quinta-feira, 17/08/17

AUTO-HEMOTERAPIA - INFORMAÇÕES SOBRE A TERAPIA QUE CURA ATRAVÉS DO SANGUE

 

Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Este espaço é dedicado à divulgação desta técnica, difundida pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

 


O que é

Auto-hemoterapia?

 

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo.

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.

 


Aplicação

Protocolo de AHT


 

ASSISTA AO DVD DO

DR. LUIZ MOURA


ARTIGOS

 

Breve história da Auto-hemoterapia

"Fraude" forjada no Fantástico

O médico do CFM baixou o nível

Parecer do Cremerj é cheio de falhas

Parecer do CFM é cheio de dúvidas

Superficialidade no Parecer do CFM

Anvisa confusa sobre a AHT

CFM recua e permite Tampão/AHT

Uma proibição ilegal da Anvisa

Comprovação desde 1924: doutorado

Perguntas sem respostas do CFM

SUS precisa adotar Auto-hemoterapia

 


EFICÁCIA

Usuários da auto-hemoterapia continuam mostrando sua eficácia no Portal do CFM. As mensagens são inúmeras; mais de 400 pessoas compartilharam o assunto.

É importante ler os comentários e acrescentar relatos sobre o uso dessa técnica que vem tratando, curando e salvando vidas há mais de cem anos.

Acesse o Portal Médico e veja o que já foi relatado:

facebook.com/conselhofederaldemedicina/



Ministério Público decide não ir à

Justiça contra O CFM e a ANVISA

--- Por Walter Medeiros e Ubervalter Coimbra

A Procuradoria da República em São Mateus, Espírito Santo, promoveu o arquivamento do Inquérito Civil nº. 1.17.003.000180/2015-31, instaurado naquela unidade do Ministério Público Federal -MPF para apurar suposta ilegalidade na proibição de auto-hemoterapia no Brasil, pelo Conselho Federal de Medicina e Anvisa. Na decisão sobre o arquivamento, foram apresentadas providências adotadas, que segundo a Procuradoria seriam suficientes para entender que não deveria levar o assunto para a Justiça.

Pelo que se pode ver na leitura da decisão, o MPF foi superficial, deixando de analisar e interpretar argumentos importantes da documentação apresentada pelos requerentes, Ubervalter Coimbra e outros defensores da liberação do uso da auto-hemoterapia no Brasil.

Basta começar observando que nenhuma audiência pública foi realizada, para avaliar melhor um assunto de tamanha importância, pois afeta o direito à saúde de todos os brasileiros.

OS ACUSADOS ESCOLHEM O QUE DEVE SER FEITO

Observando as providências adotadas e os órgãos consultados, depreende-se que o  Ministério Público Federal decidiu como se perguntasse ao acusado o que fazer com a acusação. Basta ver o que está escrito na referida peça: "A fim de atualizar o posicionamento dos órgãos públicos acerca da auto-hemoterapia, oficiou-se o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária para que analisassem a literatura científica apresentada pelo representante e esclarecessem o que é necessário para a aceitação da auto-hemoterapia como tratamento médico.".

O CFM e a Anvisa são, no caso, os acusados, e o MPF faz umas consultas dessas, cujas respostas já era de se esperar, pois faz dez anos que agem da mesma forma. O que se sabe mesmo é o fato de o Parecer do CFM ter deixado de lado inúmeros trabalhos científicos sobre eficácia da auto-hemoterapia, pelo simples fato de estarem escritos em outros idiomas. A Anvisa, por sua fez, fala sobre proteção à saúde, mas aplica os princípios de proteção às avessas, afetando o direito à saúde e prejudicando a população.

FRAUDE CIENTÍFICA

Apesar desta decisão, os brasileiros certamente não perderão a esperança de se curar de modo fácil e barato. O próprio Inquérito Civil nº. 1.17.003.000180/2015-31 traz em seu conteúdo informações valiosas que foram desprezadas pelo MPF, ao formular a argumentação pelo arquivamento do pedido. A superficialidade com que CFM, Anvisa e outros tratam dessa questão terá de ser superada, pois continuaremos nosso trabalho para mostrar que existe, sim, a comprovação científica da eficácia da auto-hemoterapia no tratamento e cura de doenças.

O Brasil continuará sendo o único país a proibir o uso da auto-hemoterapia,  uma técnica de cura usada desde a década de 1890. A técnica cura ao aumentar a imunidade em quatro vezes, por cinco dias, e custa apenas uma seringa de aplicar injeção e o material de higiene. Os brasileiros utilizaram a auto-hemoterapia livremente por mais de cem anos, até 2007, quando o governo baixou seu ato via Anvisa,  e o CFM o ratificou. Nos dois casos houve fraude cientifica e os órgãos extrapolaram suas competências. Foram desmascarados por vários estudos.

