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RN
de índices para cima
Mais
um índice que nos é favorável e nos coloca como o
primeiro no ranking nacional: agora é o de energia,
conforme saiu no jornal de domingo 11. Sim, senhor.
O Rio Grande do Norte também é o primeiro em
consumo de energia elétrica, com o registro de
incremento de 8,8% no segmento residencial referente
ao ano de 2006, dados da Cosern.
Esse
é o maior índice do Nordeste, segundo a reportagem
dominical da Tribuna do Norte, da repórter Emídia
Felipe. Nos setores de comércio e indústria, os
aumentos foram de 9,9% e 5,9%, respectivamente.
Essas taxas porcentuais elevaram a média de consumo
no Estado para 6,1%, o que é superior aos índices
do Nordeste (4%) e do Brasil (3,8%).
Pois
é, na nota anterior (de
sexta-feira 9/02) já haviam sido citados outros
índices do RN. O do comércio varejista da Grande
Natal que apresentou faturamento real de 17,27% em
2006 sobre o ano anterior. Esse índice colocou o
Estado como líder nacional em crescimento de
vendas.
Depois
houve mais um índice também favorável ao RN.
Dessa vez foi o de emprego formal. O Rio Grande do
Norte saiu na frente com crescimento de 5,46%,
segundo o Ministério do Trabalho, em apuração
feita pelo Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados (Caged), e divulgado pela imprensa
local. Novamente, o crescimento ficou acima da média nacional.
Isso
quer dizer que, guardada as proporções em relação
aos Estados maiores, estamos numa fase excelente de
consumo, de mais empregos de carteira assinada e de
consumo de energia, que representa também
desenvolvimento. Maravilha! Então, o que nos falta
para sermos potência?
Enviado
por José Aécio Costa em 12.02.2007 CONTATO
TOPO
Natal
vira capital do consumo
Chama
a atenção pesquisa realizada pela Fecomércio-RN
sobre consumo na Grande Natal, que lidera
nacionalmente no faturamento do setor varejista,
referente ao ano passado. “O faturamento real do
setor, descontada a inflação, foi nada menos que
17,27% maior no ano passado que em 2005”, diz a
assessoria de imprensa da entidade.
Toda
essa robusta taxa de crescimento bateu de longe as
demais regiões metropolitanas do país, pois quem
chegou mais perto foi o Estado de Tocantins com
11,21%. São Paulo, por exemplo, aquela potência
econômica,coitadinha, teve desempenho de apenas
4,30%. E Rio de Janeiro segurou a laterninha com
1,20%, juntamente com Maringá, 0,81%, de acordo com
o ranking nacional exibido.
O
desempenho no faturamento das empresas natalenses é
engrossado sobretudo pelos segmentos de
supermercados (29%), concessionárias de veículos
(17,6%) e de combustíveis e lubrificantes (12,3%).
Quer
dizer, no ano de 2006, que é o que se refere a
pesquisa, os natalenses andaram abrindo a carteira
nesses três segmentos, comprando mais comida e
bebidas, automóveis e enchendo o tanque de seus
carros.
Isso
chama atenção porque, como se sabe, Natal é uma
capital de salários baixos. Imagine os outros municípios
da região metropolitana. Então, o curioso é saber
o que de fato está incrementando o consumo local.
Por exemplo: será que o turismo tem tudo a ver com
isso? Pode ser.
A
sondagem é feita pela Federação do Comércio, de
Bens, Serviços e Turismo do RN em parceria com a
Consulte, empresa de pesquisas com nome conhecido na
praça. Mas não ofende questionar: será que a
metodologia das pesquisas é a mesma para que se
possa fazer essa comparação com as outras regiões
metropolitanas?
Em
caso afirmativo, volta-se ao ponto principal desse
questionamento: por que o consumo aqui anda tão
disparado?
