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TÉCNICA DE
AUTOHEMOTERAPIA
Periodicidade
1. Punção Venosa
2. Aplicações
OBSERVAÇÕES
1- Região
deltóidea(D)
2. Região dorso
glútea(DG)
3. Região
ventroglútea(VG)
É
IMPORTANTE QUE,
ANTES DAS
APLICAÇÕES, O
PACIENTE PASSE
POR UMA
AVALIAÇÃO, ONDE
SERÁ COLHIDA
ATRAVÉS DE
ANAMNESE A SUA
HISTÓRIA ATUAL E
PREGRESSA, E
REALIZADO SEU
EXAME FÍSICO
COMPLETO,
FAZENDO-SE A
INDICAÇÃO
PRECISA DO CASO.
A CADA
SEÇÃO DE
AUTOHEMOTERAPIA
DEVE-SE
REAVALIAR O
PACIENTE,
VERIFICAR SEUS
SINAIS VITAIS E
ESTADO GERAL E
FAZER A EVOLUÇÃO
RELATANDO NO
PRONTUÁRIO OS
SEUS PROGRESSOS
COM O
TRATAMENTO.
INTEIRAR-SE DO
PACIENTE COMO UM
TODO, INDAGANDO
E OBSERVANDO
TAMBEM O
SEU EMOCIONAL,
MENTAL.
TODA A
TECNICA DEVE SER
CUIDADOSA E
DELICADA, SEM
PRESSA E SEMPRE
COM A
COLABORAÇAO E
PARTICIPAÇAO DO
PACIENTE. UM
AMBIENTE CALMO,
LIMPO E
TRANQÜILO DEVE
SER ESCOLHIDO,
SEM INTERRUPÇÕES
E COM UM MÍNIMO
DE PESSOAS
OBSERVANDO,
CONVERSANDO,
ETC.
JAMAIS
NEGLIGENCIE A
LIMPEZA E
HIGIENE. ANTES
DA APLICAÇAO
HIGIENIZE AS
MAOS
RIGOROSAMENTE
FRICCIONANDO-AS
EM SEGUIDA COM
ALCOOL A 70% E
FAÇATAMBEM
A ANTISSEPSIA
DOS LOCAIS DE
PUNÇAO E
APLICAÇAO COM
ALCOOL A 70%.
CONFORME
PROTOCOLO.
TÉCNICA DE
AUTOHEMOTERAPIA:
Prescrição
básica (que
poderá ser
alterada pelo
médico de acordo
com sintomas e
gravidade da
doença):
Coletar de
5 (prevenção,
profilaxia de
doenças e
sintomas leves)
a 10 ml de
sangue de uma
veia periférica
e injetar
imediatamente
este mesmo
sangue nas
regiões;
deltoide,
ventroglutea ou
dorso glútea.
Periodicidade:
1 vez cada
7 dias durante
10 a 12 semanas
em seguida
suspender de 30
a 40
dias,
reavaliar e
voltar a fazer
outro ciclo se
necessário.
Podem ser feitos
vários
ciclos
subseqüentes
e a terapia pode
ser feita
indefinidamente.
As
paradas ajudam o
sistema imune a
dar uma resposta
melhor
posteriormente,
pois com a
freqüência
das aplicações o
sistema de
estabiliza (atécerto
ponto). Assim o
impulso
imunológico pós
pausa torna o
sistema mais
responsivo.
·
Antecedendo ao
procedimento,
realiza-se a
higienização das
mãos e fricção
com álcool a 70%
· o
calçamento de
luvas de
procedimentos
pode ser
dispensado na
auto aplicação,
mas deve ser
feito em
aplicações de
uma pessoa para
outra,
principalmente
se pessoa em que
se desconhece
seu histórico
patológico
pregresso e
atual .
· o
manuseio
adequado do
material
descartável
(seringa e
agulhas) de uso
individual do
paciente – Este
é um serio
problema como e
onde descartar o
material
utilizado nas
aplicações.
Deve-se evitar
jogá-los no lixo
comum, de
preferência, use
uma vasilhame
(tipo embalagem
de sorvete de 2
litros com
tampa) e vá
acondicionando
as seringas
acopladas à
agulha para
posterior
descarte em lixo
hospitalar ou
incineração.
· Posição
do paciente:
deitado e
relaxado
· Orientar
o paciente sobre
o procedimento e
obter sua
colaboração
1. Punção
Venosa:
1. Fazer
análise da rede
venosa para
certificar-se de
sua viabilidade,
evitar
membro onde
tenha ocorrido
dissecções
venosas ou
cateterismos.
2. Uma
veia periférica
é escolhida.
Normalmente da
parte interna do
cotovelo
veias cefálica
ou basílica, ou
da rede venosa
do dorso das
mãos.
3. Um
garrote é
colocado com o
fim de
restringir o
fluxo sangüíneo
através da
veia. Em pessoas
com fragilidade
capilar,
recomenda-se a
aplicação do
esfigmomanômetro
aneróide ou
garrote sobre
pano
4. A
antissepsia
tanto do local
da punção quanto
da aplicação,
não deve se
negligenciada e
é feita com um
anti-séptico
(álcool 70%) na
direção
contrária aos
pelos.
5.
Insere-se uma
agulha na veia
(25 X7), e o
sangue é
coletado em uma
seringa.
6. Após o
procedimento, o
garrote é
retirado
imediatamente
para restaurar a
circulação.
7. A
agulha é
removida e o
local da punção
é coberto com
algodão e
pressionado
levemente e se
necessário,
elevado a um
nível acima do
coração, para
deter o
sangramento.
