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Depois que a política virou caso de polícia, o
jornalismo vai tendo que se reciclar. As fontes passaram
a ser delegacias de polícia, quartéis, Ministério
Público, tribunais e órgãos da Justiça. Com isso, a
credibilidade da classe política despenca ao
rés-do-chão, enquanto uma pergunta paira no ar: Até
quando? Enquanto muitos se esquivam da imprensa – uns
nem telefone atendem mais – observam-se as exceções e
uma delas é o senador José Agripino (DEM-RN). Exercendo
uma vida pública marcada pela transparência, reuniu a
imprensa neste sábado num café da manhã para lançar uma
revista de prestação de contas, produzida pela sua
assessoria.
Respirando o ar – felizmente ainda puro – da Via
Costeira, diferente do que exala o ambiente político
tanto em Brasília como em alguns pontos já identificados
de Natal, além dos jornalistas, colunistas sociais e
publicitários, compareceram ao salão de eventos do Ocean
Palace dentre outros políticos, o presidente da
Assembléia Legislativa, deputado Robinson Faria, os
colegas Getúlio Rego e José Adécio, o ex-vice-governador
Genibaldo Barros, o ex-deputado federal Ney Lopes,
familiares – D.Anita e o deputado federal Felipe Maia -
ex-auxiliares e amigos do presidente regional e líder
dos Democratas. O senador José Agripino começou
justificando a publicação com uma verdade: “o tempo
passa e as pessoas esquecem”. Não quis dizer, mas a
verdade é que a maioria dos políticos e especialmente o
povo têm memória curta.
Exceção dos mais jovens é difícil esquecer o prefeito
que entre 1979 a 1982 realizou em Natal uma
administração que o credenciou a disputar e vencer a
primeira eleição direta para governador do Estado, após
o regime militar de 1964. A participação ao lado de
Tancredo Neves do movimento que levou o país de volta à
democracia plena. Governador duas vezes, senador no
terceiro mandato, quase 30 anos de vida pública limpa -
não convivendo com a improbidade - uma das marcas
herdadas do pai, também governador Tarcísio Maia. É
natural que as novas gerações não conheçam os
personagens e os dados sócio-econômicos daquela época,
em que o estado atravessou períodos de significativo de
desenvolvimento.
Daí, a importância da publicação editada por Fabiano
Lana, Romina Jácome e Fernanda Domingues, que a certa
altura mostra para as novas gerações, projetos que ainda
estão na memória de muitos norte-rio-grandenses como o
Crescer, Curral, Terra Verde, Balcão de Ferramentas, Pau
Amarelo, ainda a drenagem da Ribeira, Via Costeira/Rota
do Sol, Estrada da Pipa e 1,5 mil quilômetros de
estradas, a quase totalidade asfaltadas. Como declara o
professor João Bosco Silva: “Criou o Projeto Curral, que
reergueu o nosso rebanho dizimado pela estiagem longa.
Incentivou e consolidou o turismo no Rio Grande do
Norte” ou de Ivanice Gonçalves de Azevedo, presidente da
Associação de Moradores do conjunto Pirangi: “Como
senador, tem feito um trabalho incessante no combate à
corrupção e aos desmandos que ocorrem em nosso país”.
Por isso, dizem que José Agripino “É um dos políticos
mais ativos e experientes dos últimos tempos no Brasil”
(Cristóvam Buarque); “Honra o legado deixado pelo probo
e competente governador Tarcísio Maia (Marco Maciel); “É
um senador competente, capaz, culto, especializado no
seu Nordeste” (Pedro Simon); “Reúne todas as
características que o transformam num dos políticos mais
completos do Brasil” (César Maia); “Tem sido uma
liderança destacada da oposição que defende com
competência suas convicções” (Aluízio Mercadante) ou “É
hoje um dos políticos mais expressivos no Senado, com
atuação de grande destaque” (José Sarney).
Eles são testemunhas oculares de que quando os
interesses do RN estão em jogo, na primeira fila está JA
brigando não só na trincheira da oposição, mas pelo que
entende ser direito legítimo do estado, como a liberação
de emendas coletivas, verbas destinadas a açudes,
calçamentos, ginásios poliesportivos, obras de apoio
turístico, rodovias, a reforma do Machadão, além de
investimentos em saúde, educação, transporte e
segurança. Basta lembrar a luta pela refinaria de
petróleo, a batalha pelo pólo de resina de PVC e pela
construção do aeroporto de São Gonçalo. Tudo isso está
pulverizado nos jornais e noticiários de rádio e TV,
parte consolidada nessa revista feita para mostrar “As
ações de um senador que faz o Brasil olhar para o Rio
Grande do Norte”.
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