PARECER ANENCÉFALO

O Conselho Federal de Enfermagem - Cofen, para proibir que os enfermeiros aplicassem a técnica chegou ao absurdo de plagiar o parecer do CFM, provadamente anencéfalo, conforme artigo do Dr. Jorge Luiz Cardoso:  PARECER DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM) SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA  NÃO TEM CABEÇA, CONCLUI MÉDICO APÓS AVALIAÇÃO CIENTÍFICA  http://www.hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/parecer-do-conselho-federal-de-medicina-cfm-sobre-auto.asp

O requerimento feito ao MPF - o segundo neste sentido - pedindo ao órgão para denunciar à Justiça Federal o ato criminoso da Anvisa e dos Conselhos de saúde foi arquivado no dia 14 de agosto de 2017, ignorando as necessidades de milhões de brasileiros que tratam do assunto inclusive nas redes sociais. Parece aplicar literalmente em todo o pais  a frase cunhada pelo arcebispo de Vitória D. João Batista da Motta e Albuquerque na década de 70: "Só o povo salva o povo!" Ele se manifestou ao verificar o desprezo do governo do Espírito Santo pelas condições do povo durante as tragédias causadas pelas enchentes de 1979 no Estado. Na ocasião, milhares de pessoas famintas se lançavam sobre comida contaminada pelas águas das enchentes e eram lançadas em lixões, tamanha era a fome que grassava ao longo do rio Doce. O governador era o biônico (não eleito pelo povo) Élcio Alvares, que representada a ditadura militar no Espírito Santo.

17.08.2017


 

Uma técnica simples que pode

curar e prevenir muitas doenças

 

A auto-hemoterapia passou a ser defendida mais fortemente em 2004, quando o Dr. Luiz Moura publicou um artigo intitulado “Auto-hemoterapia” ( http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf ), no qual explica o funcionamento da técnica, faz um histórico e apresenta informações sobre a sua ação terapêutica.

Dr. Luiz Moura faz um histórico, mostrando que em 1911 F. Ravaut usa a autohemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos, conforme dicionário enciclopédico de medicina, T.1, de L. Braier. Em 1941 o Dr. Leopoldo Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológicas, pg 37, cita: Auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste en injetar a uno indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules), tomada de este mismo indivíduo. E cita H. Dousset – Auto-Hemoterapia - Técnicas indispensáveis, afirmando em 1941 que é útil em certos casos para dessensibilizações.

O artigo cita também trabalho de pesquisa científica realizado pelo médico Jessé Teixeira - Complicações Pulmonares Pós- Operatórias Autohemotransfusão ( http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf ) e texto produzido pelo médico Ricardo Veronese sobre o tema Imunoterapia: O impacto médico do século ( http://www.rnsites.com.br/artigo_ricardo_veronese.pdf ).

Recentemente foi mostrado também que a auto-hemoterapia foi tema de tese de doutorado em 1924, “A auto-hemoterapia nas dermatoses”, realizada pelo Dr. Alberto Carlos David na Universidade do Porto ( http://www.rnsites.com.br/210_2_FMP_TD_I_01_P.pdf )

O Conselho Federal de Medicina emitiu Parecer em 2007 afirmando que a técnica não teria comprovação científica, mas ao contrário do que está colocado no parecer – que é incompleto e superficial - na base de dados Pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos ( http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm ).

A despeito dessas ações arbitrárias daqueles órgãos, a população continuou utilizando a auto-hemoterapia, com o que vem prevenindo e curando muitas doenças, conforme milhares de depoimentos publicados nos meios de comunicação e na Internet.

Chamado a explicar o uso da auto-hemoterapia em processos éticos instaurados no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro - CREMERJ e no Conselho Federal de Medicina – CFM, Dr. Luiz Moura foi ao final absolvido em ambos. Mesmo assim a perseguição que é feita à técnica que ele sempre usou e tem convicção dos benefícios que traz à clientela, causou-lhe muito mal e muitos transtornos.

Ressaltando que Medicina é a arte de curar, Dr. Luiz Moura diz que só tem um único compromisso com seus pacientes: aliviar o sofrimento e, quando possível, curar. Por isso não respeita os padrões chamados científicos. Para ele, o que comprova qualquer coisa é o efeito do tratamento. Se ele produz benefícios para o paciente é um tratamento científico, mesmo que não saibamos qual o mecanismo de ação deste tratamento. Defende o uso de recursos - sejam quais forem - para beneficiar os pacientes, para que tenham alívio do sofrimento e, se possível, a cura.

Aos médicos e futuros médicos recomenda conferir sempre, nunca aceitar nada como ‘isso é coisa do passado’, isso é ‘atrasado’, ‘está fora de moda’. Se possível, sempre somar o antigo com o novo. E sempre conferindo que não haja prejuízo para quem vai usar o tratamento.

