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29.04.2007
O médico baixou o nível
--- Walter Medeiros*
O
presidente do Conselho Federal de Medicina,
médico Edson Andrade, em entrevista ao
FANTÁSTICO do domingo 22.04.2007 referiu-se a um
colega de profissão de 82 anos chamando-o com
ênfase de “picareta” e de “mau caráter”. Era uma
reação raivosa à difusão da auto-hemoterapia,
feita pelo Doutor Luís Moura, embora não exista
nenhuma decisão dos órgãos de classe com o
mínimo de solidez, condenando-o a nada. O
presidente do órgão de classe dos médicos quis
expor à execração pública um colega sob uma
alegação mais tendenciosa ainda. Segundo ele,
“muito provavelmente nós estamos no bojo de uma
grande articulação de autobenefício e de esquema
para auferir lucro em detrimento da saúde das
pessoas”.
Cabe uma pergunta: não seria
o contrário? O Dr. Luís Moura divulga uma
técnica que não requer hospital, clínica,
equipamentos sofisticados, remédios caros, o que
certamente vai de encontro a quem tem
articulações de autobenefício e esquemas para
auferir lucros em detrimento da saúda das
pessoas. Comprovando seu caráter, Dr. Luís Moura
afirma que em nenhum caso aconselha o abandono
do tratamento que as pessoas estiverem fazendo
com seus médicos. Aliás, este assunto foi
tratado na mesma matéria pelo presidente da
Sociedade de Hematologia, Carlos Chiattone que,
demonstrando desconhecer o teor do vídeo sobre
auto-hemoterapia, faz tais conclusões, mais
vulgares que o fato da técnica não estar ainda
documentada cientificamente.
Mas a fila de detratores da
auto-hemoterapia, formada apenas por pessoas que
exercem cargos em entidades de classe ou
instituições desavisadas e que, apesar disto,
não se prepararam para debater o assunto, teve
mais uma participação inusitada. A presidente do
Conselho Federal de Enfermagem, Dulce Bais,
condena a auto-hemoterapia porque – prestemos
bastante atenção à informação da representante
dos enfermeiros: “há risco de abscessos e
infecções generalizadas”. Esta frase dá para
condenar a auto-hemoterapia? Se der, vamos
suspender todos os tratamentos médicos e o
trabalho de enfermeiros, técnicos e auxiliares
de enfermagem, já que no ambiente onde eles
trabalham existe sempre o risco de abscessos e
infecções generalizadas. Aliás, o Presidente
Tancredo Neves morreu depois de uma infecção
generalizada e não consta que tenha feito uso de
auto-hemoterapia.
Enquanto existe uma
tentativa de desqualificar a técnica que o povo
vem usando e comprovando sua eficiência e
eficácia, a síntese da auto-hemoterapia é a
seguinte; “a aplicação do próprio sangue
estimula o sistema imunológico e combate várias
doenças.” Perguntamos, objetivamente ao
Presidente do Conselho Federal de Medicina, à
Presidente do Conselho Federal de Enfermagem e
ao Presidente da Sociedade Brasileira de
Hematologia: estimula o sistema imunológico ou
não? Combate várias doenças ou não?
Essas entidades tão
importantes para a saúde do povo brasileiro -
pois aglutina os profissionais de medicina e
enfermagem - precisam avaliar esta postura dos
seus dirigentes. Como chamar de “picareta” e
“mau caráter” um colega de profissão, como fez o
senhor Edson Andrade diante das câmaras do
FANTÁSTICO, e achar que está propugnando por
dias melhores para a categoria médica? Onde fica
o Código de Ética? Não é de se esperar que seja
este o procedimento, de tão baixo nível, que os
médicos queiram para a condução da sua entidade
maior, o Conselho Federal de Medicina. Quanto à
auto-hemoterapia, acho que está comprovada como
técnica boa; falta apenas os cientistas
colocarem no papel, para passar a ser permitida,
utilizada e recomendada por muitos dos que hoje
a proíbem.
*Walter Medeiros é
jornalista.
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A Técnica

1.
O que é
auto-hemoterapia?
É uma técnica simples, em que,
mediante a retirada de sangue da veia e a
aplicação no músculo, ela estimula um aumento
dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb
(Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.
Os macrófagos é que fazem a
limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os
vírus, as células cancerosas, que se chamam
neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam
inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado.
