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A semana, como se diz, promete. E não dá para escolher
um tema único tantos são os assuntos em pauta, isso sem
falar do temporal caído nas últimas horas em Natal, nem
de política, cujos partidos já poderão realizar
convenções municipais a partir de amanhã. O calendário
de eventos para a segunda semana do mês marcado por
festas – a de Santo Antônio, dia 13, São João, 24 e São
Pedro, 29 – reserva para hoje, 9 de junho, como o Dia do
Porteiro. Uma data para se homenagear o profissional –
para ficarmos no caso específico – que muitas vezes é o
primeiro a receber o jornal. Muitos arriscam uma olhada
na manchete e chamadas de primeira página e, dependendo
da tolerância dos superiores, é quem em primeira mão tem
acesso às notícias, colunas e artigos do dia.
Embora hoje não seja fácil a vida de porteiro - o
pára-choque para as mais diferentes situações, inclusive
a violência urbana - é uma profissão importante em
edifícios, empresas, repartições, especialmente hotéis,
onde a gorjeta faz a diferença. Um desses, de origem
nordestina, revelou numa entrevista que para ser
porteiro num hotel do Centro do Rio era preciso falar
alguns idiomas. Criou coragem e foi lá. O gerente
perguntou se sabia falar inglês, ele respondeu “yes, I
love you”. Depois, o espanhol. Ele disse!”Buenos Aires,
muchacho”. E por último o italiano. O então candidato a
porteiro disse que lembrou rápido de um filme de Fellini
e soltou um arriverdérci Roma, bem carregado. O gerente
caiu na gargalhada, disse que ele era um paraíba muito
cara-de-pau e o empregou.
Amanhã, 10, é o Dia do Pastor, um membro especial nas
igrejas evangélicas, sempre descrito como um homem bom,
irrepreensível, bom marido, incansável, cuidadoso,
organizado, cheio de boas obras, hospitaleiro, capaz de
comunicar verdade, prudente, amável, experiente na fé e
abstêmio. Conta-se que certo dia perguntaram a um
menino: “Aquele homem ali é seu pai?”. A reação do
pequeno foi veemente e imediata: “Meu pai não é um
homem, viu? Ele é um Pastor!”. Para aquele menino o
pastor era alguém muito superior ao que ele entendia ser
um homem. Hoje também são lembrados em todo o mundo os
73 anos do nascimento de Alcoólicos Anônimos.
Mais conhecida como A.A. é uma irmandade de homens e
mulheres portadores de alcoolismo, nascida na cidade de
Akron, Ohio, Estados Unidos, no dia 10 de junho de 1935,
durante uma conversa entre um corretor da Bolsa de
Valores de Nova York, conhecido como Bill W. e o Dr.
Bob, um médico de Akron, ambos casos graves de
alcoolismo. Conta-se que, juntos, eles descobriram que
enquanto conversavam não sentiam compulsão pela bebida,
o que culminou com o primeiro grupo de mútua-ajuda de
A.A. no mundo. Em Natal, a data será comemorada no dia
23 de julho próximo, com um Seminário para
Profissionais, das 13 às 17 horas, no auditório da
Faculdade Câmara Cascudo. O A.A possui um escritório de
serviços locais, onde disponibiliza um telefone -
3221-2777 – para outras informações.
Na quarta-feira, 11, será o Dia da Marinha. Nesta data,
em 1865 ocorreu a Batalha Naval do Riachuelo. Uma
esquadra comandada pelo almirante Barroso combateu
durante oito horas a esquadra paraguaia que foi
parcialmente destruída. Após um longo período de paz, a
esquadra voltou a combater em 1918, durante a I Guerra
Mundial e na II Guerra, em 1944 para proteger o litoral
brasileiro. Atualmente, em tempo de paz, modernizada e
pronta para agir, patrulha as águas brasileiras de
invasores indesejáveis e auxiliam os mercantes em casos
de emergência. E em Natal, mais de uma centena de
militares da Marinha estão sendo preparados para outra
guerra: a do combate ao mosquito da dengue.
A data mais divulgada e, por isso mesmo a mais lembrada
da semana, é o Dia dos Namorados, quinta-feira, 12,
véspera do dia de Santo Antônio de Pádua – o santo
casamenteiro. As comemorações começaram em meados do
século passado, quando o publicitário João Dória criou
uma campanha com o slogan “Não é só de beijos que se
prova o amor”. A procura por artigos para presentes vem
desde 1950 e este ano o volume de vendas deverá ficar em
torno de 15% em relação ao ano passado, festejam os
lojistas que agora, na metade do ano, já pensam nas
vendas do Natal. Até lá, caem na rotina, muitas vezes
quebrada pelos turistas que têm o dia comemorado nesta
sexta. E para completar, uma sexta-feira – 13.
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