Assim procedendo
raramente
ocorrerá
hematoma. Pedir
ao paciente para
elevar o braço e
ficar
pressionando o
local da punção
enquanto a
aplicação é
feita.
OBS:
Solicitar ao
paciente para
ficar pronto
(soltar roupas,
cintos, antes da
punção venosa,
pois após, o
braço puncionado
deve ficar
posicionado como
no item 7.
2.
Aplicações:
· No
momento da
aplicação, é
injetado por via
intra muscular o
sangue
colhido.
Principalmente
no deltóide
(braço), deve-se
fazer a
aspiração de
segurança antes
de injetar o
sangue, para
certificar-se de
que nenhum vaso
foi puncionado.
Ao se aspirar
deve vir uma
pequenina
quantidade de ar
no bico da
agulha.
· Os
locais ideais
para aplicação
da auto
hemoterapia são
as regiões
dorsoglútea ou
ventroglutea. No
quadrante
superior externo
do glúteo.
· Devemos
observar:
distância em
relação a vasos
e nervos
importantes;
musculatura
desenvolvida;
espessura de
tecido adiposo;
· Evitar
lesões, tecido
cicatricial ou
endurecido.
1. Fazer
antissepsia do
local na direção
contrária aos
pelos
2.
Delimitar a área
e firmar
delicadamente um
pouco abaixo do
local da
aplicação
3.
Introduzir a
agulha (25 X 7)
num ângulo de 90
graus. Pode-se
aplicar com a
mesma agulha com
a qual foi feita
a coleta do
sangue, não
havendo
necessidade de
troca de
agulhas, pois a
microbiota da
pele do paciente
é a mesma e
desde que se
tenha atentado
para a higiene e
antissepsias
como
recomendado.
4.
Aspirar,
observando a
aparecimento de
pequena bolha de
ar no bico
5. Injetar
o sangue bem
lentamente (isto
diminui a
ardência e ajuda
na absorção)
6. Após
injetar todo o
volume, aguardar
2 segundos e ir
retirando a
agulha bem
delicadamente.
Esse espaço de
tempo permite
que não haja
refluxo do
sangue.
7. Colocar
um chumaço de
algodão e fazer
leve compressão
no local, ideal
é deixar um
pequeno curativo
(algodão+adesivo)
sobre o local
*- Se
houver
possibilidade, a
depender do
local onde é
feita a terapia,
solicitar que o
paciente
permaneça por
minutos deitado,
relaxado,
repousando
serenamente.
Isto ajuda na
sua
tranqüilidade
pós aplicação.
OBS:
Volumes X
local de
aplicação: 5 ml:
deltóide
5 a 10ml
glúteo ou ventro
glúteo. Mais de
10ml o volume
deve ser
aplicado em 2
locais,
dividindo-se o
mesmo (com a
mesma seringa)
aplica-se a
metade num local
e o restante em
outro.
Voltar a
observar o local
da punção venosa
após todo o
processo para
ver se fez boa
hemostasia.
Deixar o
paciente
permanecer algum
tempo sob
observação antes
de se retirar.
Abaixo
ilustração dos
locais de
aplicação e
técnicas.
Atenção: A
angulação da
agulha para
todas as
aplicações
intramusculares
é de 90 graus
seja qual for o
músculo
escolhido e
deve-se sempre
aspirar (puxar
levemente o
embolo da
seringa) antes
de injetar.
1- Região
deltóidea(D):
O volume máximo
a ser
introduzido é de
5ml com a
angulação da
agulha
perpendicular à
pele(90º), não
devendo ser
utilizado várias
aplicações
consecutivas,
devido a massa
muscular ser
relativamente
pequena.
A delimitação
deverá ser feita
marcando quatro
dedos abaixo do
final do ombro e
no ponto médio
no sentido da
largura(ao nível
da axila), 3 a
3,5 cm acima da
margem inferior
do deltóide.
2. Região
dorso
glútea(DG):
Indicada quando
tiver a
necessidade de
se administrar 5
a 10 ml (no caso
de sangue). Um
dado anatômico
importante é o
nervo ciático,
fundamental para
a motricidade
dos membros
inferiores, ele
jamais poderá
ser afetado,
para evitar esse
erro, a área é
estabelecida
traçando-se um
eixo imaginário
horizontal com
origem na
saliência mais
proeminente da
região sacra, e
outro eixo
vertical,
originando na
tuberosidade
isquiática, cuja
linha de conexão
fica paralela ao
trajeto do nervo
ciático. A
injeção é
aplicada no
quadrante
látero-superior
externo.

Posicionar
o paciente
deitado de
barriga para
baixo, com a
cabeça voltada
para o aplicador
(para melhor
observação de
desconforto ou
dor durante a
aplicação),os
braços ao longo
do corpo e os
pés virados para
dentro.
3. Região
ventroglútea(VG):
É a região mais
indicada por
estar livre de
estruturas
anatômicas
importantes. É
constituída
pelos músculos
glúteos médio e
mínimo de
espessura
muscular grande
(média de 4cm).
Não apresenta
vasos sangüíneos
ou nervos
significativos(área
servida por
pequenos nervos
e ramificações
vasculares). O
posicionamento
dos feixes
musculares
previne o
deslizamento do
medicamento em
direção ao nervo
ciático.Esta
região é
assinada
colocando a mão
esquerda no
quadril direito
do paciente e
vice-versa;
aplica-se a
injeção no
centro do
triângulo
formado pelos
dedos indicador
e médio quando o
primeiro é
colocado na
espinha ilíaca
antero-superior
e o segundo na
crista ilíaca.
Prof. Telma
Geovanini
enfermeira
ATUALIZADO
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