reconhecermos nele qualidades excepcionais, sob o ponto de vista prático e econômico, pois, os resultados que obtivemos, foram plenamente satisfatórios.”. Ele apresenta um gráfico demonstrativos de 100 casos de vômitos gravídicos e outros sintomas tratados pela auto-hemoterapia.

Relata que “No Ambulatório Pré-Natal procuramos observar os seus efeitos em 100 casos de vômitos gravídicos. Nossas observações foram feitas com a máxima meticulosidade, como já dissemos. Recomendamos às doentes que contassem o número de vômitos diários, repetindo-se a indagação durante três dias consecutivos, a fim de constatar a veracidade das informações. Só empregamos a auto-hemoterapia em gestantes que vomitavam quotidianamente. As injeções de sangue foram de 10 cc, diariamente, durante 3 dias consecutivos. Praticamo-las em 100 gestantes; 94 obtiveram resultado satisfatório”.

“Os resultados por nós obtidos confirmam pois, a indicação de Saxon e Stoll, da auto-hemoterapia nos vômitos gravídicos”, continua o relato, segundo o qual “Saxon e Stoll explicam a sua ação dizendo que esta pequena quantidade de sangue injetada nos tecidos dessensibiliza uma certa toxina elaborada e absorvida na corrente circulatória da gestante”. Segundo o Dr Henrique Duék,  “Esses autores baseiam sua explicação na teoria alérgica luteínica de Fincil. Fincil acha que os vômitos da gestação são originários de manifestações alérgicas, devido a hiperfunção da glândula da granulosa de Aschoff, na gravidez. Saxon e Stoll estão com Finch, ao julgar que o alergeno seria uma substância secretada pelo corpo amarelo (mas nenhum dos seus hormônios conhecidos, como puderam provar as suas experiências).”

Encerrando o relato, escreveu o Dr Duék: “Para finalizar, diremos que julgamos este tratamento de escolha para os vômitovs leves da gravidez, e portanto, o mais indicato para o ambulatório Pré-Natal, tanto mais quanto, associado a uma alta beneficiente de êxito à presteza da ação, possui ademais, elevado cunho prático-econômico”. Muitos outros trabalhos de pesquisa realizados por décadas seguidas foram ignorados pelo Conselho Federal de Medicina e pela Anvisa, que proibiram o uso da técnica nos serviços de saúde, alegando não haver comprovação científica da sua eficácia; porém ao invés de incentivar a busca da verdade, ao contrário, inibiram pesquisas importantes, como a que estava em andamento na Secretaria de Saúde de Olinda.

 

23.09.2016


 

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DR. LUIZ MOURA

Quem é o Dr. Luiz Moura

 

Dr. Luiz Moura - o maior difusor da auto-hemoterapia e um dos muitos médico que a receitam – nasceu no Rio de Janeiro em 04 de maio de 1925, filho de médico. Estudou na Faculdade Nacional de Medicina da UFRJ, quando a universidade ainda ficava na Praia Vermelha, mesmo lugar em que o seu pai se formara nos idos de 1918.

Médico clínico geral, Dr. Luiz Moura foi vice-diretor do Hospital Cardoso Fontes de Bonsucesso, um dos maiores hospitais do Rio de Janeiro. Presidente do INPS, na época em que englobava o INAMPS, diretor da DIMED, órgão de fiscalização que deu lugar à ANVISA, diretor de medicina social do estado do Rio de Janeiro, fundador da CEME (Central de Medicamentos), feito que desagradou a indústria farmacêutica.

O Brasil e a saúde pública devem muito a este grande homem, que, do alto de mais de 60 anos de exercício da medicina, sempre ancorado no juramento hipocrático, teve a coragem de enfrentar interesses poderosos e escusos, ao divulgar a auto-hemoterapia, retirando do ostracismo essa técnica que foi esquecida por força da ganância dos que enriquecem às custas das nossas doenças.

