|
--- Walter
Medeiros –
waltermedeiros@supercabo.com.br
Numa
noite de 2006,
chegando de uma
viagem de
Mossoró a Natal,
na qual
ministrara com
colegas de
trabalho um
seminário sobre
humanização no
atendimento em
saúde, o cansaço
fazia com que
pensássemos
unicamente em
dormir, para
restabelecer as
energias e
retomar as
atividades
normais no dia
seguinte. De
repente, chega à
nossa casa um
dos meus cunhado
que enfrentava
um problema de
saúde
preocupante,
pedindo para que
assistíssemos
com ele um DVD
que trazia,
dizendo que
tinha recebido
de um colega do
Rio de Janeiro.
Sabíamos que a
assistência
seria difícil e
propusemos
assistir no dia
seguinte, mas
ele fez um
insistente
apelo, ao qual
findamos
cedendo.
Assistimos,
sonolentos, ao
vídeo “Auto-hemoterapia,
uma contribuição
à saúde”, do Dr.
Luiz Moura e em
seguida o meu
cunhado declarou
que passaria a
usar aquela
técnica
imediatamente,
naquela mesma
noite.
Aos poucos
aquele novo
usuário da AHT
apresentava
melhoras no seu
estado de saúde
e tomávamos
conhecimento
através dele de
novos adeptos,
que também
estavam
conseguindo bons
resultados.
Passamos a
acompanhar as
informações a
respeito do
assunto,
torcendo para
que os médicos
passassem a
seguir o exemplo
do Dr. Moura,
receitando e
acompanhando
casos de pessoas
com os mais
variados tipos
de doenças. Ele
citava
esclerodermia,
cistos de
ovário, mioma,
púrpura
trombocitopênica,
gangrena por
picada de
aranha,
esclerose
múltipla, asma,
pneumonia,
câncer, acne,
verrugas,
cálculos renais,
Ictiose, AIDS,
osteoporose,
bursite,
artrose,
diabetes,
escaras, HPV,
vitiligo,
amigdalites,
acidente
vascular
cerebral (AVC),
hipertensão
arterial,
poliomiosite,
dermatomiosite,
disritmia,
convulsões e
outras. Além do
que aconselhava
o uso de cloreto
de magnésio e
ascaridil em
certas
situações,
recomendava
comportamento
ético aos novos
médicos e
sugeria otimismo
aos doentes.
A propagação do
DVD por todo o
Brasil e em
outros países
incomodou as
autoridades de
saúde que, ao
invés de
realizarem uma
apuração técnica
do assunto,
resolveram agir
de forma
autoritária e
drástica,
proibindo em 13
de abril de 2007
o uso da
auto-hemoterapia
através de nota
da Agência
Nacional de
Vigilância
Sanitária -
ANVISA de teor
completamente
discutível e
discrepante. A
ANVISA proibiu e
depois consultou
o Conselho
Federal de
Medicina – CFM,
que se
pronunciou oito
meses depois
através de um
parecer
superficial e
contestável.
Entrementes, em
decorrência
desses
posicionamentos,
o FANTÁSTICO
apresentou
reportagem no
dia 22.04.2007
taxando a
auto-hemoterapia
de “fraude”, mas
em nenhum
momento foi
apresentado
qualquer
elemento sério
para assim a
caracterizar. Ao
contrário, o que
se viu mesmo foi
gente mostrando
que faz a
auto-hemoterapia
e se dá bem.
Após o programa,
foi realizado um
Chat no site do
Fantástico com o
presidente da
SBHH, Carlos
Chiattore, que
não conseguiu
esclarecer nada
nem apresentou
nenhum argumento
sério contra a
auto-hemoterapia.
Na ocasião, o
então presidente
do Conselho
Federal de
Medicina - CFM,
médico Edson
Andrade,
referiu-se a um
colega de
profissão, Dr.
Luiz Moura,
chamando-o com
ênfase de
“picareta” e de
“mau caráter” e
falando outros
absurdos. O
parecer do
Conselho diz que
a
auto-hemoterapia
“pode ser
testada com
rigor” e admite
que há
possibilidade de
teste de algumas
de suas
indicações.
Refere-se ainda
a indícios de
funcionamento da
auto-hemoterapia,
no que chama de
“casos isolados
narrados com
dramaticidade”.
O CFM bem que
poderia
transformar o
que chamam de
drama em
universo
científico. O
próprio parecer
já apresenta
várias questões
que podem ser
transformadas em
pesquisas
científicas.
Afirma o parecer
que “Muitos
questionamentos
poderiam ser
feitos à luz das
afirmações do
Dr. Luiz Moura”.
Aquele amontoado
de impropérios
gerou uma
revolta em
milhares de
usuários, que
sabiam da
eficácia da
auto-hemoterapia
e partiram para
ajudar na sua
divulgação e nos
esclarecimentos
que achavam
importantes. A
perseguição foi
mantida, apesar
de inúmeras
intervenções,
inclusive de
personalidades
de alta
respeitabilidade,
que são tratadas
com descaso pelo
Ministério da
Saúde, ANVISA,
CFM e outros
órgãos de
classe. Mas o
fato é que nunca
conseguiram
apresentar nada
contra a
auto-hemoterapia
e a cada dia a
comprovação da
sua eficácia
torna-se mais
forte. Os
usuários e
defensores da
técnica
acreditam e
lutam pela sua
liberação, até
porque se trata
de uma proibição
ilegal,
autoritária e
injusta.
Em meio a todos
esses fatos o
dia de hoje
precisa ser
registrado, para
que todos os
brasileiros e
cidadãos do
mundo inteiro
lembrem que em 4
de maio nasceu o
Dr. Luiz Moura,
o grande
responsável pela
divulgação da
auto-hemoterapia,
que completa 86
anos de uma vida
exemplar. Os
benefícios que o
seu trabalho
gerou e continua
gerando para a
humanidade
durante mais de
seis décadas de
atividade são
inestimáveis.
Por isso
rendemos nossa
homenagem a este
médico, que foi
Presidente do
INPS, na época
em que este
englobava o
INAMPS, diretor
da DIMED, órgão
de fiscalização
que deu lugar a
ANVISA, diretor
de medicina
social do estado
do Rio de
Janeiro e
fundador da
C.E.M.E (central
de
medicamentos), o
que o inseriu na
lista negra da
industria
farmacêutica.
Parabéns Dr.
Moura! Seu
trabalho é
reconhecido e
com certeza essa
luta será
vitoriosa, com a
liberação do uso
da
Auto-hemoterapia.
Pelo fim de uma
agressão à arte
de curar.
Auto-hemoterapia
- Liberação já!
---
Leia mais sobre
auto-hemoterapia
em
http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm
|