Aos pacientes recomenda em primeiro lugar mente positiva, porque a mente negativa agrava o sofrimento. O Sistema Imunológico, quando a pessoa fica negativa em relação ao seu padecimento, declina. Se a pessoa crê na sua cura, ela tem toda chance de vencer a doença.

 


 

. LIBERDADE PARA OS MÉDICOS

 

. Estranhas refutações

 

. Auto-hemoterapia é eficaz

 

. CFM e Anvisa deviam apoiar pesquisas

 

. PARTICIPE DO FORUM SOBRE AHT

 

. Transcrição do DVD do Dr. Luiz Moura

 

 . Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos...

 

. Incríveis benefícios da auto-hemoterapia

 

. Conselho de Farmácia mostra desinformação

 

  . Razões para liberar a Auto-hemoterapia
 
  . CFM e SBHH não têm argumentos contra a AHT
 
  . A Precaução autoritária da Anvisa
 
  . Maria Adelaide Amaral usa e defende a AHT
 
  . Relatos comprovam eficácia da técnica
 

 

Auto-hemoterapia no facebook

 

 

DR. LUIZ MOURA

Quem é o Dr. Luiz Moura

 

Dr. Luiz Moura - o maior difusor da auto-hemoterapia e um dos muitos médico que a receitam – nasceu no Rio de Janeiro em 04 de maio de 1925, filho de médico. Estudou na Faculdade Nacional de Medicina da UFRJ, quando a universidade ainda ficava na Praia Vermelha, mesmo lugar em que o seu pai se formara nos idos de 1918.

Médico clínico geral, Dr. Luiz Moura foi vice-diretor do Hospital Cardoso Fontes de Bonsucesso, um dos maiores hospitais do Rio de Janeiro. Presidente do INPS, na época em que englobava o INAMPS, diretor da DIMED, órgão de fiscalização que deu lugar à ANVISA, diretor de medicina social do estado do Rio de Janeiro, fundador da CEME (Central de Medicamentos), feito que desagradou a indústria farmacêutica.

O Brasil e a saúde pública devem muito a este grande homem, que, do alto de mais de 60 anos de exercício da medicina, sempre ancorado no juramento hipocrático, teve a coragem de enfrentar interesses poderosos e escusos, ao divulgar a auto-hemoterapia, retirando do ostracismo essa técnica que foi esquecida por força da ganância dos que enriquecem às custas das nossas doenças.

Dr. Moura começou a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943, quando entrou para a faculdade de medicina. O seu pai foi professor da mesma faculdade, e mandava retirar e aplicar sangue nos pacientes que operava. Ele fazia isso baseado no trabalho do professor Jesse Teixeira - que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou no maior prêmio de trabalho publicado em 1940.

Ele se limitou a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para tratar de infecções, acne juvenil (que é uma infecção de estafilococos) e também evitar infecções pós-cirúrgicas. Nesse tempo era cirurgião, então também usava o mesmo método. A finalidade era basicamente combater bactérias.  

A partir de 1976 passou a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá. O professor Garófalo chegou se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia uma caminhada de 100 a 200 metros. Tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. O raios-X que mostrou 10 (dez) centímetros de artéria entupida. A solução era fazer uma prótese. O Dr. Garófalo rejeitou a solução e disse: “quem vai me curar é a auto-hemoterapia”. E pediu que Dr. Moura aplicasse nele. No fim de 4 (quatro) meses sentia-se curado. Novo exame de raios-X mostrou que não havia mais obstrução alguma.

Dr. Garófalo presenteou Dr. Moura com dois trabalhos: um do Dr. Jesse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi. Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Enquanto o trabalho do Dr. Jesse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, o do professor Ricardo Veronesi, professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e se tinha descoberto que o Sistema Retículo - Endotelial (SRE) tem muitas outras funções além de combater as bactérias.

Mostrando que a auto-hemoterapia é um recurso de enorme valor, com a amplitude que o avanço da imunologia deu. Até porque afirma que antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias. Quem mata a bactéria é nosso Sistema Imunológico, completando o trabalho do antibiótico.

Em 1976, num caso de esclerodermia fase final, no qual a médica disse que não tinha nada a fazer, Dr. Luiz Moura propôs o tratamento com auto-hemoterapia. A médica concordou. A melhora foi uma coisa espantosa. Trinta dias depois a paciente saiu andando do hospital.

Assim seguiu receitando auto-hemoterapia para inúmeras enfermidades. 

Em 2004 aceitou gravar uma entrevista na qual conta toda sua experiência e diz como funciona a técnica, incluindo as dosagens recomendadas. Com a audiência do DVD da entrevista ganhando grandes proporções, no primeiro semestre de 2007 a ANVISA emitiu Nota Técnica completamente questionável contra o uso da auto-hemoterapia. Em dezembro daquele ano o Conselho Federal de Medicina aprovou Parecer superficial e incompleto afirmando que a técnica não teria comprovação científica. Desde então os médicos ficaram impedidos de trabalhar com a auto-hemoterapia.


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