Dr. Moura começou a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943, quando entrou para a faculdade de medicina. O seu pai foi professor da mesma faculdade, e mandava retirar e aplicar sangue nos pacientes que operava. Ele fazia isso baseado no trabalho do professor Jesse Teixeira - que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou no maior prêmio de trabalho publicado em 1940.

Ele se limitou a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para tratar de infecções, acne juvenil (que é uma infecção de estafilococos) e também evitar infecções pós-cirúrgicas. Nesse tempo era cirurgião, então também usava o mesmo método. A finalidade era basicamente combater bactérias.  

A partir de 1976 passou a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá. O professor Garófalo chegou se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia uma caminhada de 100 a 200 metros. Tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. O raios-X que mostrou 10 (dez) centímetros de artéria entupida. A solução era fazer uma prótese. O Dr. Garófalo rejeitou a solução e disse: “quem vai me curar é a auto-hemoterapia”. E pediu que Dr. Moura aplicasse nele. No fim de 4 (quatro) meses sentia-se curado. Novo exame de raios-X mostrou que não havia mais obstrução alguma.

Dr. Garófalo presenteou Dr. Moura com dois trabalhos: um do Dr. Jesse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi. Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Enquanto o trabalho do Dr. Jesse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, o do professor Ricardo Veronesi, professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e se tinha descoberto que o Sistema Retículo - Endotelial (SRE) tem muitas outras funções além de combater as bactérias.

Mostrando que a auto-hemoterapia é um recurso de enorme valor, com a amplitude que o avanço da imunologia deu. Até porque afirma que antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias. Quem mata a bactéria é nosso Sistema Imunológico, completando o trabalho do antibiótico.

Em 1976, num caso de esclerodermia fase final, no qual a médica disse que não tinha nada a fazer, Dr. Luiz Moura propôs o tratamento com auto-hemoterapia. A médica concordou. A melhora foi uma coisa espantosa. Trinta dias depois a paciente saiu andando do hospital.

Assim seguiu receitando auto-hemoterapia para inúmeras enfermidades. 

Em 2004 aceitou gravar uma entrevista na qual conta toda sua experiência e diz como funciona a técnica, incluindo as dosagens recomendadas. Com a audiência do DVD da entrevista ganhando grandes proporções, no primeiro semestre de 2007 a ANVISA emitiu Nota Técnica completamente questionável contra o uso da auto-hemoterapia. Em dezembro daquele ano o Conselho Federal de Medicina aprovou Parecer superficial e incompleto afirmando que a técnica não teria comprovação científica. Desde então os médicos ficaram impedidos de trabalhar com a auto-hemoterapia.


Técnica que não dá lucro

é ignorada pela Anvisa

 

Auto-hemoterapia pode ajudar no tratamento de dengue, zika e chikungunya

A Anvisa recomenda o uso de repelentes por mulheres grávidas; autoriza a fabricação e venda de objetos para detectar as doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti; facilita tudo que gera renda, altos lucros para a indústria e comércio de cosméticos, venenos e remédios. Ao mesmo tempo o Brasil inteiro sabe dos efeitos de uma técnica comprovadamente eficaz para aumentar a imunidade, melhorar as defesas do organismo, a auto-hemoterapia. Mas esta técnica é vedada nos serviços de saúde, quando poderia ser um valioso instrumento à disposição dos profissionais de saúde no Brasil e no mundo. Essa técnica é rejeitada porque não dá lucro.

Essa ganância capitalista passa por cima de quaisquer princípios humanitários, e a cada dia ultrapassa os mais inimagináveis limites. Um grande exemplo disso é o  que vivemos nos dias atuais, com uma pandemia de doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Ao invés de buscarem formas de resolver o problema proporcionando o melhor para a saúde pública, os governos do mundo inteiro, capitaneados pela Organização Mundial de Saúde – OMS não conseguem enxergar a cura, mas apenas as possibilidades de negócios. Ao invés de prestarem atenção nas reais possibilidades de combate aos vetores e suas consequências, deixam de lado o que poderia ser realmente de grande valia nesse momento.