Ocorre esse aumento de produção de macrófagos
pela medula óssea porque o sangue no músculo
funciona como um corpo estranho a ser rejeitado
pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto
houver sangue no músculo o Sistema Retículo
Endotelial está sendo ativado. E só termina essa
ativação máxima ao fim de cinco dias.
A taxa normal de macrófagos é
de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a
auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para
22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco)
dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa
a declinar, porque o sangue está terminando no
músculo. E quando termina ela volta aos 5%
(cinco por cento). Daí a razão da técnica
determinar que a auto-hemoterapia deva ser
repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.
Essa é a razão de como
funciona a auto-hemoterapia. É um método de
custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser
feito em qualquer lugar porque não depende nem
de geladeira - simplesmente porque o sangue é
tirado no momento em que é aplicado no paciente,
não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há
nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas
uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba
dar uma injeção no músculo, com higiene e uma
seringa, para fazer a retirada do sangue e
aplicação no músculo, mais nada. E resulta num
estímulo imunológico poderosíssimo.
Para
o Dr. Luiz Moura, “O único compromisso do médico é
aliviar o sofrimento”
"Aos
médicos e futuros médicos
Conferir
sempre, nunca aceitar nada como
‘isso é coisa do passado’, isso
é ‘atrasado’, ‘está fora de
moda’. Se possível, sempre somar
o antigo com o novo. E sempre
conferindo que não haja prejuízo
para quem vai usar o tratamento.
Por exemplo:
a ventosa, que ficou em desuso,
agora está voltando a se usar no
Japão. Foi uma grande técnica
usada no século XIX. Curava-se a
pneumonia com ventosas. Não se
sabia nem o por quê, mas eram
aplicadas nos pulmões - e
salvavam-se os pacientes. Não
havia antibióticos naquele
tempo. O pneumococo era o mesmo
que existe hoje, e se curava a
pneumonia. Só depois Reich, com
a bioenergética, explicou o
porquê da cura. A ventosa puxava
um sangue carregado de energia,
subia o potencial de energia
acima da dos micróbios.
E a energia que estava sendo
usada pelos micróbios, para se
reproduzir, era tirada deles. A
ventosa com isso curava a
pneumonia. Mas, antes de Reich
publicar os seus livros, nos
anos 40 do século XX, os médicos
usavam a ventosa sem saber
disso, sem saber o porquê, já
que funcionava.
A grande lição
é considerar como objetivo
primeiro da medicina o alívio e
a cura do paciente. E depois a
nossa satisfação como cientista.
Quer nós queiramos ou não, todo
médico deve querer saber o
porquê das coisas, para se
satisfazer. Isso é satisfação
pessoal. Mas o compromisso que
ele tem, não é esse. E sim de
aliviar o sofrimento, esse é o
único compromisso que ele tem".
Dr. Luiz Moura
(Extraído do DVD "Auto-hemoterapia,
contribuição para a saúde")
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DR. LUIZ MOURA
BREVE HISTÓRIA DA AUTO-HEMOTERAPIA
ARTIGO DO DR. LUIZ MOURA -
AUTO-HEMOTERAPIA
TRANSCRIÇÃO DO DVD COM
ENTREVISTA DO DR. LUIZ MOURA
GOVERNO
TEM ATRIBUIÇÃO DE FOMENTAR PESQISA DE
HEMOTERAPIA
CLORETO DE MAGNÉSIO, SUBSTÂNCIA
IMPORTANTE PARA NOSSA SAÚDE
PESQUISA VETERINARIA
COMPROVA EFICÁCIA DA AUTO-HEMOTERAPIA
CONTRA CÂNCER
DR. MOURA EXPLICA QUE AUTO-HEMOTERAPIA
TEM AMPLITUDE DE AÇÃO MUITO GANDE
CFM VOLTA ATRÁS PARA
PERMITIR AUTO-HEMOTERAPIA COM TAMPÃO
PESQUISADOR
QUER DOCUMENTAR A EFICÁCIA DA AUTO-HEMOTERAPIA
DOCUMENTÁRIO MOSTRA SITUAÇÃO ATUAL DA AHT NO
BRASIL
PESQUISADOR DA FIOCRUZ
ESTUDA ORIGEM DO EFEITO DA AUTO-HEMOTERAPIA
AUTO-HEMOTERAPIA
PROTEGE
A SAÚDE
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