Enviado
por José Aécio Costa em 09.02.2007 CONTATO
TOPO
CPMF
de provisória a permanente
Quem
esperava a CPMF acabar, aquela tributação gerada
por movimentação financeira, vá tirando o
cavalinho da chuva. Na verdade, a CPMF que foi
criada como contribuição provisória, tornou-se de
fato permanente, e as promessas de que a alíquota
seria reduzida até um dia desaparecer, o governo
deu marcha à ré.
Resultado:
fomos todos ludibriados. Isso foi no que deu a invenção
de se criar neste país um imposto único. A rigor,
se criou mais um imposto, em vez de único. Sonho
acalentado, à época, pelo empresário – e
ex-deputado federal potiguar –
Flávio
Rocha, com apoio do mundo empresarial.
Lembram-se?
Na
entrevista que o ministro do Planejamento, Paulo
Bernardo, deu para o jornal O Globo segunda-feira,
deixou claro que o governo Lula mudou de idéia.
Pelo contrário, na verdade, o governo quer prorrogá-la
por mais dez anos. Já são dois governos que
prometem acabar com a CPMF e nada.
Primeiro,
foi o governo FHC, que criou a tal contribuição
denominada de provisória, mas também não cumpriu
com a promessa de acabá-la. Agora, Lula. E assim a
tal CPMF vai passando de governo a governo e
ficando.
Enviado
por José Aécio Costa em 07.02.2007 CONTATO
TOPO
Um programa de
resultados
Tem
um programa aí que está fazendo a diferença em
termos de políticas públicas. Trata-se do Protec,
que quer dizer programa de apoio tecnológico às
micro e pequenas empresas, desenvolvido pelo governo
estadual em parceria com o Sebrae-RN.
Pode
até se pensar que seja mais um sigla para efeito de
mídia. Mas no balanço que se fez dele em relação
ao ano passado, percebe-se que seu desenvolvimento
tem surtido os efeitos positivos de acordo com as
expectativas geradas.
Em
2006, por exemplo, esse programa atendeu 61 municípios
do Rio Grande do Norte, onde foram aplicados
recursos em torno de R$ 1,385 milhão em 52 projetos
tecnológicos. Ele atendeu a 433 empresas formais
dos setores industriais e de serviços, de diversos
segmentos de atividades, promovendo a capacitação
de cerca de 8.000 pessoas.
Além
disso, foram capacitados 1.500 produtores informais
do setor de agronegócios (incluindo os segmentos da
ovinocaprinocultura, bovinocultura leiteira,
fruticultura e a apicultura). Com mais esses números,
durante o ano passado, foram capacitados cerca de
9.500 pessoas, compreendendo, nesse universo,
pequenos empreendedores.
Criado
em 2004, o Protec tem como proposta promover a
melhoria e a inovação de produtos, assim como de
processos produtivos para elevar o patamar tecnológico
e aumentar a competitividade dos pequenos negócios.
O programa foi concebido a partir da necessidade de
promover o desenvolvimento local por meio da inserção
de tecnologia no dia-a-dia das pequenas empresas do
Rio Grande do Norte.
Dado
o êxito que o programa vem obtendo entre sua
clientela, fortalecido pela parceria da Secretaria
Estadual de Desenvolvimento Econômico e Sebrae-RN,
o programa renovado em 2006 se estenderá por este
ano também, com recursos da ordem de R$ 2 milhões.
Desse total, o Sebrae participa com R$ 1,5 milhão e
o governo do Estado R$ 500 mil.
Em
resumo, o Protec sobressai como a força-motriz para
importantes segmentos da economia potiguar, a
exemplo dos arranjos produtivos locais (APLs) e
demandas individuais de microempresários.
Enviado
por José Aécio Costa em 05.02.2007 CONTATO
TOPO
Remédio
contra juros absurdos
Uma
senhora mostrava-se esta semana indignada com o
tamanho dos juros cobrados no rotativo do cartão de
crédito em um desses hipermercados natalenses que
oferecem facilidades no limite disponível de
consumo.