Vendas

Se por um lado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA proíbe e dificulta o uso de técnicas comprovadamente eficazes através do tempo, como a auto-hemoterapia, por outro lado libera de forma frenética a fabricação e venda de testes para diagnosticar doenças. Nem mesmo a inclusão da técnica na lista das prováveis soluções a serem estudadas aquela agência realiza, fazendo literalmente vistas grossas do assunto, enquanto a população fica desassistida e cada vez mais à mercê das doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti. Da mesma forma que libera a realização de testes sem as devidas experiências previstas no chamado método científico, poderia autorizar o uso da auto-hemoterapia como forma de elevar as defesas do organismo, aumentando a imunidade das pessoas contra doenças.

Para ter uma noção do que acontece, basta prestar atenção no noticiário, onde as informações sobre dengue, zikavirus e chikungunia terminam sempre em verdadeiras propagandas de produtos ou laboratórios farmacêuticos. Existem sempre pesquisas que buscam remédios, vacinas ou cosméticos repelentes, sempre no rumo de descobrir novos produtos, mas nunca dão atenção ou valor à cura das doenças. Ficam de lado todas as alternativas que poderiam resultar em soluções menos dispendiosas, sem maiores custos para a população. No final das contas haverá sempre uma grande despesa para os sistemas de saúde, consequentemente para os cidadãos. Quando se olha para a educação sanitária, em vez de combater os focos dos mosquitos, muito pouco é investido em ações nesse sentido, o que leva os mosquitos até para as portas do governo, inclusive do Ministério da Saúde.

Integrativas

Nestas ocasiões são deixadas completamente de lado as chamadas Práticas Integrativas e Complementares, como acupuntura, homeopatia, plantas medicinais, fitoterapia, termalismo social (uso das águas medicinais para tratamento de saúde), ou outras que ainda não estão na lista do Ministério da Saúde, como auto-hemoterapia. É uma mostra de que essa inclusão é algo superficial e puramente demagógico, pois enfrenta a cada dia muitos obstáculos.

Como tem sido mostrado nos últimos dias, essa última técnica - a auto-hemoterapia - consiste na retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo, com o que as defesas do organismo são multiplicadas por 4, em vista da elevação do volume de macrófagos de 5,5 para 22. Segundo médicos como Dr. Luiz Moura, que utilizou a técnica por quase 70 anos, e a médica boliviana Dra. Nilsa Ibarrola, que também usa e defende a técnica no seu país, a auto-hemoterapia seria a melhor forma de prevenir e enfrentar os efeitos do mosquito que causa a dengue, o zika e chikungunya.

Anvisa navega pelo que diz o noticiário

A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária ignora tudo isso, mas por sua vez autorizou a venda de três novos testes de laboratório que podem detectar o zika virus. Esta notícia foi amplamente divulgada durante a primeira semana de fevereiro. Por outro lado, a Anvisa publicou nota esclarecendo que “Frente às dúvidas surgidas recentemente sobre o uso de repelentes de insetos de uso tópico em gestantes, considerando a relação que possivelmente há entre o Zika vírus e os casos de microcefalia diagnosticados no país não há, dentro das normas da Agência, qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas”.

Aliás, recentemente mais um documento tendencioso foi produzido pelo Conselho Federal de Medicina – a Resolução CFM nº 2.128/2015, que Considera o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) como procedimento experimental. Esta resolução veio tão somente corroborar o Parecer CFM nº 20/11. O parecer foi uma resposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa que, ao invés de se dedicar ao trabalho profissional para assegurar a saúde pública dos brasileiros, prefere basear seu trabalho nos programas de Televisão. Da mesma forma que procedeu em 2007, ao fazer consulta sobre auto-hemoterapia por conta de matéria veiculada no Fantástico, em 2011 a mesma Anvisa pediu parecer sobre PRP devido a matérias veiculadas no Fantástico e Esporte Espetacular. Esta é a qualidade do nosso órgão de regulamentação e fiscalização em saúde.

Leia mais sobre auto-hemoterapia: http://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm

 

07.02.2016


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