Pois
é, só há mesmo um jeito de derrubar esses juros
absurdos: não comprar mais no rotativo do cartão e
zerar a conta. Depois, para qualquer compra que
fizer, se for ainda no cartão de crédito, tem que
ser para pagar tudo até o vencimento. Não deixe
nenhum saldo devedor.
É
esse o cavalo de Tróia dos vivórios para
consumidores incautos, ou seja, o que faz a festa
deles.
Do
contrário, os agiotas oficiais vão continuar
metendo a mão em seu dinheiro sem pena, coisa para
lhe ver mesmo enforcado. Porque o que é cobrado de
juros além do que você realmente deve, não é
nada civilizado. É dinheiro para se fazer outra
compra igualzinha a que gerou os juros.
Então,
essa política de juros exorbitantes, injustos e
desumanos, só interessa mesmo a Meirelles (Henrique
Meirelles, presidente do Banco Central) e sua turma
de banqueiros & companhia. Tudo isso sob o manto
da empulhação de controlar a inflação.
Na
verdade, a classe média brasileira tem que tomar
consciência e deixar de encher os bolsos desses
agiotas disfarçados de cavalheiros. Na mais extrema
das medidas a saída é quebrar mesmo os cartões,
jogar tudo na lata do lixo. Garanto que se faz
melhor negócio e o dinheiro renderá no final do mês.
Enviado
por José Aécio Costa em 02.02.2007 CONTATO
TOPO
Passos
da inclusão digital
A
exemplo do rádio e depois da televisão, o acesso
à internet tende a se popularizar rapidamente com
as políticas públicas de inclusão digital em
desenvolvimento. Isso vai ser possível com as novas
investidas que o poder público está fazendo nessa
área.
Notícia
recente informa que o governo federal está
finalizando acordo com a Associação Brasileira de
Concessionárias de Serviço de Telefone Fixo
Comutado (Abrafix) para integrar a parte de conexão
à Internet ao programa Cidadão
Conectado-Computador para Todos, o PC Conectado.
Essa
medida visa facilitar o acesso da população de
baixa renda à Internet, conforme fonte da Presidência
da República informou pelos meios de comunicação.
O valor previsto para o acesso é de R$ 7,50.
Contudo,
isso ainda está sendo negociado com as operadoras.
A questão é saber se a quantidade de horas em relação
a esse valor vai ser dez ou 15 horas. O preço
sugerido refere-se ao acesso na residência da
pessoa por telefonia fixa. Então, acertado isso aí,
qualquer pessoa que tenha telefone fixo vai poder
ter acesso à internet.
No
Rio Grande do Norte, o processo de inclusão digital
começa a ganhar corpo nos municípios do Estado,
chegando até as áreas rurais. Até outubro do ano
passado, pelo menos 50 escolas dessas já estavam em
funcionamento, como parte da ação governamental,
por meio do programa de apoio à pesquisa e inovação
para o desenvolvimento social.
Enviado
por José Aécio Costa em 31.01.2007 CONTATO
TOPO
Litoral
transforma-se em eldorado
O
litoral do Rio Grande do Norte, a partir de sua
capital Natal, vem se tornando num eldorado dos
investimentos imobiliários internacionais. Basta
acompanhar o que está acontecendo nesse setor para
constatar essa realidade. Por exemplo, a notícia
mais recente é a de que dois conceituados nomes do
mercado local (a Ecocil e a Abreu Imóveis) firmaram
parceria com grupo italiano para importante
investimento condominial.
Trata-se
dos investidores italianos Davide Bizzi e Paolo
Dini, sócios-fundadores do grupo Bi & Di Real
Estate que vão fazer seu primeiro investimento no
Brasil e optaram por Natal para isso.
O
investimento do grupo destina-se a construção do
condomínio residencial Estrela do Atlântico, que
ficará localizado na Rota do Sol, próximo a Ponta
Negra. A parceria com as empresas locais prevê que
caberá à Ecocil edificar o empreendimento e à
Abreu Imóveis comercializar.
Esse
grupo europeu tem sede em Milão e atuação
destacada nas principais cidades italianas, como Milão,
Roma e Bologna, nos países bálticos (Estônia e
Letônia),
além de Espanha, México e Cuba. Atualmente,
prepara-se para fazer chegar seus investimentos a
Nova Iorque.
Fala-se
muito bem desse grupo que, com apenas seis anos de
atuação internacional, dedica-se à avaliação da
rentabilidade de investimentos e a novas
oportunidades de negócios, viabilizando assim
projetos habitacionais rentáveis para seus
parceiros e compradores.
O
exemplo acima é apenas ilustrativo do que acontece
no litoral do RN, pois muitos outros investimentos
estão aportando por aqui. Basta dizer que,
ultimamente, veranistas nativos estão recebendo
ofertas irrecusáveis para vender sua casa de praia.
Conta-se que a especulação anda solta, duplicando
e até triplicando preços de imóveis.
Enviado
por José Aécio Costa em 29.01.2007 CONTATO
TOPO
Cooperativismo
para baixar custos
Vira-e-mexe,
o cooperativismo que já esteve em alta neste país
em tempos passados, volta a ser alternativa.
Principalmente, em tempos de juros altos e
encargos financeiros pesados. Atividades produtivas
no Rio Grande do Norte estão recorrendo a esse
sistema para atenuar custos operacionais.
É
com essa concepção que está em gestação a
Credcom, ou seja, a Cooperativa de Economia e Crédito
Mútuo dos Empresários da Região Metropolitana de
Natal.
Com
a idéia no papel, um grupo de entidades
empresariais partiu para fazê-la valer na prática.
A Credcom é uma iniciativa da Fecomércio/RN,
CDL/Natal e Seturn. O grupo pretende assim promover redução dos custos das operações
financeiras e facilitar o acesso ao crédito das
empresas cooperadas do comércio, serviços e
turismo.
Não
é só. A cooperativa visa gerar lucros para seus
associados com uma política de crédito produtiva e
orientada para possibilitar a manutenção dos
recursos e, em conseqüência, seu crescimento. E
mais: o sistema acena com taxa de juros inferior a
do mercado.
A
Credcom inicia atividades com 93 cooperados mas
pretende ter alcance muito maior, conquistando um
mercado potencial de 16 mil empresas da região da
Grande Natal.
Enviado
por José Aécio Costa em 26.01.2007 CONTATO
TOPO
Safra
de reformas e choques
Curioso
é que até aqui não se sabe bem com que objetivo
foi feito a reforma administrativa do governo do Rio
Grande do Norte. Não se pode creditá-la apenas ao
desejo de acomodação dos quadros políticos como
apontam as especulações. Uma reforma
administrativa deve ir muito além disso e ter
objetivos claros, definidos e justificáveis.
Também
é difícil acreditar que seja apenas pelo impulso
do modismo. Reformas administrativas e choques de
gestão estão na ordem do dia. Mas deve existir de
fato uma razão sustentável. Por exemplo, o governo
cearense fez sua reforma administrativa e já
mostrou o que pretende com ela: o enxugamento da máquina
com uma economia de R$ 60 milhões por ano.
Por
aqui se tem notícia de que a reforma da governadora
Wilma de Faria criou uma estrutura governamental
maior de órgãos e cargos, que, a princípio, é
inegável que não concorra para aumento de mais
despesas do erário estadual.
Governos
são assim: um faz, o outro desmancha e a história
se repete sucessivamente. Agora mesmo, por exemplo,
duas empresas que estão sendo criadas, uma na área
da habitação (Cehab) e outra na do turismo
(Emprotur) ambas já existiram no passado. Mas num
desses enxugamentos, elas foram extintas. Pois bem,
elas estão de volta. E é assim que caminham os
governantes, os de hoje e os de ontem.
Enviado
por José Aécio Costa em 24.01.2007 CONTATO
TOPO
Pois
é, quem diria, o Carrefour
Esse
gigante que é o Carrefour, a rede mundial de
hipermercados francesa, esteve prestes a fechar no
Brasil e bater em retirada.
Isso foi há pouco mais de um ano, quando seu
presidente, o espanhol José Luís Duran, ameaçou
sair do Brasil num prazo máximo de dois anos caso
os resultados locais da empresa não melhorassem e
os negócios não voltassem a crescer na velocidade
desejada.
Bem,
quem conta essa história é o portal da revista
Exame que, por sua vez, atribui tal revelação a
uma reportagem do jornal americano The
Wall Street Journal, divulgada há poucos dias.
Na
época, segundo o portal da Exame, os negócios da
subsidiária brasileira do Carrefour vinham
minguando. A rede sofria de uma aparentemente crônica
incapacidade de crescer, diante de seus principais
concorrentes – o grupo Pão de Açúcar e o
Wal-Mart – que expandiam rapidamente suas operações
no país, cada vez mais.
Tanto
era assim que, há seis anos, o Carrefour brasileiro
participava com 12% do faturamento global da
empresa. Atualmente, essa participação é de
apenas 5%, segundo a notícia do portal. Por isso, o
Brasil deixava de ser atrativo. Então, reagir e
evitar a saída do gigante era a única alternativa
para os executivos locais.
E
foi assim que fizeram. Nos últimos meses, a rede
passou por uma reestruturação que incluiu da
renovação do quadro de funcionários ao corte
brutal de custos, ainda de acordo com a notícia.
No entanto, a ameaça
de abandono do mercado brasileiro ainda é tabu na
sede do Carrefour, localizada no bairro do Morumbi,
na zona sul de São Paulo. Conta-se que os
executivos não admitem oficialmente, mas por vários
meses o ultimato assombrou o negócio.
Aqui,
em Natal, a rede francesa opera com dois
hipermercados, um na zona sul (mais antigo) e outro
na zona norte (inaugurado recentemente).
Enviado
por José Aécio Costa em 22.01.2007 CONTATO
TOPO
Receio
de perda da Transnordestina
Nem
Pernambuco, que nos levou a refinaria de petróleo,
escapa do receio de ser passado para trás.
Editorial do Jornal do Commercio manifesta o temor
de aquele Estado ficar de fora do projeto da
Transnordestina, importante obra ferroviária
prevista para a região, da qual foi excluído o Rio
Grande do Norte, mais um projeto perdido.
Segundo
o JC edição do dia 15 último, “há rumores de
que a Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN) só
iria construir o trecho ferroviário do Ceará”.
Diante disso, reclama o artigo de que tal informação
foi dada por aquele veículo e até aquela data
ninguém se mexeu para dizer que se tratava de equívoco.
Em
seguida diz lá o bravo jornal: “Isso é muito
ruim para Pernambuco e os rumores incomodam. Até
porque dar esse tratamento preferencial a um trecho
destinado a fortalecer o porto de Pecém
significaria evidente prejuízo para Suape, que é
concorrente do porto cearense”.
Mais
adiante tenta desconversar: “Claro, não queremos
acreditar que esteja ganhando forma na calada da
noite nenhuma atitude que signifique discriminação
contra Pernambuco. Entretanto, o povo, muito
sabiamente, costuma alertar: onde há fumaça...”.
Daí
justifica que “cumpre a todas as autoridades de
Pernambuco, à sua elite dirigente, organizações
empresariais, trabalhistas, cobrarem uma definição
da Companhia Ferroviária do Nordeste.”
Enquanto
isso, políticos norte-rio-grandenses continuam
arengando, em vez de se unirem pela obra estrutural
e imprescindível do aeroporto de São Gonçalo do
Amarante, na Grande Natal. Se não cuidarem,
perderemos mais essa.
Enviado
por José Aécio Costa em 19.01.2007 CONTATO
TOPO
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